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CPSIC/CMRV024 - ESTÁGIO PROFISSIONAL EM PSICOLOGIA II/SAÚDE COLETIVA - Turma: 01 (2019.2)

Tópicos Aulas
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (05/08/2019 - 05/08/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (08/08/2019 - 08/08/2019)
RECESSO (12/08/2019 - 12/08/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (15/08/2019 - 15/08/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (19/08/2019 - 19/08/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (22/08/2019 - 22/08/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (26/08/2019 - 26/08/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (29/08/2019 - 29/08/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (02/09/2019 - 02/09/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (05/09/2019 - 05/09/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (09/09/2019 - 09/09/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (12/09/2019 - 12/09/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (16/09/2019 - 16/09/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (19/09/2019 - 19/09/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (23/09/2019 - 23/09/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (26/09/2019 - 26/09/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (30/09/2019 - 30/09/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (03/10/2019 - 03/10/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (07/10/2019 - 07/10/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (10/10/2019 - 10/10/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (14/10/2019 - 14/10/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (17/10/2019 - 17/10/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (21/10/2019 - 21/10/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (24/10/2019 - 24/10/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (28/10/2019 - 28/10/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (31/10/2019 - 31/10/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (04/11/2019 - 04/11/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (07/11/2019 - 07/11/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (11/11/2019 - 11/11/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (14/11/2019 - 14/11/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (18/11/2019 - 18/11/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (21/11/2019 - 21/11/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (25/11/2019 - 25/11/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (28/11/2019 - 28/11/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (02/12/2019 - 02/12/2019)
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS (05/12/2019 - 05/12/2019)
Frequências da Turma
# Matrícula AGO SET OUT NOV DEZ Total
05 06 07 08 09 12 13 15 16 19 20 21 22 23 26 27 28 29 30 02 03 04 05 06 09 10 11 12 13 16 17 18 19 20 23 24 25 26 27 30 01 02 03 07 08 09 10 11 14 16 17 18 21 22 23 24 25 29 30 31 01 04 05 06 07 08 11 12 13 14 18 19 20 21 22 25 26 27 28 29 02 03 04 05 06 09 10 11
1 2015903**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
2 2015904**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Unid. 2 Unid. 3 Unid. 4 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2015903**** 10,0 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
2 2015904**** 10,0 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM

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Plano de Curso

Nesta página é possível visualizar o plano de curso definido pelo docente para esta turma.

Dados da Disciplina
Ementa: Execução do projeto de estágio desenvolvido no Estágio Profissional I. Atividades de maior complexidade, como a realização de documentos decorrentes de avaliação psicológica e intervenções profissionais supervisionadas. Atividades desenvolvidas com supervisão acadêmica e também, preferencialmente, local. Estágio da ênfase em clínica realizado em contexto da clínica do adolescente e adulto: SAP, CAPS e outras instituições de finalidade semelhante. Ênfase em Saúde Coletiva realizada preferencialmente com Intervenção em contexto de organizações da sociedade organizada: associações, ong’s, serviços públicos de saúde, entidades de classe, e afins.
Objetivos:
Metodologia de Ensino e Avaliação
Metodologia: A presente proposta de Estágio Profissional I em Saúde Mental contempla dois campos de estágio: o CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento) e o CAPS-II (Centro de Atenção Psicossocial), ambos sediados na cidade de Parnaíba-PI.

Guardadas as diferenças de plano e processo de trabalho específicas de cada campo, a serem debatidas e construídas em conjunto e progressivamente com a equipe dos dispositivos de acordo com as possibilidades e demandas de cada um deles, em ambos se propõe uma atuação transversal do estagiário. Isto significa que o estagiário vai trabalhar com ações informativas, grupos de apoio, de orientação e informação, atuação individuais e em grupos de contenção e contorno terapêutico voltados para aumentar a aderência, a resolubilidade e a longitudinalidade do tratamento.
A participação extensiva e intensiva do estagiário abarca atuação em oficinas e grupos terapêuticos, além das diversas modalidades de escuta e referenciação na rede de Saúde.
Como estratégia inicial de inserção, propomos a prática da ambiência em cada serviço. A ambiência, de acordo com a Política Nacional de Humanização do SUS (BRASIL, 2004b), atua de maneira privilegiada sob três eixos:
1) como espaço propício à reflexão em torno da produção de subjetividade articulando-a ao processo de trabalho em saúde.
2) como modo de cuidado voltado para confortabilidade dos envolvidos, capaz de abarcar e promover, quando eventualmente necessário, um trato na privacidade e na individualidade, exaltando elementos do ambiente que interagem com cada pessoa – cor, cheiro, som, iluminação, morfologia... –, e garantindo certo conforto que, embora difícil, seja necessário a trabalhadores, paciente e sua rede social no processo de cuidado.
3) como ferramenta facilitadora do processo de trabalho funcional favorecendo a otimização de recursos e o atendimento humanizado, acolhedor e resolutivo.
A finalidade da ação/atividade de ambiência não é outra que a de constituir vínculo entre usuário e estagiário, refletir sobre a finalidade do tratamento, produção de sujeito nas oficinas terapêuticas e, principalmente, potencializar a construção e execução do Plano Terapêutico Singular, baseado nas escolhas e demandas dos usuários.
A metodologia utilizada para a atuação do estagiário em Saúde Mental vem em consonância com as práticas promulgadas pelo Ministério da Saúde (2003, 2004a, 2004b) e com autores referendados na área (BARROS & PASSOS, 2000, 2005a, 2005b; COSTA-ROSA, 2000; LANCETTI, 2002, 2005; MENDES, 2007; MERHY, 2013; ONOCKO CAMPOS, 2008; PASSOS, 2013; RAUTER, 2012, 2015) e faz uso privilegiado do estudo de caso para as supervisões técnicas clínico-teóricas.
De acordo com o Ministério da Saúde (2003), que atenta ao desafio das práticas de saúde em construir metodologias que aliem “o âmbito clínico de intervenção com o da saúde coletiva” (p. 9), o método de estudos de caso é uma boa indicação para as práticas clínicas em Saúde, especialmente potente no tocante ao campo da Saúde Mental.
A metodologia dos estudos de caso visa legitimar as idiossincrasias, as peculiaridades, precariedades e potencialidades de cada caso e trazê-los para a composição da a rede de cuidado. Traçando cartografias de cada caso, ele passa a ser entendido como é “um ‘sistema delimitado’, algo como uma instituição, um currículo, um grupo, uma pessoa, cada qual tratado como uma entidade única, singular (ANDRÉ, 1984, p. 52).

Com isto, propomos uma atuação deslocada da perspectiva hegemonicamente identificada com os cursos de psicologia, cientificista e interpretativa, que se pretende neutra e asséptica em relação a tudo aquilo que não cabe no âmbito estrito dos objetos bem delimitados das teorias e sistemas psicológicos.
Ao invés de atuar sobre os objetos, propomos a invenção cotidiana de práticas que operem contiguamente às questões e problemas colocados em nossa realidade. Uma atuação a partir de, um agir diante de, levando em conta o contexto sócio-político atentando aos pontos de singularidade visando acolher as demandas, sem julgamento prévio, para se traçar em conjunto com a equipe as estratégias de cuidado com cada usuário e sua rede ecosófica afetiva, social e pessoal, tendo como base a fundamentação dos Projetos Terapêuticos Singulares trabalhando a partir daquilo que é possível e necessário de ser executado para o usuário dos serviços com a participação direta dele (Ministério da Saúde, 2003).
Por fim, nossa aposta técnico-teórica almeja fortalecer os elos entre os campos de estágios e a instituição; primando pela formação cultural e profissional do educando, conhecer os diversos locais de assistência, os planos terapêuticos adotados, o perfil dos pacientes e os diferentes modos de cuidar.
Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: Avaliação a ser construída conjuntamente no decorrer do processo composta por:
Um diário de itinerância (10 pts)
Análise de implicação (10 pts)
Confecção de uma narrativa transversal sobre a experiência (10 pts)
Horário de atendimento: segundas e quintas, no período da tarde
Bibliografia: Lancetti: Síntese metodológica

Clínica transdisciplinar:
BARROS, R. B. & PASSOS, E. A construção do plano da clínica e o conceito de transdisciplinaridade. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 16, n. 1, p. 71-79, 2000.
Complementares:
NEVES, C.A.B. et al. Teoria e práticas psicológicas em instituições públicas: uma abordagem transdisciplinar da clínica. Cad. Subjet., v.1, n.1, p.176-86, 1993.
e
PASSOS, E.; BENEVIDES, R. Complexidade, transdisciplinaridade e produção de subjetividade. In: FONSECA, T. M. G.; KIRST, P. G. Cartografias e Devires: a construção do presente. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2003.
https://app.uff.br/slab/uploads/texto33.pdf

15/09: portarias
Referências crepop – ist



Autogestão e Autoanálise.
Cap 1 de BAREMBLITT, G. Compêndio de Análise Institucional e outras correntes: teoria e prática. Rio de Janeiro: Rosa dos Ventos, 1992
+
BAREMBLITT, G. Introdução ao movimento institucionalista. SL1.


GULJOR; ALVES, O cuidado em Saúde Mental
Alves e Guljor elencam premissas basilares para o cuidado em saúde mental. Primeiramente, destacam a necessidade da liberdade do usuário; operam uma crítica em relação ao isolamento instituído pelo aparato manicomial. Torna-se fundamental para o usuário o agenciamento do convívio social e de seus laços afetivos. Como consequência, investe-se no potencial do sujeito em levar sua própria vida e fazer suas escolhas, auxiliando na construção da autonomia de modo singular.

MERHY, E. Cuidado com o cuidado em saúde: saber explorar seus paradoxos para um agir manicomial. A Reforma psiquiátrica no cotidiano II.

BEZERRA JR. A clínica e a Reabilitação psicossocial. In: PITTA, A. (Org.). Rea-bilitação Psicossocial no Brasil. São Paulo: Hucitec, 2001

AUTOGESTÃO E PAIDEIA
Metodologia e práxis: democracia, cogestão e apoio. Cap 1 (p.13-49) de CAMPOS, G. W. S.; CUNHA G. T.; FIGUEIREDO, M. Práxis e formação paideia: apoio e cogestão em saúde. São Paulo: Hucitec, 2013.
Gastão Wagner de Sousa Campos, Gustavo Tenório Cunha e Mariana Dorsa Figueiredo escreveram este livro com base em investigações sobre a formação e o trabalho em saúde. Valeram-se de amplo referencial teórico para interpretar experiências de formação em saúde. Buscaram em Vigotsky, Balint e em vários outros autores, apoio para pensar uma pedagogia interativa, em que mestre e aprendiz atuem ativamente em sistema de cogestão, valendo-se sempre de um aprendizado centrado na prática e na reflexão sobre a própria experiência segundo a lógica da Práxis, da solidariedade social e da democracia. Discutem-se metodologias e estratégias para formação de profissionais e de gestores, para a formação comum a várias profissões de saúde via experiência com os recursos de cada situação da "clínica comum".


CLÍNICA COMUM
PASSOS, E. A construção da clínica comum e as áreas profissionais. In: CAPOZZOLO A. A., CASETTO, S. J., HENZ, A.O. (org.). Clínica comum: itinerários de uma formação em saúde. São Paulo: Hucitec; 2013

1) Trabalho de campo
Anexos da Clínica do Comum:
- A narrativa na Clínica do Comum
- Orientações para o trabalho de campo
- Notas sobre Grupos
- Roteiro de plano de trabalho com grupos
- Orientações para os grupos focais
- Roteiros dos grupos focais
- Avaliação


1) Distintas concepções de grupo
CARVALHO, R. O que passa neles? O que são?
+
VIDAL, P. A concepção de grupo na obra de Deleuze e Guattari
+
LANCETTI, A. Para uma reformulação da ação Grupal
+
MAGALHÃES, P. Síntese crítica da teoria dos grupos em G. Lapassade DELEUZE, G. Três problemas de grupos. In: GUATTARI, F. Psicanálise e Transversalidade.
+
KAMKHAGI, V. Horizontalidade, verticalidade e transversalidade em grupos
+
BENEVIDES DE BARROS, R. Clínica Grupal
RAUTER, C. Oficinas, para quê?

RAUTER, C. Clínica Transdisciplinar. In: CLÍNICA E POLÍTICA: SUBJETIVIDADE, DIREITOS HUMANOS E INVENÇÃO DE PRÁTICAS CLÍNICAS 2. Rio de Janeiro. Ed. Abaquar. 2009
RAUTER, C. Clínica Transdisciplinar: Afirmação da multiplicidade em Deleuze/ Spinoza. In: Revista Trágica: estudos de filosofia da imanência – Vol. 8, nº 1, p. 45-56, 1º quadrimestre de 2015.


LANCETTI, A. – Cuidado e território no Território afetivo. In: Cadernos de Subjetividade da Puc- SP 2010




Alfredo Naffah Neto. Princípios para uma psicoterapia genealógica: a vida como valor maior. Cad PUC tempo

BENEVIDES BARROS, R.; E. PASSOS. O que pode a clínica? A posição de um problema e de um paradoxo. In: Fonseca, T; Engelman, Selda (org) CORPO, ARTE E CLÍNICA. Porto Alegre: UFGRS Ed. 2004

RAUTER, CRISTINA. Subjetividade, Arte & Clínica.in. SAÚDE e LOUCURA 6, SUBJETIVIDADE. Sâo paulo. Ed.hucitec. 1997


MARTINS, A. Pulsão de morte? Cap 3.
FOUCAULT, M. O corpo utópico, As Heterotopias. Posfácio de Daniel Defert. São Paulo: n-1 Edições, 2013.
SaúdeLoucura – Castel...?

LEITÃO, B. S. Clínica e Processos de subjetivação. In: Grupos e instituições e análise.

Por uma concepção e prática clínica culturalmente sensível para com a loucura. ESCRITOS MILITANTES.
ROMAGNOLI, R. Por uma clínica da resistência: experimentações desinstitucionalizantes.
FREIRE COSTA, J. Criatividade, transgressão e ética. In: Peixoto, C. A. Transgressões.

Extra:
COSTA-ROSA, A. Ética e clínica na Atenção Psicossocial: contribuições de psicanálise de Freud a Lacan, Revista Saúde e Sociedade. São Paulo, Usp, v. 20, n. 3, p.743-757, 2011.
BENEVIDES, R.; PASSOS, E. A humanização como dimensão pública das políticas de saúde. Cienc. Saude Colet., v.10, n.3, p.561-1, 2005.
LANCETTI, A. Clínica Peripatética. São Paulo: Hucitec, 2005.
RAUTER, C. A clínica do esquecimento. Niterói: Editora da UFF: 2012.
ALC HECKERT, CAB NEVES, Modos de formar e modos de intervir: de quando a formação se faz potência de produção de coletivo
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_humanizaSUS.pdf

NEVES, C. E. A. B., JOSEPHSON, Sílvia Carvalho. A Crítica como Clínica In: Texturas da Psicologia- Subjetividade e Política no Contemporâneo.1º ed. São Paulo : Casa do Psicólogo, 2002, p. 99-108.
https://app.uff.br/slab/uploads/texto83.pdf
Cronograma de Aulas

Início

Fim

Descrição
05/08/2019
05/08/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
08/08/2019
08/08/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
12/08/2019
12/08/2019
RECESSO
15/08/2019
15/08/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
19/08/2019
19/08/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
22/08/2019
22/08/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
26/08/2019
26/08/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
29/08/2019
29/08/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
02/09/2019
02/09/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
05/09/2019
05/09/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
09/09/2019
09/09/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
12/09/2019
12/09/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
16/09/2019
16/09/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
19/09/2019
19/09/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
23/09/2019
23/09/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
26/09/2019
26/09/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
30/09/2019
30/09/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
03/10/2019
03/10/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
07/10/2019
07/10/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
10/10/2019
10/10/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
14/10/2019
14/10/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
17/10/2019
17/10/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
21/10/2019
21/10/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
24/10/2019
24/10/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
28/10/2019
28/10/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
31/10/2019
31/10/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
04/11/2019
04/11/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
07/11/2019
07/11/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
11/11/2019
11/11/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
14/11/2019
14/11/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
18/11/2019
18/11/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
21/11/2019
21/11/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
25/11/2019
25/11/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
28/11/2019
28/11/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
02/12/2019
02/12/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
05/12/2019
05/12/2019
SUPERVISÃO + SEMINÁRIO DE PRÁTICAS
Avaliações
Data Descrição
29/08/2019 1ª Avaliação
26/09/2019 2ª Avaliação
24/10/2019 3ª Avaliação
05/12/2019 4ª Avaliação
: Referência consta na biblioteca
Referências Básicas
Tipo de material Descrição
Referências Complementares
Tipo de material Descrição
Notícias da Turma
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Título

Data
COMEÇO DIA 5 DE AGOSTO, 14:30 05/08/2019

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - STI/UFPI - (86) 3215-1124 | sigjb05.ufpi.br.instancia1 vSIGAA_3.12.1716 22/09/2026 03:34