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CPSIC/CMRV019 - SEMINÁRIO PRÁTICA PSICOLÓGICA I - Turma: 03 (2018.2)

Tópicos Aulas
Supervisões combinadas em horários convenientes com a atuação nos campos (09/08/2018 - 06/12/2018)
Supervisões combinadas em horários convenientes com a atuação nos campos (09/08/2018 - 06/12/2018)
Supervisões combinadas em horários convenientes com a atuação nos campos (09/08/2018 - 06/12/2018)
Complexidade, transdisciplinaridade e produção de subjetividade (16/08/2018 - 16/08/2018)
Oficinas Terapêuticas em Saúde Mental: sujeito, produção e cidadania. Rio de Janeiro, Contra Capa Livraria, 2008. (23/08/2018 - 23/08/2018)

LIMA, E. A. Oficinas e outros dispositivos para uma clínica atravessada pela criação. In: COSTA, CM & FIGUEIREDO, AC (orgs). Oficinas Terapêuticas em Saúde Mental: sujeito, produção e cidadania. Rio de Janeiro, Contra Capa Livraria, 2008.

Autogestão e Autoanálise. Cap 1 de BAREMBLITT, G. Compêndio de Análise Institucional e outras correntes: teoria e prática. Rio de Janeiro: Rosa dos Ventos, 1992 (30/08/2018 - 30/08/2018)
Práticas de Saúde Coletiva na Atenção Primária em Saúde: a construção da prática. Cap 9: ONOCKO CAMPOS, R. Saúde Mental na Atenção Básica. In: Práticas de Saúde Coletiva na Atenção Primária em Saúde: a construção da prática. Cap 11: Apoio matricial como tecnologia de gestão e articulação em rede Cap 12 (06/09/2018 - 06/09/2018)
BARROS, R. B. & PASSOS, E. A construção do plano da clínica e o conceito de transdisciplinaridade. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 16, n. 1, p. 71-79, 2000. (13/09/2018 - 13/09/2018)
CARVALHO, R. O que passa neles? O que são? + VIDAL, P. A concepção de grupo na obra de Deleuze e Guattari (20/09/2018 - 20/09/2018)
KAMKHAGI, V. Horizontalidade, verticalidade e transversalidade em grupos + BENEVIDES DE BARROS, R. Clínica Grupal (27/09/2018 - 27/09/2018)
RAUTER, C. Oficinas, para quê? RAUTER, C. Clínica Transdisciplinar: Afirmação da multiplicidade em Deleuze/ Spinoza. In: Revista Trágica: estudos de filosofia da imanência – Vol. 8, nº 1, p. 45-56, 1º quadrimestre de 2015. (04/10/2018 - 04/10/2018)
10) ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO, CUIDADO E TERRITÓRIO ESTELLITA-LINS, C., OLIVEIRA, V. M., & COUTINHO, M. F. (2009). Clínica ampliada em saúde mental: cuidar e suposição de saber no acompanhamento terapêutico. Ciência saúde coletiva. Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, p. 195-204, fev. (11/10/2018 - 11/10/2018)
Pragmatismo pulsional João Perci SCHIAVON - Pragmatismo pulsional - In: Cadernos de Subjetividade da Puc- SP 2010 (18/10/2018 - 18/10/2018)
ROLNIK, S. Cartografia sentimental: transformações contemporâneas do desejo. Porto Alegre: Sulina; Editora da UFRGS, 2011. (25/10/2018 - 25/10/2018)
ROLNIK, S. Molda-se uma alma contemporânea: o vazio-pleno de Lygia Clark (01/11/2018 - 01/11/2018)
MARTINS, A. Pulsão de morte? Cap 3. (08/11/2018 - 08/11/2018)
ROLNIK, S. Guerra dos gêneros e guerra aos gêneros. São Paulo: Núcleo de Estudos e Pesquisas da Subjetividade da Pós-Graduação de Psicologia Clínica, PUC/SP, 1996. (15/11/2018 - 15/11/2018)
MARTINS, Carlos José. Utopias e heterotopias na obra de Michel Foucault. In: RAGO, Margareth; ORLANDI, Luiz B. L.; VEIGA-NETO, Alfredo. Imagens de Foucault e Deleuze. Rio de Janeiro: DP & A, 2002, p. 85-98. (22/11/2018 - 22/11/2018)
PERON, Paula Regina & DUNKER, C. I. L. - Usos e Sentidos da Cura na Psicanálise de Freud. Percurso. Revista de Psicanálise. v.XV, p.83 - 90, 2002. (29/11/2018 - 29/11/2018)
Avaliação coletiva (06/12/2018 - 06/12/2018)
Frequências da Turma
# Matrícula AGO SET OUT NOV DEZ Total
16 23 30 06 13 20 27 04 11 18 25 01 08 22 29 06
1 2015903**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 4
2 2015903**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
3 201496**** 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 2
4 2015902**** 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2
5 201490**** 4 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 6
6 2015900**** 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 5
7 2014911**** 4 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 6
8 2015902**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Unid. 2 Unid. 3 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2015900**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
2 2015903**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
3 2015903**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
4 201496**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
5 201490**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
6 2015902**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
7 2015902**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
8 2014911**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM

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Plano de Curso

Nesta página é possível visualizar o plano de curso definido pelo docente para esta turma.

Dados da Disciplina
Ementa: Discussão teórica de grandes temas da psicologia na contemporaneidade, relacionando-os às especificidades dos campos de atuação dos Estágios em Psicologia (conforme a ênfase escolhida pelo aluno).
Objetivos:
Metodologia de Ensino e Avaliação
Metodologia: A presente proposta de Estágio Profissional I em Saúde Mental contempla dois campos de estágio: o CTA (Centro de Testes e Amostragem) e o CAPS-II (Centro de Atenção Psicossocial), ambos sediados na cidade de Parnaíba-PI.

Guardadas as diferenças de plano e processo de trabalho específicas de cada campo, a serem debatidas e construídas em conjunto e progressivamente com a equipe dos dispositivos de acordo com as possibilidades e demandas de cada um deles, em ambos se propõe uma atuação transversal do estagiário. Isto significa que o estagiário vai trabalhar com ações informativas, grupos de apoio, de orientação e informação, atuação individuais e em grupos de contenção e contorno terapêutico voltados para aumentar a aderência, a resolubilidade e a longitudinalidade do tratamento.
A participação extensiva e intensiva do estagiário abarca atuação em oficinas e grupos terapêuticos, além das diversas modalidades de escuta e referenciação na rede de Saúde.
Como estratégia inicial de inserção, propomos a prática da ambiência em cada serviço. A ambiência, de acordo com a Política Nacional de Humanização do SUS (BRASIL, 2004), atua de maneira privilegiada sob três eixos:
1) como espaço propício à reflexão em torno da produção de subjetividade articulando-a ao processo de trabalho em saúde.
2) como modo de cuidado voltado para confortabilidade dos envolvidos, capaz de abarcar e promover, quando eventualmente necessário, um trato na privacidade e na individualidade, exaltando elementos do ambiente que interagem com cada pessoa – cor, cheiro, som, iluminação, morfologia... –, e garantindo certo conforto que, embora difícil, seja necessário a trabalhadores, paciente e sua rede social no processo de cuidado.
3) como ferramenta facilitadora do processo de trabalho funcional favorecendo a otimização de recursos e o atendimento humanizado, acolhedor e resolutivo.
A finalidade da ação/atividade de ambiência não é outra que a de constituir vínculo entre usuário e estagiário, refletir sobre a finalidade do tratamento, produção de sujeito nas oficinas terapêuticas e, principalmente, potencializar a construção e execução do Plano Terapêutico Singular, baseado nas escolhas e demandas dos usuários.
A metodologia utilizada para a atuação do estagiário em Saúde Mental vem em consonância com as práticas promulgadas pelo Ministério da Saúde (2003, 2004a, 2004b) e com autores referendados na área (BARROS, R. B. & PASSOS, 2000, 2005a, 2005b; COSTA-ROSA, 2000; LANCETTI, 2002, 2005; MENDES, 2007; MERHY, 2013; ONOCKO CAMPOS, 2008; PASSOS, 2013; RAUTER, 2012, 2015) e faz uso privilegiado do estudo de caso para as supervisões técnicas clínico-teóricas.
De acordo com o Ministério da Saúde (2003), que atenta ao desafio das práticas de saúde em construir metodologias que aliem “o âmbito clínico de intervenção com o da saúde coletiva” (p. 9), o método de estudos de caso é uma boa indicação para as práticas clínicas em Saúde, especialmente potente no tocante ao campo da Saúde Mental.
A metodologia dos estudos de caso visa legitimar as idiossincrasias, as peculiaridades, precariedades e potencialidades de cada caso e trazê-los para a composição da a rede de cuidado. Traçando cartografias de cada caso, ele passa a ser entendido como é “um ‘sistema delimitado’, algo como uma instituição, um currículo, um grupo, uma pessoa, cada qual tratado como uma entidade única, singular (ANDRÉ, 1984, p. 52).

Com isto, propomos uma atuação deslocada da perspectiva hegemonicamente identificada com os cursos de psicologia, cientificista e interpretativa, que se pretende neutra e asséptica em relação a tudo aquilo que não cabe no âmbito estrito dos objetos bem delimitados das teorias e sistemas psicológicos.
Ao invés de atuar sobre os objetos, propomos a invenção cotidiana de práticas que operem contiguamente às questões e problemas colocados em nossa realidade. Uma atuação a partir de, um agir diante de, levando em conta o contexto sócio-político atentando aos pontos de singularidade visando acolher as demandas, sem julgamento prévio, para se traçar em conjunto com a equipe as estratégias de cuidado com cada usuário e sua rede ecosófica afetiva, social e pessoal, tendo como base a fundamentação dos Projetos Terapêuticos Singulares trabalhando a partir daquilo que é possível e necessário de ser executado para o usuário dos serviços com a participação direta dele (Ministério da Saúde, 2003).
Por fim, nossa aposta técnico-teórica almeja fortalecer os elos entre os campos de estágios e a instituição; primando pela formação cultural e profissional do educando, conhecer os diversos locais de assistência, os planos terapêuticos adotados, o perfil dos pacientes e os diferentes modos de cuidar.
Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: Avaliação a ser construída conjuntamente no decorrer do processo composta por:
Um diário de itinerância (10 pts)
Análise de implicação (10 pts)
Confecção de uma narrativa transversal sobre a experiência (10 pts)
Horário de atendimento: Horários de supervisão e seminários de práticas e extras a combinar com o professor
Bibliografia: ANDRÉ, M. E. D. A. (1984). Estudo de Caso: seu potencial na educação. Caderno de Pesquisa, 49, 51-54. Disponível em http://educa.fcc.org.br/pdf/cp/n49/ n49a06.pdf
BARROS, R. B. & PASSOS, E. A construção do plano da clínica e o conceito de transdisciplinaridade. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 16, n. 1, p. 71-79, 2000.
____________________________ Humanização na saúde: um novo modismo? Interface Comunic. Saúde Educ. mar-ago;9(17):389-94 de 2005a.
____________________________ A humanização como dimensão pública das políticas de saúde. Ciencia Saude Coletiva. mar-ago;10(3):561-71 de 2005b.
COSTA-ROSA, A. O modo psicossocial: um paradigma das práticas substitutivas ao modo asilar. In: AMARANTE, P., (org.) Ensaios: subjetividade, saúde mental, sociedade. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2000.
LANCETTI, A. Síntese metodológica. In: LANCETTI, A. (Org) SaúdeLoucura 7: Saúde Mental e Saúde da Família. 2 ed. São Paulo: Hucitec, 2002.
LANCETTI, A. Clínica Peripatética. São Paulo: Hucitec, 2005.
MENDES, V. L. F. Uma clínica no Coletivo - Experimentações no Programa de Saúde da Família. São Paulo: Hucitec, 2007.
MERHY, E. E. Vivenciar um campo de formação de profissionais de saúde: dobrando em mim o fazer da Unifesp Baixada Santista. In: CAPOZZOLO A. A., CASETTO, S. J., HENZ, A.O. (org.). Clínica comum: itinerários de uma formação em saúde. São Paulo: Hucitec; 2013.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. (2003). A política do Ministério da Saúde para Atenção Integral a Usuários de Álcool e Outras Drogas. Brasília: Autor.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. (2004a). Saúde Mental no SUS: os centros de atenção psicossocial. Brasília: Autor.
MINISTÉRIO DA SAÚDE (2004b). Política Nacional de Humanização: Documento base para gestores e trabalhadores do SUS. Brasília.
ONOCKO CAMPOS, R. (Et. Al.). Avaliação em saúde mental: participação, intervenção e produção de narratividade. São Paulo: Hucitec, 2008.
PASSOS, E. A construção da clínica comum e as áreas profissionais. In: CAPOZZOLO A. A., CASETTO, S. J., HENZ, A.O. (org.). Clínica comum: itinerários de uma formação em saúde. São Paulo: Hucitec; 2013.
RAUTER, C. A clínica do esquecimento. Niterói: Editora da UFF: 2012.
___________ Clínica Transdisciplinar: Afirmação da multiplicidade em Deleuze/ Spinoza. In: Revista Trágica: estudos de filosofia da imanência – Vol. 8, nº 1, p. 45-56, 1º quadrimestre de 2015.
SARACENO, B. (1999) Libertando identidades – da reabilitação psicossocial a cidadania possível. 6.ed. Rio de Janeiro: Tecorar.
SAWAIA, B. (org). (1999) As Artimanhas da Exclusão. Uma análise psicossocial e ética da desigualdade social. Rio de janeiro: Vozes.
VENTURA, M. M. (2007). O estudo de caso como metodologia de pesquisa. Revista SOCERJ, 20(5), 383-386.
ZIMERMAN, D. & cols. (1997) Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre: Artes Médicas.
Cronograma de Aulas

Início

Fim

Descrição
09/08/2018
06/12/2018
Supervisões combinadas em horários convenientes com a atuação nos campos
09/08/2018
06/12/2018
Supervisões combinadas em horários convenientes com a atuação nos campos
09/08/2018
06/12/2018
Supervisões combinadas em horários convenientes com a atuação nos campos
16/08/2018
16/08/2018
Complexidade, transdisciplinaridade e produção de subjetividade
23/08/2018
23/08/2018
Oficinas Terapêuticas em Saúde Mental: sujeito, produção e cidadania. Rio de Janeiro, Contra Capa Livraria, 2008.
30/08/2018
30/08/2018
Autogestão e Autoanálise. Cap 1 de BAREMBLITT, G. Compêndio de Análise Institucional e outras correntes: teoria e prática. Rio de Janeiro: Rosa dos Ventos, 1992
06/09/2018
06/09/2018
Práticas de Saúde Coletiva na Atenção Primária em Saúde: a construção da prática. Cap 9: ONOCKO CAMPOS, R. Saúde Mental na Atenção Básica. In: Práticas de Saúde Coletiva na Atenção Primária em Saúde: a construção da prática. Cap 11: Apoio matricial como tecnologia de gestão e articulação em rede Cap 12
13/09/2018
13/09/2018
BARROS, R. B. & PASSOS, E. A construção do plano da clínica e o conceito de transdisciplinaridade. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 16, n. 1, p. 71-79, 2000.
20/09/2018
20/09/2018
CARVALHO, R. O que passa neles? O que são? + VIDAL, P. A concepção de grupo na obra de Deleuze e Guattari
27/09/2018
27/09/2018
KAMKHAGI, V. Horizontalidade, verticalidade e transversalidade em grupos + BENEVIDES DE BARROS, R. Clínica Grupal
04/10/2018
04/10/2018
RAUTER, C. Oficinas, para quê? RAUTER, C. Clínica Transdisciplinar: Afirmação da multiplicidade em Deleuze/ Spinoza. In: Revista Trágica: estudos de filosofia da imanência – Vol. 8, nº 1, p. 45-56, 1º quadrimestre de 2015.
11/10/2018
11/10/2018
10) ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO, CUIDADO E TERRITÓRIO ESTELLITA-LINS, C., OLIVEIRA, V. M., & COUTINHO, M. F. (2009). Clínica ampliada em saúde mental: cuidar e suposição de saber no acompanhamento terapêutico. Ciência saúde coletiva. Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, p. 195-204, fev.
18/10/2018
18/10/2018
Pragmatismo pulsional João Perci SCHIAVON - Pragmatismo pulsional - In: Cadernos de Subjetividade da Puc- SP 2010
25/10/2018
25/10/2018
ROLNIK, S. Cartografia sentimental: transformações contemporâneas do desejo. Porto Alegre: Sulina; Editora da UFRGS, 2011.
01/11/2018
01/11/2018
ROLNIK, S. Molda-se uma alma contemporânea: o vazio-pleno de Lygia Clark
08/11/2018
08/11/2018
MARTINS, A. Pulsão de morte? Cap 3.
15/11/2018
15/11/2018
ROLNIK, S. Guerra dos gêneros e guerra aos gêneros. São Paulo: Núcleo de Estudos e Pesquisas da Subjetividade da Pós-Graduação de Psicologia Clínica, PUC/SP, 1996.
22/11/2018
22/11/2018
MARTINS, Carlos José. Utopias e heterotopias na obra de Michel Foucault. In: RAGO, Margareth; ORLANDI, Luiz B. L.; VEIGA-NETO, Alfredo. Imagens de Foucault e Deleuze. Rio de Janeiro: DP & A, 2002, p. 85-98.
29/11/2018
29/11/2018
PERON, Paula Regina & DUNKER, C. I. L. - Usos e Sentidos da Cura na Psicanálise de Freud. Percurso. Revista de Psicanálise. v.XV, p.83 - 90, 2002.
06/12/2018
06/12/2018
Avaliação coletiva
Avaliações
Data Descrição
05/12/2018 1ª Avaliação
06/12/2018 2ª Avaliação
07/12/2018 3ª Avaliação
: Referência consta na biblioteca
Referências Básicas
Tipo de material Descrição
Referências Complementares
Tipo de material Descrição
Notícias da Turma
: Visualizar

Título

Data
A reivindicação à neurodiversidade por parte dos autistas 19/09/2018
Seminário de práticas 09/08/2018
Começo das atividades na próxima semana 03/08/2018

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - STI/UFPI - (86) 3215-1124 | sigjb06.ufpi.br.instancia1 vSIGAA_3.12.1716 22/09/2026 02:48