UFPI › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas Teresina, 17 de Fevereiro de 2026

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PPGS031 - SOCIOLOGIA RURAL - Turma: 01 (2017.1)

Tópicos Aulas
Acolhida aos doutorandos. Apresentação docente e discente. Metodologia de trabalho. Primeiro módulo: o homem, seus caminhos, mitos e crenças (origens do pensamento) (12/03/2019 - 12/03/2019)
O homem e as idéias - o legado da Filosofia (13/03/2019 - 13/03/2019)
1º momento: Discussão do Discurso do Método 2º momento: O homem e a experiência – Do período medieval a ciência moderna (15/03/2019 - 15/03/2019)
O homem e a experiência – Da ciência moderna ao pensamento contemporâneo (19/03/2019 - 19/03/2019)
2º Modulo :Novas abordagens do pensamento cientifico - leitura (20/03/2019 - 20/03/2019)
Novas abordagens do pensamento cientifico - leitura (22/03/2019 - 22/03/2019)
Apresentação do estudo reflexivo sobre Novas abordagens do pensamento cientifico (26/03/2019 - 26/03/2019)
Apresentação do estudo reflexivo sobre Novas abordagens do pensamento cientifico (27/03/2019 - 27/03/2019)
Terceiro módulo : A construção do conhecimento na Enfermagem - marco histórico e conceitual leitura de textos (29/03/2019 - 29/03/2019)
A construção do conhecimento na enfermagem - apresentação (02/04/2019 - 02/04/2019)
A construção do conhecimento na enfermagem - apresentação (03/04/2019 - 03/04/2019)
Os usos sociais da ciência - leitura de texto (05/04/2019 - 05/04/2019)
Mini exposição Os usos sociais da ciência (09/04/2019 - 09/04/2019)

" CONQUISTA DE CAPITAL SIMBÓLICO DA ENFERMAGEM COM A ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

Elaboração do trabalho final (10/04/2019 - 10/04/2019)

" A práxis da enfermagem no processo de educação em saúde: a contribuição da Pedagogia Freiriana"

Elaboração do trabalho final (12/04/2019 - 12/04/2019)

Avaliação discente e docente

Encerramento da disciplina

Apresentação do trabalho final e avaliação final (23/04/2019 - 23/04/2019)
Introdução à Biologia Molecular. Os genes são feitos de DNA. A estrutura do DNA. Genes e informação biológica; (08/03/2019 - 08/03/2019)
Transcrição e processamento de RNA; (15/03/2019 - 15/03/2019)
Tradução e o código genético; (22/03/2019 - 22/03/2019)
Replicação do DNA e cromossomos; (29/03/2019 - 29/03/2019)
Regulação da expressão gênica; (05/04/2019 - 05/04/2019)
A matter of time study of circadian clocks and their role in inflammation; (12/04/2019 - 12/04/2019)
Genetic polymorphisms associated with circadian rhythm dysregulation provide new perspectives on bipolar disorder; (19/04/2019 - 19/04/2019)
Human telomere biology - A contributory and interactive factor in aging, disease risks, and protection; (26/04/2019 - 26/04/2019)
The Biology of Aging and Cancer A Brief Overview of Shared and Divergent Molecular Hallmarks; (03/05/2019 - 03/05/2019)
Pathways to disease from natural variations in human cytoplasmic tRNAs; (10/05/2019 - 10/05/2019)
The Dual Roles of MYC in Genomic Instability and Cancer Chemoresistance; (17/05/2019 - 17/05/2019)
The role of alternative splicing in cancer drug resistance; (24/05/2019 - 24/05/2019)
Use of epigenetic drugs in disease an overview; (31/05/2019 - 31/05/2019)
CRISPR–Cas9 in genome editing Its function and medical applications; (07/06/2019 - 07/06/2019)
Gene Editing of HIV-1 Co-receptors to Prevent and-or Cure Virus Infection; (14/06/2019 - 14/06/2019)
Effects of obesity and diabetes on the epigenetic modification of mammalian gametes. (21/06/2019 - 28/06/2019)
Reunião com aluno/as (11/03/2017 - 11/03/2017)
Apresentação da turma e da professora. Informação sobre a forma compartilhada da disciplina com o professor Samuel e a profa. Valéria, ambos do PPGS e de modo a que cada um/a ministrará uma unidade. Apresentação da proposta da Unidade I e da forma de condução desta
Unidade I da Disicplina Sociologia Rural. Inicio do Módulo I (18/03/2017 - 18/03/2017)
UNIDADE I: Bases conceituais da reflexão sociológica sobre o campo. Rural, povos rurais e processos sociais: aportes teóricos e pesquisas empíricas (7 sessões = 21 horas) Inicio do módulo I: uma introdução ao estudo da sociologia rural, em diálogos com outras áreas de conhecimento, de suas bases teóricas sobre rural e sujeitos sociais identificados e auto-identificados como povos rurais, em múltiplas ontologias, em especial, no Brasil. As análises focalizam, via de regra, em seus limites, diálogos e fricções teóricas, temas como economia, sociedade, política, cultura, ethos camponeses. As aulas serão expositivas e discursivas.
Cont. de conteúdos do módulo I da Unidade I (25/03/2017 - 25/03/2017)
Uma introdução ao estudo da sociologia rural, em diálogos com outras áreas de conhecimento, de suas bases teóricas sobre rural e sujeitos sociais identificados e auto-identificados como povos rurais, em múltiplas ontologias, em especial, no Brasil. As análises focalizam, via de regra, em seus limites, diálogos e fricções teóricas, temas como economia, sociedade, política, cultura, ethos camponeses. As aulas serão expositivas e discursivas.
Cont. conteúdos do modulo I da Unidade I (01/04/2017 - 01/04/2017)
Uma introdução ao estudo da sociologia rural, em diálogos com outras áreas de conhecimento, de suas bases teóricas sobre rural e sujeitos sociais identificados e auto-identificados como povos rurais, em múltiplas ontologias, em especial, no Brasil. As análises focalizam, via de regra, em seus limites, diálogos e fricções teóricas, temas como economia, sociedade, política, cultura, ethos camponeses. As aulas serão expositivas e discursivas.
Cont. de contrúdos do modulo I da Unidade 1 (08/04/2017 - 08/04/2017)
Módulo I: uma introdução ao estudo da sociologia rural, em diálogos com outras áreas de conhecimento, de suas bases teóricas sobre rural e sujeitos sociais identificados e auto-identificados como povos rurais, em múltiplas ontologias, em especial, no Brasil. As análises focalizam, via de regra, em seus limites, diálogos e fricções teóricas, temas como economia, sociedade, política, cultura, ethos camponeses. As aulas serão expositivas e discursivas.
Inicio do modulo II da Unidade I (15/04/2017 - 15/04/2017)
estudos e pesquisas sobre ruralidades no Brasil, que abordam modos de nascer, viver, e morrer; de organizar-se politicamente e lutar pela terra, em tempos, espaços, lugares; em relações verticais e horizontais, inclusive, entre campo-cidade. No entrecruzamento de ethos, marcadores identitários, culturas, sagrado e profano, busca-se extrapolar a abordagem de corpos funcionais explicáveis apenas pelo trabalho e pela produção econômica, com destaque para dimensões de gênero, etnias e gerações, entre cooperação e conflitualidades, no cotidiano e no extra-cotidiano. Apresentação de seminários: ED 1, ED 2; ED3
Cont. de conteúdos do modulo II da Unidade I (22/04/2017 - 22/04/2017)
estudos e pesquisas sobre ruralidades no Brasil, que abordam modos de nascer, viver, e morrer; de organizar-se politicamente e lutar pela terra, em tempos, espaços, lugares; em relações verticais e horizontais, inclusive, entre campo-cidade. No entrecruzamento de ethos, marcadores identitários, culturas, sagrado e profano, busca-se extrapolar a abordagem de corpos funcionais explicáveis apenas pelo trabalho e pela produção econômica, com destaque para dimensões de gênero, etnias e gerações, entre cooperação e conflitualidades, no cotidiano e no extra-cotidiano. Apresentação de Seminários: ED $, ED 5, E 6¨. encerramento e avaliação da unidade I
Discussão I: Atores sociais rurais, economia e sociedade (29/04/2017 - 13/05/2017)
Discussões teórico-metodológicas dos processos sociais das ruralidades no contexto das economias; características da produção agrícola e setorial no contexto internacional; globalização da economia e da sociedade e as preocupações com o ?desenvolvimento sustentável?.
Discussão II: Globalização e agricultura: processos e atores sociais (20/05/2017 - 20/05/2017)
Discussões teórico-metodológicas dos processos sociais das ruralidades no contexto das economias; características da produção agrícola e setorial no contexto internacional; globalização da economia e da sociedade e as preocupações com o ?desenvolvimento sustentável?.
Discussão III: A globalização dos sistemas agroalimentares e as preocupações com o ?desenvolvimento sustentável? (27/05/2017 - 03/06/2017)
este módulo apresenta-se como um momento para o estudo de alguns dos temas que têm merecido a atenção dos cientistas sociais na contemporaneidade, visando compreender as novas/ velhas formas de dominação e as várias formas de resistência dos atores sociais que participam das esferas da produção em distintos contextos agrários, enfatizando situações brasileiras e latino-americanas.
Início da terceira unidade: 1-Ruralidades piauienses: atores, processos, territórios e sociabilidades (10/06/2017 - 10/06/2017)

Estudo da agricultura camponesa: experiências do sudoeste do Piauí. A questão do uso, posse e propriedade da terra para os agricultores locais. Os sentidos da terra na construção dos modos de vida ali encontrados. A realidade do agronegócio e os impactos gerados para a agricultura tradicional local. A proletarização juvenil a racionalização da vida rural.

2-Ruralidades piauienses: atores, processos, territórios e sociabilidades (17/06/2017 - 17/06/2017)

Estudo sobre a atual complexidade e expressões diversas do rural piauiense: assentamentos rurais e  experiência da Brasil Ecodiesel. As vivências camponesas em situação de diáspora dos acampamentos piauienses e das chamadas públicas para composição de iniciativas público-privadas de projetos produtivos, como a Fazenda Santa Clara. A questão do uso, posse e propriedade da terra em tais experiências. A política pública de refrma agrária consumada nos assentamentos e projetos públicos no Piauí.   

3-Ruralidades piauienses: atores, processos, territórios e sociabilidades (24/06/2017 - 24/06/2017)

Estudo sobre a atual complexidade e expressões diversas do rural piauiense:  mulheres e jovens rurais. Os planos de desenvolvimento e a produção da ausência de oportunidades para a agricultura camponesa. A proletarização e a compulsória migração como caminhos de reprodução social rural em União e Castelo do Piauí.   A organização social das mulheres como estratégia de empoderamento, visibilidade social e  a geração de possibilidades no semi-árido do Piauí.

4-Ruralidades piauienses: atores, processos, territórios e sociabilidades. (01/07/2017 - 01/07/2017)

Estudo  sobre a atual complexidade e expressões diversas do rural piauiense: a política municipal de agoroecologia e produção orgânica no município de Teresina. A Agroecologia como estratégia de resistência da produção e de reprodução da vida campesina. Configuração histórica, iniciativas, desafios e perspectivas. As Feiras atualmente existentes enquanto canal de comercialização e trocas culturais. 

Frequências da Turma
# Matrícula MAR ABR MAI JUN JUL Total
11 18 25 01 08 15 22 29 06 13 20 27 03 10 17 24 01
1 2017100**** 0 4 4 4 4 4 4 4 0 0 0 0 0 4 4 4 4 44
2 2017100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 4 16
3 2017100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 0 4
4 2017100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
5 2015100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 0 12
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2017100**** 3,5 3.5 16 RF
2 2017100**** 0,0 0.0 44 RF
3 2017100**** 8,0 8.0 4 AM
4 2017100**** 8,9 8.9 0 AM
5 2015100**** 7,0 7.0 12 AM

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Plano de Curso

Nesta página é possível visualizar o plano de curso definido pelo docente para esta turma.

Dados da Disciplina
Ementa: Diálogo crítico - partindo da literatura clássica até produções recentes – com os fundamentos das teorias interpretativas do “rural” construído nas ciências sociais: abordagem dualista da relação campo-cidade; conservadorismo e criticismo; completa urbanização ou modernização agrícola, continuum urbano-rural, absoluta similaridade entre rural e agrícola, entre rural e sertão; rural como “sociedade parcial”; ruralidades entre o local e o global; transformações recentes do meio rural; renascimento rural, “rurbanização” e “novo rural”. Sentidos do fluxo de processos passados, presentes e futuros, pensados em recursividade na relação entre ruralidades e urbanidades, sertania e litoral.
Objetivos:
Metodologia de Ensino e Avaliação
Metodologia: Presença; leitura dos textos; apresentação de seminários, em Espaços de Diálogos (ED´s); participação nos debates, em sala de aula.<br />
Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: Pensada como processo, a avaliação supõe variados momentos e situações, compreendendo: presença; leitura dos textos; apresentação de seminários, em Espaços de Diálogos (ED´s); participação nos debates, em sala de aula.<br />
Horário de atendimento: 8 às 12
Bibliografia: Módulo I: uma introdução ao estudo da sociologia rural, em diálogos com outras áreas de conhecimento, de suas bases teóricas sobre rural e sujeitos sociais identificados e auto-identificados como povos rurais, em múltiplas ontologias, em especial, no Brasil. As análises focalizam, via de regra, em seus limites, diálogos e fricções teóricas, temas como economia, sociedade, política, cultura, ethos camponeses. As aulas serão expositivas e discursivas. <br />Referências <br /> <br />ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de Almeida. Terras de preto, terras de santo, terras de índio: uso comum e conflito. In: Emília Pietrafesa de Godoi; Marilda Aparecida de Menezes; Rosa Acevedo Marin. (Orgs.). Diversidades de campesinatos: expressões e categorias. Vol II. Estratégias de reprodução social. São Paulo: EdUnesp/Brasília: NEAD, 2009, pp. 37-68<br />ALMEIDA, Mauro William Barbosa. Redescobrindo a família rural. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 1, n. 1, São Paulo, 1986, pp 66-83.<br />ALMEIDA, Mauro William. Narrativas agrárias e morte do campesinato. RURIS, v. 1, n.2,<br />Campinas: Unicamp, setembro/2007, pp 157-188.<br />BOURDIEU, Pierre. O camponês e seu corpo. Rev. Sociol. Polít., Curitiba, 26, jun. 2006, pp. 83-92<br />FERREIRA, Angela Duarte Damasceno. “Processos e sentidos sociais do rural na contemporaneidade: indagações sobre algumas especificidades brasileiras. Estudos Sociedade e Agricultura. Rio de Janeiro: CPDA/UFRRJ, n.18. Abril 2002, pp.28-46.<br />FERREIRA, Paulo Rogers. Imaginário instituído sobre as sociedades camponesas. In: Os afectos mal-ditos: o indizível nas sociedades camponesas. São Paulo: HUCITCH/ANPOCS, 2008, pp. 37-102.<br />GARCIA JR., Afrânio. A sociologia rural no Brasil: entre escravos do passado e parceiros do futuro. Estudos Sociedade e Agricultura, n.19, out. 2002, p. 40-72. Também publicado em Sociologias, nº 10, 2003, p. 154-189 e disponível em: http://www.scielo.br/pdf/soc/n10/18718.pdf. Acesso em 10/05/2005.<br />MARTINS, José de Sousa. Introdução: as coisas no lugar (da ambigüidade à dualidade da reflexão sociológica sobre a relação cidade-campo). In: Introdução crítica à sociologia rural. São Paulo: HUCITEC, 1981, 224 p., pp.11-38 (aula)<br />SHANIN, Teodor. Lições camponesas. In: Eliane Tomiasi Paulino; José Edmilson Fabrini (org.). Campesinato. Territórios em disputa. São Paulo: Expressão Popular, 2008. pp. 23-48<br />SIQUEIRA, Deis; OSÓRIO, Rafael. O conceito de Rural. In: Norma Giarracca (Compiladora). ¿Una nueva ruralidad en América Latina? Buenos Aires: CLACSO, 2001, pp 67-79. Disponível em: http://biblioteca.clacso.edu.ar/ar/libros/rural/osorio.pdf <br />WOLF, E. Tipos de campesinato latino-americano: uma discussão preliminar. In: FELDMAN-BIANCO, B.; RIBEIRO, G. L. (Org.). Antropologia e poder. Brasília: EdUnB, Campinas: Editora da Unicamp, 2003, pp.117-144<br /> <br />Módulo II: estudos e pesquisas sobre ruralidades no Brasil, que abordam modos de nascer, viver, e morrer; de organizar-se politicamente e lutar pela terra, em tempos, espaços, lugares; em relações verticais e horizontais, inclusive, entre campo-cidade. No entrecruzamento de ethos, marcadores identitários, culturas, sagrado e profano, busca-se extrapolar a abordagem de corpos funcionais explicáveis apenas pelo trabalho e pela produção econômica, com destaque para dimensões de gênero, etnias e gerações, entre cooperação e conflitualidades, no cotidiano e no extra-cortidiano.<br /><br />Espaços de Diálogos (3 sessões = 12 horas. Três ED´s por sessão)<br /><br />ED 1- Questão agrária, conflitos, e movimentos sociais: lutas por terra, território, reconhecimento <br /><br />AGUIAR, Vilenia Venancio Porto. Capitulo 1: A marcha na história. In: Somos todas Margaridas: um estudo sobre o processo de constituição das mulheres do campo e da floresta como sujeito político. Tese (Doutorado em Ciências Sociais). Universidade Estadual de Campinas, Campinas-SP, 2015. Pp. 55-89<br />ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de. Quilombolas, quebradeiras de coco babaçu, indígenas, ciganos, faxinalenses e ribeirinhos: movimentos sociais e a nova tradição. Revista Proposta. (Revista trimestral de debate da fase: terra: reforma agrária e direitos territoriais). Rio de Janeiro, ano 29, n.107-8, maio 2005-2006, pp. 23-38<br />MEDEIROS, Leonilde Sérvolo de. “Sem Terra”, “Assentados”, “Agricultores familiares”:<br />considerações sobre os conflitos sociais e as formas de organização dos trabalhadores rurais brasileiros. In: Norma Giarracca (Compiladora). ¿Una nueva ruralidad en América Latina?, Buenos Aires: CLACSO, 2001, pp. 103-128. Disponível em: http://biblioteca.clacso.edu.ar/ar/libros/rural/osorio.pdf<br /><br />ED 2- Ideologia do agronegócio, agricultura familiar e trabalho assalariado <br />BRUNO, Regina. Desigualdade, agronegócio, agricultura familiar no Brasil. Disponível em: http://r1.ufrrj.br/esa/V2/ojs/index.php/esa/article/viewFile/712/452<br />CAVALCANTI, Josefa Salete Barbosa; MORAES, Alberto Dias de; FEITOSA, Rodolfo Rodrigo Santos. Trabalhadores rurais e as novas condições de trabalho no Vale do São Francisco, Nordeste do Brasil. In: Alberto Riella; Paola Mascheroni. Assalariados rurales em la America Latina. Uruguay: CLACSO, 2015, pp. 49-72<br />FERNANDES, Eduardo Mançano. Agronegócio nas Américas: o mito do desenvolvimento e a resistência do campesinato. Anais... X Encontro de Geógrafos da América Latina – 20 a 26 de março/ 2005 – Universidade de São Paulo, São Paulo, 15 p.<br /><br />ED 3- Desenvolvimento territorial e políticas públicas<br />DELGADO, Guilherme, et all. Concepções de ruralidade e políticas públicas na América Latina e na Europa: análise comparativa de países selecionados. In: Carlos Miranda; Heitel Silva (org. da Serie). Concepções de ruralidades contemporâneas: as singularidades brasileiras. Brasília: IICA, 2013 (Serie Desenvolvimento Sustentável, v. 21),pp.149-210.<br />GRISA, Catia; SCHNEIDER, Sergio. Três gerações de políticas públicas para a agricultura familiar e formas de interação entre sociedade e Estado no Brasil. In: Catia<br />Grisa e Sergio Schneider (Org.). Políticas públicas de desenvolvimento rural no Brasil. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2015, pp. 19- 52.<br />WANDERLEY, Maria de Nazaré Baudel; FAVARETTO, Arilson. A singularidade do rural brasileiro: implicações para as tipologias territoriais e a elaboração de políticas públicas. In: Carlos Miranda; Heitel Silva (org. da Serie). Concepções de ruralidades contemporâneas: as singularidades brasileiras. Brasília: IICA, 2013 (Serie Desenvolvimento Sustentável, v. 21), pp. 413-472<br /><br />ED 4- Gênero e gerações: produção e luta política<br />GUSMÂO, Neusa Maria Mendes de; ALCÂNTARA, Adriana de Oliveira. Velhice, mundo rural e sociedades modernas: tensos itinerários. Ruris, v 2, n 1, març./2008 pp. 154-180.<br />KEMPF, Renata Borges; WEDITG, Josiane Carine. Os processos de resistência de mulheres<br />camponesas: olhares pela perspectiva decolonial. ANAIS... 2º Colóquio Nacional de Estudos de Gênero e História. Guarapuava-Paraná. 20 a 22 de junho de 2016<br />STROPASOLAS, Valmir. A dimensão da diversidade social na concepção de políticas públicas para a juventude rural. In: Marilda Aparecida de Menezes, Valmir Luiz Stropasolas, Sergio Botton Barcellos (org.). Juventude Rural e Políticas Públicas no Brasil. Coleção Juventude - Série Estudos, n.1, Brasília: Presidência da República, 2014, pp. 178-199<br /><br /><br />ED 5- Povos rurais, para além de corpos funcionais: festas, religiosidade, funerais<br />PRADO, Regina. As festas camponesas: contextualização. In: Todo ano tem. As festas na estrutura social camponesa. São Luis: EdUFMA, 2007, pp. 45-123. <br />MAUÉS, R. H. Catolicismo, religiosidade e cultura popular entre pescadores e camponeses na Amazônia Oriental. In: Emilia Pietrafesa de; Marilda Aparecida de Menezes; Rosa Acevedo Marin. (orgs.) Diversidades de campesinatos: expressões e categorias. Vol I. Estratégias de reprodução social. São Paulo: Ed. da Unesp/Brasília:NEAD pp. 95-112 <br />SARMENTO, G. G. Cap. IV: Os funerais. In: Rituais matrimoniais e funerários numa comunidade Rural fluminense. Dissertação de Mestrado. Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade. UFRRJ. Rio de Janeiro, 2006, pp. 109-140 <br /> <br />ED 6- Temas emergentes: ruralidades, “rurbanidades”, neorruralidade: heterogeneidade, identidades, novas sociabilidades, políticas de cultura. <br />FROELICH, José Marcos. O campo semântico rural-natureza e o híbrido ‘rurbano’: o rural ressemantizado. In: Rural e Natureza: a construção social do rural contemporâneo na região central do Rio Grande do Sul. Tese. Doutorado em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade. Universidade Federal Rural do rio de Janeiro. Rio de Janeiro: CPDA/UFRRJ, 2002, pp. 135-160.<br />MORAES, M. D. C. Ruralidades, cultura, e desenvolvimento, no Brasil: provocações para um debate necessário. Seminário “organização e impactos da cultura no desenvolvimento regional”, Recife-PE, 2014, 14 p.<br />SASTOQUE. Marlon Javier Méndez. Una tipología de los nuevos habitantes del campo: aportes para el estudio del fenómeno neorrural a partir del caso de Manizales, Colombia . RESR, Piracicaba-SP, Vol. 51, Supl. 1, 2014, pp. S031-S048.<br />Módulo II: este módulo apresenta-se como um momento para o estudo de alguns dos temas que têm merecido a atenção dos cientistas sociais na contemporaneidade, visando compreender as novas/ velhas formas de dominação e as várias formas de resistência dos atores sociais que participam das esferas da produção em distintos contextos agrários, enfatizando situações brasileiras e latino-americanas.<br />Discussão I: Atores sociais rurais, economia e sociedade<br />MELO, S. P. O Excedente no Campesinato e Agricultura Familiar: Continuidades e Rupturas. In: XV Encontro de Ciências Sociais do Norte e Nordeste e Pré-Alas Brasil, 04 a 07 de setembro de 2012, UFPI, Teresina-PI. Disponível em: http://www.sinteseeventos.com.br/ciso/anaisxvciso/resumos/GT28-18.pdf, acessado em: 26 de abr. 2017.<br />SIGAUD, L. As vendas das pontas de rua. In: Anuário Antropológico/ 81. Fortaleza: UFC; Rio de Janeiro: Tempo brasileiro, 1983.<br />PALMEIRA, M. Feira e mudança econômica. in: Vibrant – Virtual Brazilian Anthropology. Brasília: ABA, v. 11, n. 1. January to June 2014. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/vb/v11n1/pt_10.pdf. Acessado em: 26 de abr. 2017.<br />MELO, S. P. Trajetórias de proximidade, redes e feiras: as práticas de agricultores familiares feirantes em Água Branca e Delmiro Gouveia, Alagoas. Tese (doutorado em Sociologia), UFPE, 2012. Disponível em: http://repositorio.ufpe.br/bitstream/handle/123456789/11340/Trajet%C3%B3rias%20de%20proximidade%2c%20redes%20e%20feiras_Samuel%20Melo.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acessado em: 26 de abr. 2017.<br />WILKINSON, John. Mercados, redes e valores. Porto Alegre: UFRGS, 2008. Parte III<br /><br />Discussão II: Globalização e agricultura: processos e atores sociais<br />BONANO, A. A globalização da economia e da sociedade: fordismo e pós-fordismo no setor agroalimentar. In: CAVALCANTE, J.S.B. (org.) Globalização, trabalho e meio ambiente. Mudanças socioeconômicas em regiões frutícolas para exportação. Recife: Ed. da UFPE, 1999. <br />CAVALCANTI, J. S. B.. Globalização e ruralidade. In: Maria de Nazareth Baudel Wanderley. (Org.). Globalização e desenvolvimento sustentável: dinâmicas sociais rurais no nordeste brasileiro. Campinas: Polis, 2004.<br />MURMIS, M; BENDINE, M. Imágens del campo latino-americano en el contexto de la mundialización. In: CAVALCANTI, J. S. B. et al (Org.). El campo em la sociologia actual: uma perspectiva latino-americana. Buenos Aires: La Colmena, 2003.<br />LLAMBÍ, L. Globalización y desarrollo rural. Pontificia Universidad Javeriana. Seminario Internacional, Bogotá, Colombia. Agosto de 2000. Disponible em: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/rjave/paneles/llambi.pdf. Acessado em: 26 de abr. 2017.<br /><br />Discussão III: A globalização dos sistemas agroalimentares e as preocupações com o “desenvolvimento sustentável”<br />CAVALCANTI, J. S. B.. Frutas para o Mercado Global. Estudos Avançados (USP. Impresso), São Paulo, v. 11, n.29, p. 79-93, 1997.<br />______________. Globalização, Novas Regiões de Produção Agrícola e Desigualdades Sociais. Caderno CRH (UFBA. Impresso), Salvador, v. 24/25, p. 109-121, 1996<br />______________; DIAS, G. H. S. Cadeias globais de alimentos, redes de atores e qualidades na produção de frutas para exportação: Elos entre Brasil e Alemanha. Estudos de Sociologia (Recife), v. 21, p. 221-247, 2015.<br />ORTEGA, A. J.; ALMEIDA FILHO, N. (Org.). Desenvolvimento territorial, segurança alimentar e economia solidária. Campinas, SP: Alínea, 2007. Parte 3.<br />WILKINSON, J; NIEDERLE, P. A.; MASCARENHAS, G. C. C. (Org.). O sabor da origem. Porto Alegre: Escritos do Brasil, 2016.<br />
Cronograma de Aulas

Início

Fim

Descrição
11/03/2017
11/03/2017
Reunião com aluno/as
18/03/2017
18/03/2017
Unidade I da Disicplina Sociologia Rural. Inicio do Módulo I
25/03/2017
25/03/2017
Cont. de conteúdos do módulo I da Unidade I
01/04/2017
01/04/2017
Cont. conteúdos do modulo I da Unidade I
08/04/2017
08/04/2017
Cont. de contrúdos do modulo I da Unidade 1
15/04/2017
15/04/2017
Inicio do modulo II da Unidade I
22/04/2017
22/04/2017
Cont. de conteúdos do modulo II da Unidade I
29/04/2017
13/05/2017
Discussão I: Atores sociais rurais, economia e sociedade
20/05/2017
20/05/2017
Discussão II: Globalização e agricultura: processos e atores sociais
27/05/2017
03/06/2017
Discussão III: A globalização dos sistemas agroalimentares e as preocupações com o ?desenvolvimento sustentável?
10/06/2017
10/06/2017
Início da terceira unidade: 1-Ruralidades piauienses: atores, processos, territórios e sociabilidades
17/06/2017
17/06/2017
2-Ruralidades piauienses: atores, processos, territórios e sociabilidades
24/06/2017
24/06/2017
3-Ruralidades piauienses: atores, processos, territórios e sociabilidades
01/07/2017
01/07/2017
4-Ruralidades piauienses: atores, processos, territórios e sociabilidades.
Avaliações
Data Descrição
22/04/2017 1ª Avaliação
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Referências Complementares
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Data
Início do segundo módulo 26/04/2017

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