CT - ENGENHARIA CARTOGRÁFICA E DE AGRIMENSURA - Presencial - Teresina

 

Curso  Nível  Graduação

CENTRO DE TECNOLOGIA - CT

Notícias

Defesas de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação 2022.1


 ALUNO: Francisco Lucas da Silva Sousa

ORIENTAÇÃO: Profa. Dra. Mayra Fernandes Nobre

BANCA:      Examinador Interno: Prof. Dr. Antonio Aderson dos Reis Filho (UFPI)

 Examinador Interno: Prof. Dr. Péricles Luiz Picanço Junior (UFPI)

 DATA: 13/10/2022 às 16:00 horas

LOCAL: Sala 532-Centro de Tecnologia

 

TÍTULO: AS GEOTECNOLOGIAS COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO À GESTÃO PÚBLICA

 

RESUMO

 

O avanço tecnológico trouxe diversos benefícios para a população nas mais diversas áreas, e com a evolução dos computadores e investimentos pesados nos sistemas de posicionamento por satélite, com a criação de softwares livres e maior acesso da população a bancos de dados as geotecnologias se tornaram importantes ferramentas para as mais diversas áreas, dentre elas pode-se citar a gestão pública. A pesquisa teve como objetivo principal analisar a importância das geotecnologias como instrumento de auxílio para a gestão pública e para tanto adotou como recorte o Estado do Piauí. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica que utilizou como fonte de análise, dados secundários, constituídos essencialmente por trabalhos de pesquisa publicados que tenham tido como temática a utilização de geotecnologias em levantamentos de temas que tenham aderência com a gestão pública. Para o levantamento dos dados foram feitas buscas em “sites” e portais como o google acadêmico e scielo utilizando os indexadores “geotecnologia”, “gestão pública”, “ferramentas da geotecnologia”, “geoprocessamento”, “sensoriamento remoto”, “SIG”, “Piauí” e adotando o operador booleano “and”. Os trabalhos foram selecionados, separados por áreas de abrangência do poder público e foram sintetizados em resumos, incorporados ao corpo do capítulo resultados. Com vistas à embasar a análise das ferramentas de geotecnologias adotadas nos trabalhos e a respectiva área de atuação da gestão pública, foi feita uma análise compilatória e comparativa possibilitando assim aferir sobre as áreas de atuação da gestão pública que mais são focos de estudos no estado do Piauí, e como essas ferramentas podem auxiliar os gestores nas suas tomadas de decisões. Foi possível verificar que as áreas de Planejamento urbano e territorial e gestão ambiental são que mais apresentam pesquisas na temática (31% cada uma), por outro lado a área de segurança pública foi a que apresentou o menor percentual denotando haver demandas de pesquisas nessa área. Com a análise dos trabalhos também fica evidenciado a possibilidade de potencialização da gestão pública se os resultados obtidos forem absorvidos pelos gestores.

 

Palavras-chave: Geotecnologias; Planejamento Territorial e ambiental; Piauí.



ALUNO: Márcio Omena de Sousa

ORIENTAÇÃO: Prof. Dr. Péricles Luiz Picanço Júnior

BANCA:        Examinador Interno: Profª. Drª. Dinameres Aparecida Antunes (UFPI)

Examinador Interno: Prof. Me. Fabrício Rosa Amorim (UFPI)

DATA: 14/10/2022 às 14:00 horas

LOCAL: A definir

 

TÍTULO: ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS DADOS E SERVIÇOS DO CREA-PI

 

RESUMO

 

A gestão e o planejamento das atividades do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí (CREA – PI), assim como a atuação dos profissionais desse setor no estado dependem de uma série de fatores, e uma clara leitura de seus dados operacionais, facilitando sua compreensão espacial, pode tornar essa dinâmica mais eficiente, o que pode ser alcançado através da utilização de mapas temáticos. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é elaborar mapas temáticos com informações referentes à distribuição espacial dos profissionais e empresas de engenharia, emissão de ART’s e atos de fiscalização do CREA-PI, em um recorte temporal compreendido entre 2018 e 2021. Em relação à metodologia e métodos empregados, iniciou-se com um aprofundamento teórico a respeito da história e trabalho do conselho, associados ao estudo das técnicas de produção dos mapas temáticos. Já no aspecto prático, a coleta de dados teve como principal fonte o banco de dados do CREA – PI e sites institucionais como IBGE, a partir dos quais houve a análise e a manipulação das informações para a confecção dos mapas através dos softwares Excel e QGIS. O primeiro trata os dados sob forma de tabelas, enquanto o segundo as importa e manipula bases cartográficas do IBGE, analisando quantitativamente cada uma das variáveis por ano, assim como o valor total no intervalo de tempo estudado. A partir do resultado dos mapas produzidos, e de suas respectivas análises, é possível perceber as regiões do estado que apresentam uma atividade mais intensa desse setor, e como condicionantes socioeconômicos atuam sobre tal realidade. Dessa forma, é possível destacar a contribuição do estudo não apenas por trazer uma nova perspectiva acerca das atividades do conselho, viabilizando a tomada de decisão quanto as estratégias de gestão de suas atividades, como também contribuem para visualizar o exercício dos profissionais de engenharia, suas movimentações e tendencias de atuação no estado.

Palavras-chave: CREA – PI, Engenharia, Mapas temáticos.


 

ALUNA: Maria Zilda de Oliveira Conceição Lima

ORIENTAÇÃO: Professora Doutora Dinameres Aparecida Antunes

BANCA: Professor Doutor Péricles Luiz Picanço Junior (UFPI)

     Professor Mestre Lineardo Ferreira Sampaio de Melo (UFPI)

DATA: 13/10/2022 às 14h   

LOCAL: Laboratório 2 do NES-CT

 

TÍTULO: Estudo sobre os mapas temáticos divulgados nos painéis de notificação da COVID-19 no Brasil

 

RESUMO

Durante o período de pandemia da COVID-19 foi observado que a Cartografia Temática se apresentou como uma importante aliada na divulgação dos quantitativos de infectados e óbitos em virtude da doença. No Brasil foram elaborados pelos Governos Municipais, Estaduais e Federal painéis on-line que apresentavam gráficos, tabelas e mapas sobre os quantitativos de casos e óbitos diários e acumulados, além de dados sobre a ocupação de leitos e a distribuição de doses de vacina. Todavia, também foi observado que, em alguns casos, o processo de elaboração dos mapas não foi baseado nas tradições e convenções da Cartografia Temática e nos princípios da semiologia gráfica. Com intuito de analisar os mapas temáticos elaborados nesses painéis esse trabalho teve como objetivos: compreender as convenções da Cartografia Temática utilizadas em mapas temáticos quantitativos; caracterizar os mapas temáticos apresentados nos painéis de notificação da COVID-19; conhecer os elementos de design e composição e os elementos da interface computacional utilizados nessas representações cartográficas; e investigar a existência de erros relacionados à elaboração dos mapas nessas plataformas. Para isso, foram acompanhados os painéis dos Governos Estaduais e Federal para verificar os mapas elaborados, ao todo foram analisados 122 mapas temáticos. Foram elaboradas fichas referentes aos aspectos investigados e obteve-se como resultados para caracterização dos mapas que a maioria eram de cunho quantitativo com subtipo absoluto ou normalizado, em relação ao método de representação notou-se o expressivo uso do método coroplético. Para os elementos de design e composição percebeu-se que os elementos título, legenda e rótulos estiveram presentes em quase todas as representações. Passando aos elementos da interface computacional notou-se que os pop-ups, o zoom e o modo foco tiveram significativa presença nas elaborações. Na análise dos erros foi observado que 52,46% apresentavam erros de elaboração que em sua maioria estavam relacionados a legenda e a semiologia gráfica. Em um panorama geral também foi observado que esses mapas não foram elaborados em softwares e aplicações SIG, mas sim em softwares e aplicações de análises de dados e Business Intelligence. Assim, percebe-se que apesar das facilidades proporcionadas pela tecnologia computacional, ainda cabe ao responsável pela elaboração do produto cartográfico estar capacitado para executar tal função tendo conhecimento da linguagem cartográfica e adequando-a ao seu respectivo usuário, visto que elaborar um mapa que não esteja de acordo com essas questões causa significativo insucesso na comunicação do tema, ainda mais em uma situação como essa da pandemia da COVID-19. Ademais, as questões relacionadas ao design de mapas temáticos por muitas vezes são vistas apenas pelo lado da estética, entretanto, também representam uma maneira de atingir os objetivos da comunicação de forma eficiente, pois um mapa além de ser esteticamente agradável também precisa ser funcional.

 

PALAVRAS-CHAVES: Pandemia; Cartografia Temática; mapas quantitativos.

 

 


 


ALUNOS: Petherson Marques Dantas

ORIENTAÇÃO: Professora Doutora Dinameres Aparecida Antunes

BANCA: Professor Mestre Lineardo Ferreira Sampaio de Melo (UFPI)

     Especialista Lucas  Fontenelle(Externo)

DATA: 14/10/2022 às 16h   

LOCAL: Laboratório 2 do NES-CT

 

TÍTULO: Análise da ocorrência de incêndios na Terra Indígena Pimentel Barbosa de 2017 a 2019

 

RESUMO

O presente trabalho teve como objetivo analisar a fragilidade de ocorrência de incêndios na Terra Indígena (TI) Pimentel Barbosa, localizada nos municípios de Ribeirão Cascalheira e Canarana, Mato Grosso, Brasil, baseados em mapas de vegetação, declividade, uso e ocupação do solo, índices de vegetação, e monitoramento de focos de incêndios. Os mapas foram criados a partir de dados do IBGE, MapBiomas e TOPODATA/INPE. Para gerar o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e o Índice de Queimada Normalizada (NBR) foram utilizadas cenas do sensor Operational Land Imager (OLI) abordo do satélite Landsat 8, dos anos 2017 a 2019, sendo uma imagem para cada ano, selecionou-se as bandas do Vermelho (B4) e Infravermelho Próximo (B5), e o NBR, utilizando as bandas do Infravermelho Próximo (B5) e Infravermelho Médio (B7), além de composição de imagens, interpretação e comportamento espectral da vegetação. Foram utilizados dados de focos de calor do programa de monitoramento de queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para a criação de mapas de densidade de calor por método de Densidade Kernel. Os resultados demonstraram aumento nos focos de calor do ano de 2019, comparado com os anos de 2017 e 2018. O uso dos índices de vegetação NDVI e NBR mostraram o potencial na identificação e mapeamento de áreas queimadas. Os focos de incêndio, bem como os maiores valores de NDVI e NBR correspondentes a incêndios e vegetação não sadia (queimadas), para o ano de 2017 se deram na região sul da TI, que corresponde a cobertura com vegetação savânica, tendo vegetação característica savana florestada e floresta-de-galeria. Para o ano de 2018, se deram na região sul e extremo norte, porém nota-se uma divergência na localização dos focos de calor e dos valores de NDVI e NBR para a área. Para o ano de 2019, teve-se uma elevada densidade de focos de calor em vários pontos diferentes da TI, correspondentes principalmente à área de pecuária e cobertura vegetal savânica, tendo vegetações características savana parque, savana florestada e savana arborizada. A partir da análise dos resultados, constatou-se que o índice espectral NBR têm maior potencial para diferenciar áreas queimadas da vegetação sadia.

 

PALAVRAS-CHAVES: Focos de calor; queimadas; índices espectrais; geoprocessamento.

 

 


Notícia cadastrada em 04/10/2022 10:11  

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