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CMR0321 - ESTAGIO BASICO I - Turma: 02 (2018.1)

Tópicos Aulas
Apresentação, o que é a loucura? (07/03/2018 - 07/03/2018)

Síntese de A. Lancetti (para os trabalhos em Saúde Mental e Saúde da Família). In: SaúdeLoucura vol. 7.

   Clínica Ampliada e Compartilhada 
Documento base do SUS sobre Clínica Ampliada e Compartilhada que parte dos seguintes preceitos: 1) Compreensão ampliada do processo saúde-doença: compreender que cada manifestação de sofrimento que chega sob a forma de demanda comporta aspectos que condizem ao adoecimento orgânico, às conjunturas e correlações de forças sociais (em suas diversas faces econômica, cultural, étnica, etc.), à situação afetiva mais ou menos relevante em cada momento. Assim, ao colocar em questão a fragmentação dos processos de trabalho e a delimitação disciplinar dos saberes, a Clínica Ampliada busca construir sínteses singulares para cada caso, mesmo que isto custe o tensionamento dos limites e características de cada matriz disciplinar. 2) Construção compartilhada dos diagnósticos e terapêuticas: a complexidade do objeto saúde e dos processos saúde-doença levam à necessidade de compartilhar diagnósticos e propostas de solução. Tal movimento para além da visão unidimensional (sob qualquer dos aspectos) faz o cuidado e a Clínica Ampliada extrapolar o campo da saúde na direção da ação intersetorial, que implica outros setores do poder e das políticas públicas, assim como os dispositivos disponíveis no território. 3) Ampliação do “objeto de trabalho”: uma vez que não se trata mais de doenças, mas de pessoas, há de se ter em mente que estas são indissociáveis dos laços e relações que tecem sua vida concreta e com o meio em que vivem (LANCETTI, 2002). A decorrência desta ampliação tem como desdobramento a proposta da Equipe de Referência e Apoio Matricial. A transformação dos “meios” ou instrumentos de trabalho: são imprescindíveis transformações no que diz respeito a arranjos inter e intrainstitucionais que possibilitem uma comunicação transversal nas equipes e entre as equipes que compõem as redes assistenciais. No cerne destas redes, se fazem necessárias técnicas relacionais calcadas na capacidade de escuta, na postura crítica frente aos automatismos e no fomento à capacidade de lidar com a expressão de problemas sociais e subjetivos para a construção de uma abordagem clínica compartilhada. Suporte para os profissionais de saúde: uma vez que para lidar com a complexidade dos processos saúde-doença com técnicas relacionais é impossível se refugiar na “neutralidade” e “não-envolvimento” que tradicionalmente pautam a formação para a atuação em saúde, se faz urgente criar instrumentos de suporte aos profissionais a fim de possibilitar o manejo com suas próprias questões e dificuldades. Por isso, além da educação permanente em saúde, se recomenda a construção de espaços de solidariedade, partilha e discussão dos problemas do processo de trabalho, atentando à conflitividade, à fragmentação e à resolubilidade que se desenlaçam nele.
  E. PASSOS - Complexidade, transdisciplinaridade e produção de subjetividade 
pessoal, segue o texto do Edu PASSOS - Complexidade, transdisciplinaridade e produção de subjetividade para nossa próxima aula. Saudações.
A ruptura com a Psiquiatria e as estratégias da SM e da Atenção Psicossocial (14/03/2018 - 14/03/2018)

Trabalharemos as bases da At. Psicossocial na SM a partir dos capítulos 3 e 4 do livro:

AMARANTE, P. Saúde Mental e Atenção Psicossocial. RJ: Editora Fiocruz, 2007.

Cap 3: Das Psiquaitrias reformadas às ruptura com a Psiquiatria

Cap 4: Estratégias e dimensões do campo da SM e Atenção Psicossocial

 

Embora trabalharemos com a exposição sistemática destes dois cap. recomendo a leiutra da obra integral. Trata-se de um livro pequeno de fácil leitura e que traz fundamentação elementar para a compreensão da SM e da At. Psicossocial no bojo da Luta Antimanicomial no Brasil.

 

  Clínica Ampliada e Compartilhada 
Documento base do SUS sobre Clínica Ampliada e Compartilhada que parte dos seguintes preceitos: 1) Compreensão ampliada do processo saúde-doença: compreender que cada manifestação de sofrimento que chega sob a forma de demanda comporta aspectos que condizem ao adoecimento orgânico, às conjunturas e correlações de forças sociais (em suas diversas faces econômica, cultural, étnica, etc.), à situação afetiva mais ou menos relevante em cada momento. Assim, ao colocar em questão a fragmentação dos processos de trabalho e a delimitação disciplinar dos saberes, a Clínica Ampliada busca construir sínteses singulares para cada caso, mesmo que isto custe o tensionamento dos limites e características de cada matriz disciplinar. 2) Construção compartilhada dos diagnósticos e terapêuticas: a complexidade do objeto saúde e dos processos saúde-doença levam à necessidade de compartilhar diagnósticos e propostas de solução. Tal movimento para além da visão unidimensional (sob qualquer dos aspectos) faz o cuidado e a Clínica Ampliada extrapolar o campo da saúde na direção da ação intersetorial, que implica outros setores do poder e das políticas públicas, assim como os dispositivos disponíveis no território. 3) Ampliação do “objeto de trabalho”: uma vez que não se trata mais de doenças, mas de pessoas, há de se ter em mente que estas são indissociáveis dos laços e relações que tecem sua vida concreta e com o meio em que vivem (LANCETTI, 2002). A decorrência desta ampliação tem como desdobramento a proposta da Equipe de Referência e Apoio Matricial. A transformação dos “meios” ou instrumentos de trabalho: são imprescindíveis transformações no que diz respeito a arranjos inter e intrainstitucionais que possibilitem uma comunicação transversal nas equipes e entre as equipes que compõem as redes assistenciais. No cerne destas redes, se fazem necessárias técnicas relacionais calcadas na capacidade de escuta, na postura crítica frente aos automatismos e no fomento à capacidade de lidar com a expressão de problemas sociais e subjetivos para a construção de uma abordagem clínica compartilhada. Suporte para os profissionais de saúde: uma vez que para lidar com a complexidade dos processos saúde-doença com técnicas relacionais é impossível se refugiar na “neutralidade” e “não-envolvimento” que tradicionalmente pautam a formação para a atuação em saúde, se faz urgente criar instrumentos de suporte aos profissionais a fim de possibilitar o manejo com suas próprias questões e dificuldades. Por isso, além da educação permanente em saúde, se recomenda a construção de espaços de solidariedade, partilha e discussão dos problemas do processo de trabalho, atentando à conflitividade, à fragmentação e à resolubilidade que se desenlaçam nele.
Síntese de A. Lancetti (para os trabalhos em Saúde Mental e Saúde da Família). In: SaúdeLoucura vol. 7. (21/03/2018 - 21/03/2018)
2) Cap 3+4 (4 eixos) do Amarante (28/03/2018 - 28/03/2018)
3) Lancetti - Começar clínica peripatética cap 1 (04/04/2018 - 04/04/2018)
4) Lancetti – C. peripatética cap 2 + Clínica Comum – Edu P. (11/04/2018 - 11/04/2018)
5) Lancetti – C. peripatética cap 3 + NEVES, C.A.B. et al. Teoria e práticas psicológicas em instituições públicas: uma abordagem transdisciplinar da clínica. Cad. Subjet., v.1, n.1, p.176-86, 1993. (18/04/2018 - 18/04/2018)
Antonio Lancetti - Cuidado e território no trabalho afetivo (25/04/2018 - 25/04/2018)
BAREMBLITT, G. A clínica como ela é SL5 (02/05/2018 - 02/05/2018)
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/clinica_ampliada_compartilhada.pdf (09/05/2018 - 09/05/2018)
FRANCO, L. & LANCETTI, A. Quatro observações sobre as parcerias – SL7 (16/05/2018 - 16/05/2018)
Cap 3 4 Lancetti Redução de danos (23/05/2018 - 23/05/2018)
VASCONCELOS, E. M. (Org.). Abordagens psicossociais. Vol. II – Reforma psiquiátrica e saúde mental na ótica da cultura e das lutas populares. São Paulo: HUCITEC, 2008. (30/05/2018 - 30/05/2018)
VASCONCELOS, E. M. (Org.). Abordagens psicossociais. Vol. II – Reforma psiquiátrica e saúde mental na ótica da cultura e das lutas populares. São Paulo: HUCITEC, 2008. (06/06/2018 - 06/06/2018)
VASCONCELOS, E. M. (Org.). Abordagens psicossociais. Vol. II – Reforma psiquiátrica e saúde mental na ótica da cultura e das lutas populares. São Paulo: HUCITEC, 2008. (13/06/2018 - 13/06/2018)
VASCONCELOS, E. M. (Org.). Abordagens psicossociais. Vol. II – Reforma psiquiátrica e saúde mental na ótica da cultura e das lutas populares. São Paulo: HUCITEC, 2008. (20/06/2018 - 20/06/2018)
VASCONCELOS, E. M. (Org.). Abordagens psicossociais. Vol. II – Reforma psiquiátrica e saúde mental na ótica da cultura e das lutas populares. São Paulo: HUCITEC, 2008. (27/06/2018 - 27/06/2018)
Começo das visitas técnicas observatórias e exploratórias (02/04/2018 - 02/04/2018)
  Escalação para visitas do EB1 
Atentem aos nomes e datas.
  Informativo sobre as avaliações e disparador para as notas intensivas 
Contém texto disparador para as notas intensivas.
  Ser afetado 
Texto também disponível na Xerox.
  Ser afetado 
Texto também disponível na Xerox.
Frequências da Turma
# Matrícula MAR ABR MAI JUN Total
05 12 19 26 02 09 23 07 21 28 11
1 2017913**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
2 2017913**** 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
3 2017914**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
4 2017914**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
5 2017913**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
6 2017914**** 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
7 2017912**** 4 0 0 0 0 0 0 4 0 0 4 12
8 2017913**** 0 0 0 4 0 0 0 4 0 0 0 8
9 2017914**** 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
10 2017914**** 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Unid. 2 Unid. 3 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2017913**** 8,0 7,5 10,0 8.5 0 AM
2 2017913**** 9,5 8,5 10,0 9.3 0 AM
3 2017914**** 9,5 9,5 10,0 9.7 0 AM
4 2017914**** 9,5 8,0 10,0 9.2 0 AM
5 2017913**** 8,0 8,0 10,0 8.7 0 AM
6 2017914**** 8,0 7,5 10,0 8.5 0 AM
7 2017913**** 8,0 8,5 10,0 8.8 0 AM
8 2017914**** 9,5 8,0 10,0 9.2 0 AM
9 2017912**** 8,0 5,5 10,0 7.8 0 AM
10 2017914**** 9,5 9,0 10,0 9.5 0 AM

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Notícias da Turma
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Título

Data
Correção da Atividade do dia 19, informações 11/06/2018
Sobre Apresentação no Seminário do dia 19 30/05/2018
Supervisão da terça, 24-04, 14 hrs na sala 713 + 3 arquivos enviados 20/04/2018
Próxima supervisão na terça, dia 24-04 (14-16hrs) e não dia 23 16/04/2018
Mudança de data de supervisão e texto complementar 10/04/2018
Datas e sala de supervisão e textos auxiliares 06/04/2018
Atividades de visita, a começarem esta semana 02/04/2018
Hoje o Estágio Básico 1 será na "Sala de Especialização" 19/03/2018

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