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CMR0339 - SAUDE MENTAL - Turma: 01 (2025.2)

Tópicos Aulas
1. Atividade remota – ler “O alienista” de Machado de Assis (11/08/2025 - 11/08/2025)

Ler a obra pioneira de 

Machado de Assis

ASSIS, Machado de. O alienista. In: Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994

http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000231.pdf

 

Material extra – para quem preferir, tem um média e um longa metragem para “O alienista”:

https://www.dailymotion.com/video/xy8ia4

   Passos, I. F. Reforma psiquiátrica: as experiências francesa e italiana. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009. 
Passos, I. F. Reforma psiquiátrica: as experiências francesa e italiana. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009. usaremos os capítulos a seguir: Cap. 7. LA BORDE acolhimento da diferença ou prática extemporânea? a. VIVENDO E SE TRATANDO NO COLETIVO b. O ESPAÇO-TEMPO SOCIAL SOB SUSPEIÇÃO c. DUAS VERSÕES HISTÓRICAS PARA A PSICOTERAPIA INSTITUCIONAL E na aula posteior, este: 5 A REFORMA ITALIANA COMO EXPERIÊNCIA NACIONAL, POLÊMICA E PLURAL a. PEQUENA INTRODUÇÃO HISTÓRICA À REFORMA ITALIANA b. PANORAMA ATUAL DA REFORMA ITALIANA c. QUESTÃO DE OPORTUNIDADE, MAS TAMBÉM DE OPÇÃO e. UM NOVO SIGNIFICADO PARA O CONCEITO DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO
2. Atividade remota - série de podcasts O Pastor, produzida pela Rádio Escafandro (15/08/2025 - 15/08/2025)

Vamos usar a série de podcasts O Pastor, produzida pela Rádio Escafandro em atividades de sala de aula e de avaliação na primeira parte da disciplina.

A série investigativa em formato de podcast O Pastor, produzida pela Rádio Escafandro. Composta por sete episódios (do episódio 100 ao 106), essa narrativa jornalística investiga a atuação do pastor evangélico Arison Farias de Aguiar, responsável pelo projeto “Resgatando Cativos” na cidade de Itacoatiara (AM).

A série expõe práticas alarmantes: resgates de dependentes químicos transformados em reality show no Facebook, sem apoio técnico adequado; relatos de abuso, manipulação emocional, suspeitas de trabalho análogo ao escravo, ligações com o tráfico local e corrupção de órgãos sociais e policiais

Cada episódio é narrado com rigor jornalístico por Tomás Chiaverini e inclui entrevistas, gravações de campo e áudios de arquivo

 

É possível escutar os 7 episódios separadamente ou em conjunto nos principais aplicativos de áudio, no YouTube ou no site da RÁDIO ESCAFANDRO:

 

https://radioescafandro.com/2023/10/30/100-o-pastor-jogo-de-cena/

 

https://radioescafandro.com/2023/12/14/privado-o-pastor-serie-de-6-episodios/

3. Apresentação do curso. A determinação histórica da loucura: desrazão e loucura, doença ou desvio? (18/08/2025 - 18/08/2025)

Material básico:

PRADO, G. A. S. Revisitando a História da loucura: experiência trágica, exclusão, captura e tutela. Estudos Contemporâneos da Subjetividade, v. 6, p. 223-238, 2016. Disponível em: http://www.periodicoshumanas.uff.br/ecos/article/viewFile/1855/1326

 https://www.researchgate.net/publication/342452878_Revisitando_a_Historia_da_loucura_experiencia_tragica_exclusao_captura_e_tutela_Revisiting_Madness_and_civilization_tragic_experience_exclusion_seizure_and_guardianship 

AMARANTE, P. Rumo ao fim dos manicômios. Viver mente e cérebro, v. 14, n. 164, p. 30-35, set. 2006.

https://drive.google.com/file/d/1SRVDbjsniXNs7ipmznouzXVqVixFxFJ9/view?usp=sharing

https://espiritualidades.com.br/Artigos/A_autores/AMARANTE_Paulo_tit_Rumo_ao_fim_dos_manicomios.htm

 

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Material Extra facultativo:

  1. Um louco – Guy Maupassant

http://grafados.blogspot.com/2016/08/um-louco-guy-de-maupassant-conto.html

https://www.youtube.com/watch?v=kCApDq6k1ww

  1. Carta de um louco – Guy Maupassant

https://www.contosdeterror.site/2020/12/carta-de-um-louco-conto-classico.html

https://www.youtube.com/watch?v=ToMGdtgbOmQ

  1. Diário de um louco – Nicolai Gogól

https://www.youtube.com/watch?v=gwjyc2UeGMM

Para escapar da insignificância de uma vida onde nada se passa, o funcionário público Axenty Ivanovitch Propritchin, cria para si um mundo de fantasias capaz de lhe proporcionar vivências, desejos e poderes. A alienação, o manicômio, a solidão e a pequenez da vida configuram os laços que costuram essa narrativa recheada desvarios e críticas pertinentes. Um texto que nos faz refletir sobre as causas sociais da loucura, as realidades e o anseios humanos em um mundo real e em “mundos imaginados”, ou melhor, entre o mundo que nos é oferecido e o mundo ao qual queremos ter acesso. Símbolo das narrativas de Gogól, Axenty representa as deformações e caricaturas da literatura de acusação, desse que é considerado por muitos um dos "pais da literatura russa”.

4. Um desafio à formação: nem a fuga da teoria, nem a recusa da invenção (22/08/2025 - 22/08/2025)

Material Básico:

LOBOSQUE, A. M. (org.) Caderno Saúde Mental. A Reforma Psiquiátrica que Queremos. Por uma Clínica Antimanicomial. Belo Horizonte: ESP-MG, 2006

https://drive.google.com/file/d/1W1oLh8V2nPTPkdAXIdBIU8O38h5E42WU/view?usp=sharing

Um desafio à formação: nem a fuga da teoria, nem a recusa da invenção p. 33 - Ana Marta Lobosque

 

 

 

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Material Extra:

 

Menino 23

https://www.youtube.com/watch?v=4wmraawmw38  

Entendendo o Racismo Estrutural e a Eugenia no Brasil – 14m.

https://www.youtube.com/watch?v=983Ffgj_gBw

 

5. O Paradigma Psiquiátrico (25/08/2025 - 25/08/2025)

Amarante, P. (1996). O homem e a serpente: outras histórias para a loucura e a psiquiatria. Editora Fiocruz.

Cap - O Paradigma Psiquiátrico 

https://drive.google.com/file/d/13fTDm3mfjONcZeO-55fmnk0QsRsjeOlv/view?usp=sharing 

 

Memória da reforma psiquiátrica no brasil - do nascimento da psiquiatria ao início da reforma – 18 m.

https://www.youtube.com/watch?v=611777tFm8k 

6. Higienismo e Degeneração: Racismo, Drogas no Direito e na Medicina brasileiras (29/08/2025 - 29/08/2025)

Material Básico:

Prado, G. Paradigma Manicomial e Proibicionismo como Operadores da Guerra de Raças no Brasil. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 43, p. 1-17, 2023.

https://doi.org/10.1590/1982-3703003244329

https://www.scielo.br/j/pcp/a/mh8RnvPB6Vk3btcB4QcjybG/?format=pdf&lang=pt

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Material Extra:

 

Homo Sapiens 1900 Eugenia legendado – 1:20 hr

https://www.youtube.com/watch?v=TPSjjElIIZM

BBC - Racismo Científico, Darwinismo Social e Eugenia – 52 min

https://www.youtube.com/watch?v=hPYZi_AlTh4

7. Reformas do Campo Psiquiátrico: contexto geral e Psicoterapia Institucional e Psiquiatria de Setor (01/09/2025 - 01/09/2025)

AMARANTE, P. Loucos pela vida: a trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil. - Revisitando paradigmas do Saber Psiquiátrico - Cap. 1 (30 p.)

https://drive.google.com/file/d/16E3n7GJTIdmhsj-Nrg7LgIlk9V0LPLlh/view?usp=sharing

 

Material extra:

Desviat, M. (1999). Desinstitucionalização e psiquiátrica comunitária no EUA. In M. Desviat. A reforma psiquiátrica (pp.55-75). Rio de Janeiro: Editora Fiocruz.

https://drive.google.com/file/d/1ANC2uqz0ToaJntN8KAOLIsfQSqd0Grs7/view?usp=sharing

8. Reformas do Campo Psiquiátrico: Psicoterapia Institucional e Psiquiatria de Setor (05/09/2025 - 05/09/2025)

Passos, I. F. Reforma psiquiátrica: as experiências francesa e italiana. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009.

Cap. 7.  LA BORDE acolhimento da diferença ou prática extemporânea?

  1. VIVENDO E SE TRATANDO NO COLETIVO
  2. O ESPAÇO-TEMPO SOCIAL SOB SUSPEIÇÃO
  3. DUAS VERSÕES HISTÓRICAS PARA A PSICOTERAPIA INSTITUCIONAL

 

Jean Oury e Félix Guattari: clínica La Borde (1986) Legendado – 4m.

https://www.youtube.com/watch?v=SCxBfuLx3zU

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Material Extra:

GUATTARI, F. Caosmose. São Paulo: Editora 34, 1992.

Cap 7. Práticas analíticas e práticas sociais

https://drive.google.com/file/d/1MPVF6uOCMfKAQNgiactnoheQxa3kKXkE/view?usp=sharing

 

 

Félix Guattari: esquizoanálise e vivências na La Borde | Live com Monica Silva - 1:40h

https://www.youtube.com/watch?v=RGo-7SxJO08

La Borde, le droit à la folie – 1h.

https://www.youtube.com/watch?v=iDh6mMTqORQ&t=284s

 

 

  Passos, I. F. Reforma psiquiátrica as experiências francesa e italiana. Rio de Janeiro Editora Fiocruz, 2009..pdf 
Passos, I. F. Reforma psiquiátrica as experiências francesa e italiana. Rio de Janeiro Editora Fiocruz, 2009..pdf
Feriado - N.S. Mãe da Divina Graça – Padroeira de Parnaíba (08/09/2025 - 08/09/2025)
Feriado - N.S. Mãe da Divina Graça – Padroeira de Parnaíba (08/09/2025)
9. Reformas do Campo Psiquiátrico: Comunidades Terapêuticas e Antipsiquiatria (12/09/2025 - 12/09/2025)

Material Básico:

Oliveira, W. (2011). A fabricação da loucura: contracultura e antipsiquiatria. História, Ciências, Saúde-manguinhos, 18(1), 141–154. https://doi.org/10.1590/S0104-59702011000100009

 

Para Laing a loucura era uma viagem autocurativa. Ele acreditava que se os pacientes recebessem um ambiente suficientemente favorável, eles sairiam recuperados.

https://www-bbc-com.translate.goog/news/uk-scotland-38816660?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=tc

 

 

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Material extra:

Tem um bom filme sobre Laing, de 2017, “Mad to Be Normal” – está no cartaz do Amazon Prime e o Filme completo está disponível no Stremio e outras plataformas online.

https://www.adorocinema.com/filmes/filme-237913/

https://www.youtube.com/watch?v=mt2TZVLtYMA

LAING, R-D A política da experiência e a Ave-do-Paraíso. Petrópolis: Editora Vozes, 1978. 

Cap 6 - A experiência transcendental

 

Family life (Vida em família) – Ken Loach

https://www.strem.io/s/movie/family-life-0068569

 

Para Laing a loucura era uma viagem autocurativa. Ele acreditava que se os pacientes recebessem um ambiente suficientemente favorável, eles sairiam recuperados.

https://www-bbc-com.translate.goog/news/uk-scotland-38816660?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=tc

10. Reformas do Campo Psiquiátrico: Psiquiatria Democrática (15/09/2025 - 15/09/2025)

Material Básico:

Passos, I. F. Reforma psiquiátrica: as experiências francesa e italiana. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009.

5 A REFORMA ITALIANA COMO EXPERIÊNCIA NACIONAL, POLÊMICA E PLURAL

a.         PEQUENA INTRODUÇÃO HISTÓRICA À REFORMA ITALIANA

b.         PANORAMA ATUAL DA REFORMA ITALIANA

c.         QUESTÃO DE OPORTUNIDADE, MAS TAMBÉM DE OPÇÃO

e.         UM NOVO SIGNIFICADO PARA O CONCEITO DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO

 

 

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Material Extra complementar:

Si Può Fare. Dá pra fazer. Filme completo

Filme italiano sobre a Reforma Psiquiátrica e as cooperativas italianas formadas por egressos de internações psiquiátricas. Muito bom, divertido, instrutivo, emocionante. Indicado para as famílias e estudiosos da Saúde Mental no Brasil e no mundo. Legendas em português.

https://www.youtube.com/watch?v=x7rV__SKuL0&t=469s

 

Onde está Franco? - Luis Antonio Baptista

https://laboratoriodesensibilidades.wordpress.com/2019/10/03/onde-esta-franco-franco-de-espanha-ou-franco-basaglia-documentario-ma-dove-franco-33-minutos-legendas-em-portugues-direcao-e-roteiro-luiz-antonio-baptista-filmagem-e-edicao/

 

 

 

Basaglia nos ensinou que para tratar, e tratar em liberdade, é preciso “por entre parênteses a doença”. O que obviamente, não nega a existência da loucura, mas a reconhece como dado de uma existência e não mais como totalidade de uma vida. Tomando de empréstimo palavras de Michael Foucault, podemos, para sermos fiéis ao acontecimento antimanicomial e tentar melhor precisar o alcance da afirmação basagliana, nos colocar algumas questões. Qual é o suporte técnico deste processo de transformação da assistência ao portador de sofrimento mental? Será “a possibilidade para a medicina dominar a doença mental como uma outra afecção orgânica? ou será, “o controle farmacológico preciso de todos os sintomas psíquicos, ou, ainda, uma definição bastante rigorosa dos desvios de comportamento, para que a sociedade tenha tempo disponível de prever, para cada um deles, o modo de neutralização que lhe convêm?”

 

11. Nise da Silveira (19/09/2025 - 19/09/2025)

Metodologia - sala de aula invertida

 
Objetivo: Compreender os fundamentos da prática de cuidados clínicos de Nise da Silveira através do estudo dos casos e experiências dos documentários elencados abaixo.

Tarefas: 
a.    Leitura prévia obrigatória do capítulo 1 de "Imagens do Inconsciente" 
b.    Dividir a turma em 4 grupos.
c.    Cada grupo deve escolher UM dos quatro documentários listados para assistir integralmente.
d.    Com base no texto e no documentário, o grupo deve se preparar para fazer uma uma breve exposição (máx. 15 min) sobre o documentário assistido e em seguida discutir:
Como a metodologia de Nise, descrita no texto, se concretiza no documentário assistido? Quais aspectos ou termos são acionados? Como se organiza a função da criação artística em cada experiência?

Vamos começar com o grupo que assistiu o "Posfácio".

 

Silveira, Nise. Imagens do Inconsciente.

capítulo 1 - “O ateliê de Pintura – abstração e angústia/ o espaço subvertido”

https://drive.google.com/file/d/1WWXAxY_-3TbkJQUyW6sq8HKT_Qn5xHSo/view?usp=sharing

 

Cada grupo deve escolher um dos vídeos abaixo para fundamentar seus comentários, atentando a como Nise proponha tratar dos “clientes”:

1.    Posfácio – Imagens do Inconsciente – doc Leon Hischman
https://www.youtube.com/watch?v=EDg0zjMe4nA&t=147s

2.     Adelina Gomes - No reino das Mães - 49:48
https://www.youtube.com/watch?v=FxYx4obbARE

3.    Fernando Diniz - Em busca do espaço cotidiano – 1:20
https://www.youtube.com/watch?v=9-uN1lsWFjM&t=13s

4.    Carlos Pertuis - A barca do sol – 1:13
https://www.youtube.com/watch?v=fgong5EYqUE

"São três artistas. Três histórias de vida. Três casos clínicos". Uma trilogia em que o realizador procurou "uma linguagem cinematográfica que permitisse narrar os filmes a partir dos próprios trabalhos pintados pelos artistas", no serviço de terapia ocupacional e reabilitação criado em 1946 pela dra. Nise da Silveira, no Centro Psiquiátrico Pedro II. São pinturas, desenhos e modelagens que "expressam o mundo interior de três artistas", Fernando Diniz ("a pintura em luta constante contra o caos para recuperar o espaço cotidiano"), Adelina Gomes ("a pintura em luta para expulsar os fantasmas e recuperar a condição feminina") e Carlos Pertuis("a dolorosa busca da consciência da humanidade pelas lendas"). O filme é dividido em três episódios: Fernando Diniz - Em busca do espaço cotidiano; Adelina Gomes - No reino das mães; Carlos Pertuis - A barca do sol. O DVD acompanha ainda o extra Posfácio: entrevista com a dra. Nise da Silveira, realizada por Leon Hirszman - o material bruto não editado pelo cineasta torna-se agora filme em montagem de Eduardo Escorel.

12. Reforma Sanitária e Reforma Psiquiátrica Brasileira: a Atenção psicossocial (22/09/2025 - 22/09/2025)

Material Básico:

AMARANTE, P. (2020) Autobiografia de um movimento - quatro décadas de Reforma Psiquiátrica no Brasil (1976-2016).

https://drive.google.com/file/d/1rRfXXL53x_GhVy2IlD2kLUlBIsGAqLZh/view?usp=sharing

p. 17-26

Reforma Psiquiátrica como processo social complexo e a dimensão teórico-conceitual

A dimensão teórico-conceitual ou epistemológica

A dimensão técnico-assistencial

A dimensão jurídico-política

A dimensão sociocultural: a produção de um novo lugar social para o sofrimento psíquico

 

O SUS do Brasil – 26m

O vídeo conta a história da construção do SUS no Brasil, com ênfase na participação de Sergio Arouca neste processo.

https://www.youtube.com/watch?v=Cb-cslNmGnE

 

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Material Extra:  

CEBES - A LUTA PELA REFORMA SANITÁRIA BRASILEIRA – 23 min

https://www.youtube.com/watch?v=XuqO54OhL-Q

 

 Construindo a Reforma Sanitaria – Paim – 5 m

https://www.youtube.com/watch?v=2YUjiPGJzrA

 

Ciência e Letras - Reforma Sanitária Brasileira 26 min

Por que a reforma sanitária brasileira não cumpriu o que prometeu? Jairnilson Paim

https://www.youtube.com/watch?v=5HhUyf4N0sI

 

Silva T. et al. (Re)Visitando a reforma psiquiátrica brasileira: perspectivas num cenário de retrocessos. Av Enferm., 38(3):380-386, 2020.

DOI: http://doi.org/10.15446/av.enferm.v38n3.82440

https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/7545624.pdf

 

13. Prova escrita (26/09/2025 - 26/09/2025)
14. Psicologia e o Sistema Único de Saúde: interfaces e possibilidades (29/09/2025 - 29/09/2025)

Benevides Barros, R. (2005). A Psicologia e o Sistema Único de Saúde: quais interfaces?. Psicologia & Sociedade, Porto Alegre, 17(2), 21-25.

https://www.scielo.br/j/psoc/a/Jm75xgn6kkJ3Pp3ZxvbCsbw/?format=pdf&lang=pt

15. O fazer clínico na Atenção Psicossocial:encontro centrado no diagnóstico ou centrado na diferença (03/10/2025 - 03/10/2025)

Aula 16 - A Clínica na Saúde Mental 

Plano de Aula – Clínica da Diferença na Atenção Psicossocial

1. Identificação

• Disciplina: Saúde Mental
• Tema da Aula: O trabalho clínico na psicopatologia – A clínica da diferença
• Carga horária: 2h 
• Público-alvo: Estudantes de Psicologia

2. Objetivos

Geral:
- Compreender a proposta da clínica da diferença como alternativa à clínica centrada na normalização, no sintoma e no diagnóstico.

Específicos:
- Discutir o conceito de encontro na prática clínica.
- Refletir sobre a dimensão ética, política e estética no encontro clínico.
- Promover postura crítica frente ao modelo psiquiátrico tradicional.

3. Conteúdo

• Encontro clínico: ética, política e estética

4. Metodologia / Estratégias Didáticas

Aula dialogada + metodologias ativas

 

 

16. O fazer clínico na Atenção Psicossocial: vivências e subjetividade como estrutura fixa ou como processo (06/10/2025 - 06/10/2025)

Aula 17 - A Clínica na Saúde Mental (continuação) 

Plano de Aula – Clínica da Diferença na Atenção Psicossocial

1. Identificação

• Disciplina: Saúde Mental
• Tema da Aula: O trabalho clínico na psicopatologia – A clínica da diferença
• Carga horária: 2h 
• Público-alvo: Estudantes de Psicologia

2. Objetivos

Geral:
- Compreender a proposta da clínica da diferença como alternativa à clínica centrada na normalização, no sintoma e no diagnóstico.

Específicos:
- Discutir os conceitos de vivência e subjetividade na prática clínica.
- Exercitar metodologias de cartografia clínica e análise de casos.
- Promover postura crítica frente ao modelo psiquiátrico tradicional.

3. Conteúdo

• Vivência como experiência fenomenológica
• Subjetividade como processo (devir)
• Cartografia clínica e clínica da diferença
• Implicações para a atenção psicossocial

4. Metodologia / Estratégias Didáticas

Aula dialogada + metodologias ativas


5. Trabalho Prático (Momento disparador em diálogo com aula anterior)

Vinheta Clínica 1

Lucas, 19 anos, estudante do ensino médio, mora em periferia urbana com a mãe e dois irmãos menores. Foi levado ao pronto-atendimento após ser encontrado em crise no pátio da escola, gritando que “o diretor estava conspirando contra ele” e que “todos riam pelas suas costas”. Nos últimos meses, Lucas vinha apresentando isolamento social, queda no rendimento escolar e comportamento irritadiço. Relata ouvir vozes que o insultam, dizendo: “Você é um lixo, ninguém gosta de você”. Em casa, passou a se trancar no quarto, com medo de sair.

Sofreu bullying intenso na escola desde os 12 anos (era alvo de apelidos depreciativos relacionados à sua aparência e condição econômica). Teve episódios de violência física de colegas. Cresceu em ambiente marcado por conflitos familiares (pai ausente, histórico de violência doméstica). A mãe trabalha em dois empregos e tem pouco tempo disponível. Relata sentir que “o mundo é hostil e não tem lugar para mim”.

Apesar das dificuldades, Lucas gosta de desenhar e tem um caderno cheio de grafites e ilustrações, onde mistura cenas urbanas com personagens inventados. Diz que gostaria de ser tatuador e que “só quando desenho eu me sinto alguém de verdade”. Conta que seu melhor amigo é um cachorro vira-lata que resgatou da rua: “Ele me escuta de verdade, nunca ri de mim”.

b) Atividade em sala:

Identifique elementos do encontro clínico em saúde mental centrado em diagnóstico.

Identifique elementos do encontro clínico em saúde mental centrado na diferença. 

c) Pergunta para diálogo

Que ética está presente no encontro com o paciente?

Quando nos encontramos com alguém em sofrimento psíquico, estamos diante de um ‘doente’ ou de uma subjetividade em processo?

 

17. O fazer clínico na Atenção Psicossocial: vivências e subjetividade como estrutura fixa ou como processo (10/10/2025 - 10/10/2025)

Aula 18 - A Clínica na Saúde Mental 

Plano de Aula – Clínica da Diferença na Atenção Psicossocial

1. Identificação

• Disciplina: Saúde Mental
• Tema da Aula: O trabalho clínico na psicopatologia – A clínica da diferença
• Carga horária: 2h 
• Público-alvo: Estudantes de Psicologia

2. Objetivos

Geral:
- Compreender a proposta da clínica da diferença como alternativa à clínica centrada na normalização, no sintoma e no diagnóstico.

Específicos:
- Discutir os conceitos de vivência e subjetividade na prática clínica.
- Exercitar metodologias de cartografia clínica e análise de casos.
- Promover postura crítica frente ao modelo psiquiátrico tradicional.

3. Conteúdo

• Vivência como experiência fenomenológica
• Subjetividade como processo (devir)
• Cartografia clínica e clínica da diferença
• Implicações para a atenção psicossocial

4. Metodologia / Estratégias Didáticas

Aula dialogada + metodologias ativas

 

 

1. Abertura

  • Vídeo: Tina

- Pergunta disparadora: Com que nos encontramos? Um objeto normalizável ou com a Diferença? 

 

  • Perguntas para diálogo:
    • Qual a diferença entre narrar uma lembrança e reviver uma vivência?
    • Como a clínica pode acessar os múltiplos “eus” de um sujeito?

 

  • Metodologia ativa – Roda de compartilhamento:
    Cada estudante compartilha brevemente uma experiência (não clínica, pode ser pessoal) em que uma vivência trouxe novos sentidos para sua vida.
    Em seguida, reflexão: como isso se aplica à clínica?

 

2. Conceitos-chave: 

  • Encontro

- É um trabalho de cartografia sobre os devires do sujeito, sobre como se constitui outro. 

- Como? Abandonar, de partida, o caminho comum que é iniciar um encontro detendo-se sobre o objetivo central da clínica: exame de sinais e sintomas para traçar um diagnóstico. 

- Tais preocupações virão a posteriori. 

- Centrar-se numa clínica da diferença, com a produção de uma clínica voltada aos problemas reais do cotidiano.       

 

  • Vivência

- Conotação fenomenológica: a vivência é um ato psíquico, enquanto vivência de algo, que se dá a partir do curso da consciência intencional.

- Não se confunde com uma ocorrência psíquica, sob o risco de objetificá-la, fixá-la, de recair ou ato de evocar sobre a representação de algo, simples memória que pode ser recuperada enquanto dado. 

- Não se trata de algo que passou e eu simplesmente o represento, por meio da fala, como um objeto. 

- Evocar algo, significa re-viver, revivenciar, abrir-se para um conjunto de afetos e crenças a serem pesquisados no encontro, que podem recair sobre referências já conhecidas que me identifica a algo, a uma forma ou ato, ou que gera diferença = processo!

- Uma clínica voltada para os problemas reais do cotidiano é uma clínica ancorada nas vivências, nos campos vivenciais do sujeito passíveis de contato, que evocam múltiplos “eus”. 

- Campos vivenciais são heterogêneos por natureza. 

- O Encontro Clínico se dá por uma cartografia dos múltiplos “eus”: percepções, representações, identidades, imagens, papeis sociais, crenças; emoções e afetividade; sentidos; memórias; relações de identificação e conteúdos inconscientes. Tudo isso vivido em meio as contingências e limitações diante os acontecimentos e situações que vida impõe, que são revividos a partir das narrativas construídas e pelas relações transferenciais constituídas ao longo do processo clínico.

- Tais narrativas e a própria narrativa a ser construída ao longo do processo clínico = produção de territórios subjetivos concretos, geradores de sentidos e produção de desejo, enquanto campo de ação e mobilização das capacidades criativas para a construção da autonomia existencial dos sujeitos. 

- Muito diferente de tratar o sujeito como coisa, sintoma a ser ajustado! Requer, por parte do profissional, uma atitude ética-política, que escape do contexto pré-estabelecido de molde subjetivo que o próprio ambiente físico e espaço subjetivo e suas representações emanam podem sobredeterminar as relações de forma a fixar códigos, significantes, identidades, conceitos. 

- Exige do profissional a ação de se colocar como intercessor (agir por composição de elementos heterogêneos) para provocar estranhamentos ou produzir potencial de diferença e a experiência da diferença, a partir dos campos vivenciais do sujeito diante dos múltiplos “eus” que o constitui e são mobilizados no Encontro Clínico.  

- O trabalho clínico objetiva produzir singularizações por meio dos intercessores (qualquer coisa) que force a diferença no pensamento e nos processos e conteúdos subjetivos. 

- Não para referendar algo dado que nos exige encaixe, mas para recriá-lo a partir de novos roteiros e narrativas de si e do mundo por base de um campo de aprendizagem vivencial que ao trabalho clínico inaugura. 

 

18. O fazer clínico na Atenção Psicossocial: vivências e subjetividade como estrutura fixa ou como processo (13/10/2025 - 13/10/2025)

Aula 19 - A Clínica na Saúde Mental (continuação) 

Plano de Aula – Clínica da Diferença na Atenção Psicossocial

1. Identificação

• Disciplina: Saúde Mental
• Tema da Aula: O trabalho clínico na psicopatologia – A clínica da diferença
• Carga horária: 2h 
• Público-alvo: Estudantes de Psicologia

2. Objetivos

Geral:
- Compreender a proposta da clínica da diferença como alternativa à clínica centrada na normalização, no sintoma e no diagnóstico.

Específicos:
- Discutir os conceitos de vivência e subjetividade na prática clínica.
- Exercitar metodologias de cartografia clínica e análise de casos.
- Promover postura crítica frente ao modelo psiquiátrico tradicional.

3. Conteúdo

• Vivência como experiência fenomenológica
• Subjetividade como processo (devir)
• Cartografia clínica e clínica da diferença
• Implicações para a atenção psicossocial

4. Metodologia / Estratégias Didáticas

Aula dialogada + metodologias ativas

 

 

1. Abertura

  • Vídeo: Tina

- Pergunta disparadora: Com que nos encontramos? Um objeto normalizável ou com a Diferença? 

 

  • Perguntas para diálogo:
    • Qual a diferença entre narrar uma lembrança e reviver uma vivência?
    • Como a clínica pode acessar os múltiplos “eus” de um sujeito?

 

  • Metodologia ativa – Roda de compartilhamento:
    Cada estudante compartilha brevemente uma experiência (não clínica, pode ser pessoal) em que uma vivência trouxe novos sentidos para sua vida.
    Em seguida, reflexão: como isso se aplica à clínica?

 

2. Conceitos-chave: 

  • Encontro

- É um trabalho de cartografia sobre os devires do sujeito, sobre como se constitui outro. 

- Como? Abandonar, de partida, o caminho comum que é iniciar um encontro detendo-se sobre o objetivo central da clínica: exame de sinais e sintomas para traçar um diagnóstico. 

- Tais preocupações virão a posteriori. 

- Centrar-se numa clínica da diferença, com a produção de uma clínica voltada aos problemas reais do cotidiano.       

 

  • Vivência

- Conotação fenomenológica: a vivência é um ato psíquico, enquanto vivência de algo, que se dá a partir do curso da consciência intencional.

- Não se confunde com uma ocorrência psíquica, sob o risco de objetificá-la, fixá-la, de recair ou ato de evocar sobre a representação de algo, simples memória que pode ser recuperada enquanto dado. 

- Não se trata de algo que passou e eu simplesmente o represento, por meio da fala, como um objeto. 

- Evocar algo, significa re-viver, revivenciar, abrir-se para um conjunto de afetos e crenças a serem pesquisados no encontro, que podem recair sobre referências já conhecidas que me identifica a algo, a uma forma ou ato, ou que gera diferença = processo!

- Uma clínica voltada para os problemas reais do cotidiano é uma clínica ancorada nas vivências, nos campos vivenciais do sujeito passíveis de contato, que evocam múltiplos “eus”. 

- Campos vivenciais são heterogêneos por natureza. 

- O Encontro Clínico se dá por uma cartografia dos múltiplos “eus”: percepções, representações, identidades, imagens, papeis sociais, crenças; emoções e afetividade; sentidos; memórias; relações de identificação e conteúdos inconscientes. Tudo isso vivido em meio as contingências e limitações diante os acontecimentos e situações que vida impõe, que são revividos a partir das narrativas construídas e pelas relações transferenciais constituídas ao longo do processo clínico.

- Tais narrativas e a própria narrativa a ser construída ao longo do processo clínico = produção de territórios subjetivos concretos, geradores de sentidos e produção de desejo, enquanto campo de ação e mobilização das capacidades criativas para a construção da autonomia existencial dos sujeitos. 

- Muito diferente de tratar o sujeito como coisa, sintoma a ser ajustado! Requer, por parte do profissional, uma atitude ética-política, que escape do contexto pré-estabelecido de molde subjetivo que o próprio ambiente físico e espaço subjetivo e suas representações emanam podem sobredeterminar as relações de forma a fixar códigos, significantes, identidades, conceitos. 

- Exige do profissional a ação de se colocar como intercessor (agir por composição de elementos heterogêneos) para provocar estranhamentos ou produzir potencial de diferença e a experiência da diferença, a partir dos campos vivenciais do sujeito diante dos múltiplos “eus” que o constitui e são mobilizados no Encontro Clínico.  

- O trabalho clínico objetiva produzir singularizações por meio dos intercessores (qualquer coisa) que force a diferença no pensamento e nos processos e conteúdos subjetivos. 

- Não para referendar algo dado que nos exige encaixe, mas para recriá-lo a partir de novos roteiros e narrativas de si e do mundo por base de um campo de aprendizagem vivencial que ao trabalho clínico inaugura. 

 

Aula Cancelada (17/10/2025)
a (20/10/2025 - 20/10/2025)
Aula Extra.
Aula Cancelada (24/10/2025)
20. Fundamentos da Práxis Clínica e Modelos de Cuidado (31/10/2025 - 31/10/2025)

AULA 20 – Fundamentos da Práxis Clínica e Modelos de Cuidado

Objetivos

  • Compreender a origem filosófica da clínica e sua função social.
  • Distinguir os três grandes modelos de clínica.
  • Introduzir a noção de sofrimento e sua relação com o processo de subjetivação.

1.1. Origem e Sentido da Clínica

  • Etimologia: Klinikos (grego) – “aquele que se inclina junto ao leito do enfermo”.
  • A clínica é lugar de encontro entre sofrimento e cuidado.
  • Envolve saber, poder e ética, articulando o biológico, o psíquico e o social.

Questão norteadora:

O que é cuidar? O que significa “intervir” em uma existência-sofrimento?

1.2. Modelos Históricos de Clínica

Clínica Dogmática

  • Origem médica; modelo positivista.
  • O sujeito é visto como objeto de correção.
  • Foco na normalização funcional (orgânica ou psíquica).
  • Objetivo: conservar a “saúde” e eliminar desvios.
  • Limite: nega a singularidade e o contexto social do sofrimento.

Clínica Psicoterapêutica

  • Inspirada nos terapeutas de Filon de Alexandria (Therapeia = cuidado da alma).
  • Envolve escuta, interpretação e restauração de funções psíquicas.
  • Sofrimento = desequilíbrio entre afetos, desejos e razão.
  • Objetivo: reestabelecer o equilíbrio e a adaptação social.

Clínica da Diferença

  • Base: filosofia epicurista (clinamen = desvio criativo).
  • Referências: Psicanálise, Gestalt, Esquizoanálise.
  • Foco: existência-sofrimento e invenção de si.
  • O terapeuta atua como intercessor, não como “curador”.
  • Objetivo: promover autonomiarecriação de sentido e reinserção social.

1.3. Clínica e Sofrimento

  • O sofrimento é uma experiência de perda de sentido e referência social.
  • É atravessado por relações de alteridade, poder e pertença.
  • Cada tipo de clínica propõe um modo de lidar com o sofrimento:
    • Dogmática: corrige.
    • Psicoterapêutica: compreende e ajusta.
    • Diferença: escuta e cria.
21. Sofrimento Antropológico e Intervenções em Catástrofes e Lutos (03/11/2025 - 03/11/2025)

AULA 21 – Sofrimento Antropológico e Intervenções em Catástrofes e Lutos

Objetivos

  • Compreender o sofrimento como experiência antropológica.
  • Identificar manifestações subjetivas diante de catástrofes, doenças e perdas.
  • Discutir modos de intervenção clínica em situações-limite.

1.1. Sofrimento Antropológico

  • Refere-se à vulnerabilidade humana diante da finitude e da perda.
  • Causas: desastres, doenças, acidentes, morte de entes queridos.
  • Consequência: colapso das representações sociais que sustentam a identidade.

🪞 O que se perde não é só algo material, mas o espelho de si no mundo.

1.2. Manifestações e Sentimentos

  • Desamparo, desespero, confusão, embotamento emocional.
  • Narrativas marcadas por luto, desesperança e ausência de sentido.
  • O corpo expressa o sofrimento (choro, apatia, mutismo, raiva).
  • Pode haver retraimento ou busca intensa por ajuda (“pedido de socorro”).

1.3. Estratégias de Intervenção

  1. Escuta acolhedora: permitir expressão da dor sem apressar a “cura”.
  2. Ritualização do luto: cerimônias e atos simbólicos ajudam a ressignificar.
  3. Reconstrução das representações:
  1. Recontar a história.
  2. Produzir novas narrativas sobre si.
  1. Fortalecimento dos vínculos sociais: família, amigos, comunidade.
  2. Promoção da autonomia: resgatar a capacidade de agir e desejar.

1.4. Situações Específicas

  • Desastres e catástrofes naturais:
    • Intervenções emergenciais e coletivas.
    • Tempo e escuta como fatores terapêuticos.
  • Luto e doença somática:
    • Perda da imagem corporal e da identidade social.
    • Necessidade de elaborar o corpo adoecido como parte do novo “eu”.

🧭 Função do terapeuta

  • Ser um “ego auxiliar” (Winnicott): apoiar a integração entre corpo, emoção e ambiente.
  • Ajudar o sujeito a reconstruir sentido e reconhecer-se novamente em sua vida cotidiana.

Atividade Proposta

Em duplas, elabore um plano de acolhimento clínico para uma comunidade atingida por enchente ou perda coletiva.
Quais ações simbólicas e relacionais podem ser promovidas?

22.Sofrimentos Político e Ético: Cuidado, Autonomia e Ação Social (07/11/2025 - 07/11/2025)

AULA 22 – Sofrimentos Político e Ético: Cuidado, Autonomia e Ação Social

Objetivos

  • Diferenciar sofrimento político e ético.
  • Analisar as implicações subjetivas das relações de dominação e exclusão.
  • Compreender o papel do terapeuta na promoção de cidadania e dignidade.

1.1. Sofrimento Político

  • Ocorre quando o sujeito é submetido ao desejo de outro (indivíduo, grupo ou sistema).
  • Exemplos: exploração no trabalho, opressão institucional, desigualdade social.
  • Efeitos: alienação do desejo, impotência, apatia, ressentimento.

O sofrimento político revela uma perda de autonomia diante da dominação.

Intervenções:

  1. Identificar a situação de sujeição e suas causas sociais.
  2. Legitimar o sofrimento como expressão política (não patologia).
  3. Estimular consciência crítica e resistência simbólica.
  4. Apoiar o sujeito na reconstrução de seu desejo e sua ação coletiva.
  5. Promover articulação com redes de proteção social e movimentos de base.

1.2. Sofrimento Ético

  • Sofrimento radical: destituição das representações sociais e perda do reconhecimento.
  • Exemplo: perseguições por gênero, etnia, religião, ideologia, orientação sexual.
  • Resultado: “vida nua” – ausência de amparo e proteção social.

🪞 Aqui o sujeito não é só oprimido: ele é tornado invisível.

Intervenções:

  1. Acolher sem exigir exposição imediata — o vínculo é a primeira forma de cuidado.
  2. Reconhecer o medo, indignação e revolta como respostas legítimas.
  3. Informar e orientar sobre direitos humanos e políticas públicas.
  4. Fortalecer pertencimento: vínculos com grupos, comunidades e redes de apoio.
  5. Reconstruir identidade antropológica: novos valores, novos espelhos sociais.

1.3. Sofrimento em Crises Reativas e Conflitos Sociais

  • Quando os modos de enfrentamento se esgotam → ansiedade, agressividade, retraimento.
  • Pode surgir manipulação, culpabilização ou autodestruição.
  • Intervenção: escuta sem confronto; diferenciar o que é reação do que é desejo inibido.

1.4. Diretrizes Ético-Políticas do Cuidado

  • O terapeuta é intercessor, não salvador.
  • O cuidado é ato ético (respeito à diferença) e ato político (promoção da vida digna).
  • O objetivo não é adaptar, mas ampliar a potência de existir.

💬 Atividade Final Integrada

Em grupos, elaborem um projeto de intervenção clínica para um território vulnerável (ex.: comunidade periférica, grupo minoritário, população afetada por catástrofe).
Definam:

  • Tipo de sofrimento predominante.
  • Estratégias de acolhimento.
  • Articulações institucionais e políticas necessárias.

Síntese Geral 

A práxis clínica é:

  • Uma ação ética e política de cuidado, não apenas terapêutica.
  • Uma forma de escutar a existência e criar condições de vida mais potentes.
  • Um compromisso com a autonomia, solidariedade e dignidade humana.
23. Seminário 1 - Saúde mental e atenção básica: cuidado territorial e matriciamento (10/11/2025 - 10/11/2025)

Kalily, Ynara, Laysa, Stephany, Luciele

Orientações para os Seminários (2ª e 3ª Nota):

Estrutura relatório (10,0):

1. Introdução - exposição do tema, traçando elementos históricos e de importância para discutir os avanços da Política de Saúde Mental voltadas para Atenção Básica - 2,0

2. Fundamentar teoricamente o tema abordando os principais conceitos, compreensões e aspectos teóricos: Atenção Básica, Cuidado Territorial, Matriciamento  - 3,0

3. Expor em termos práticos elementos técnicos relacionados ao tema – 3,0

4. Refletir sobre a Psicologia no fortalecimento do trabalho da Saúde Mental na Atenção Básica - 2,0


Apresentação (10,0):

- É obrigatória a participação de todos os integrantes do grupo na sua respectiva apresentação. 

- Cada grupo deve entregar o relatório antes da sua respectiva apresentação. 

 

Observações: 

1. O conteúdo do relatório deverá demonstrar a fundamentação teórica em que o grupo apoiou o desenvolvimento de cada sessão do trabalho, acompanhado do sistema de citação direta e indireta e referências, seguido de capa com o tema e nome dos integrantes do grupo. 

2. Proibido uso de programas de inteligência artificial para produzir o relatório. Caso seja descoberto, o trabalho será zerado.

3. O alcance da nota máxima na segunda e na terceira avaliação da referida disciplina está condicionado aos seguintes indicadores:

# Participação ativa nas aulas.

# Assiduidade nas aulas.

# Senso crítico e reflexivo.

 

Textos de apoio:

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf

http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1794-47242021000100009

http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1657-59972015000400008

24. Seminário 2 - Atenção psicossocial e projeto terapêutico singular (14/11/2025 - 14/11/2025)

Savia, Yasmin, Jamile, Ana Catrinee, Ana Ruth e Maria Leynarah

Orientações para os Seminários (2ª e 3ª Nota):

 

Estrutura relatório (10,0):

1. Introdução - exposição do tema, traçando elementos históricos e de importância para discutir a Atenção Psicossocial - 2,0

2. Fundamentar teoricamente o tema abordando os principais conceitos, compreensões e aspectos teóricos: Atenção Psicossocial e Projeto Terapêutico Singular  - 3,0

3. Expor em termos práticos elementos técnicos relacionados ao tema – 3,0

4. Refletir sobre a Psicologia no fortalecimento do trabalho da Atenção Psicossocial e PTS enquanto ferramentas de trabalho na saúde mental - 2,0


Apresentação (10,0):

- É obrigatória a participação de todos os integrantes do grupo na sua respectiva apresentação. 

- Cada grupo deve entregar o relatório antes da sua respectiva apresentação. 

 

Observações: 

1. O conteúdo do relatório deverá demonstrar a fundamentação teórica em que o grupo apoiou o desenvolvimento de cada sessão do trabalho, acompanhado do sistema de citação direta e indireta e referências, seguido de capa com o tema e nome dos integrantes do grupo. 

2. Proibido uso de programas de inteligência artificial para produzir o relatório. Caso seja descoberto, o trabalho será zerado.

3. O alcance da nota máxima na segunda e na terceira avaliação da referida disciplina está condicionado aos seguintes indicadores:

# Participação ativa nas aulas.

# Assiduidade nas aulas.

# Senso crítico e reflexivo.

 

Textos de apoio:

https://www.scielo.br/j/epsic/a/MnBr7w6BbnLv7bCXqbj9KTd/?format=html&lang=pt

https://www.scielo.br/j/icse/a/ngWyPTTHnnsj4hdVmxn8fqC/?lang=pt

https://www.scielo.br/j/csc/a/MJPk7QSnsM9wQ8vfkVYRJTm/?format=html&lang=pt

https://www.scielo.br/j/sdeb/a/LRfLgVBwRTRRkymn7wJBcLP/?lang=pt

25. Seminário 3 - Reabilitação psicossocial e oficinas terapêuticas (17/11/2025 - 17/11/2025)

Ana Beatriz, Crislane, Silvia, Emilli, Maria Clara e Mirele

Orientações para os Seminários (2ª e 3ª Nota):

 

Estrutura relatório (10,0):

1. Introdução - exposição do tema, traçando elementos históricos e de importância para discutir a Reabilitação psicossocial oficinas terapêuticas - 2,0

2. Fundamentar teoricamente o tema abordando os principais conceitos, compreensões e aspectos teóricos: Reabilitação psicossocial oficinas terapêuticas - 3,0

3. Expor em termos práticos elementos técnicos relacionados ao tema – 3,0

4. Refletir sobre a Psicologia no fortalecimento do trabalho da Reabilitação psicossocial e de oficinas terapêuticas enquanto ferramentas de trabalho na saúde mental - 2,0


Apresentação (10,0):

- É obrigatória a participação de todos os integrantes do grupo na sua respectiva apresentação. 

- Cada grupo deve entregar o relatório antes da sua respectiva apresentação. 

 

Observações: 

1. O conteúdo do relatório deverá demonstrar a fundamentação teórica em que o grupo apoiou o desenvolvimento de cada sessão do trabalho, acompanhado do sistema de citação direta e indireta e referências, seguido de capa com o tema e nome dos integrantes do grupo. 

2. Proibido uso de programas de inteligência artificial para produzir o relatório. Caso seja descoberto, o trabalho será zerado.

3. O alcance da nota máxima na segunda e na terceira avaliação da referida disciplina está condicionado aos seguintes indicadores:

# Participação ativa nas aulas.

# Assiduidade nas aulas.

# Senso crítico e reflexivo.

 

Textos de apoio:

https://www.redalyc.org/pdf/2330/233017780005.pdf

https://www.scielo.br/j/tce/a/LNWT5ZrDF7DQLYxkBK4pc9C/?lang=pt

https://www.scielo.br/j/ean/a/KyzjNqgnCN9cFrL5dNStkRS/?lang=pt

Aula Cancelada (17/11/2025)
26. Aula Saúde Mental e Violências (21/11/2025 - 21/11/2025)
27. Seminário 5 - Atenção à crise em saúde mental e o cuidado familiar (24/11/2025 - 24/11/2025)

Raíssa, Vania, Laura, Alaylla e Eduardo

Orientações para os Seminários (2ª e 3ª Nota):

 

Estrutura relatório (10,0):

1. Introdução - exposição do tema, traçando elementos históricos e de importância para discutir a Atenção à crise em saúde mental e o cuidado familiar - 2,0

2. Fundamentar teoricamente o tema abordando os principais conceitos, compreensões e aspectos teóricos: crise em saúde mental e o cuidado familiar - 3,0

3. Expor em termos práticos elementos técnicos relacionados ao tema – 3,0

4. Refletir sobre a Psicologia no fortalecimento do trabalho de atenção à crise em saúde mental e o cuidado familiar enquanto ferramentas de trabalho na saúde mental - 2,0


Apresentação (10,0):

- É obrigatória a participação de todos os integrantes do grupo na sua respectiva apresentação. 

- Cada grupo deve entregar o relatório antes da sua respectiva apresentação. 

 

Observações: 

1. O conteúdo do relatório deverá demonstrar a fundamentação teórica em que o grupo apoiou o desenvolvimento de cada sessão do trabalho, acompanhado do sistema de citação direta e indireta e referências, seguido de capa com o tema e nome dos integrantes do grupo. 

2. Proibido uso de programas de inteligência artificial para produzir o relatório. Caso seja descoberto, o trabalho será zerado.

3. O alcance da nota máxima na segunda e na terceira avaliação da referida disciplina está condicionado aos seguintes indicadores:

# Participação ativa nas aulas.

# Assiduidade nas aulas.

# Senso crítico e reflexivo.

 

Textos de apoio:

https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-25912019000200008

https://www.scielosp.org/article/sausoc/2024.v33n1/e220893pt/

https://www.scielo.br/j/sdeb/a/QncgVnjjsymTkRQFPctFyBz/?format=html&lang=pt

https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672007000200005

28. Seminário 6 - Atenção ao comportamento suicida e de automutilação (01/12/2025 - 01/12/2025)

Ana Luiza, Fernanda, Maria Clara, Ulisses e Inácio

Orientações para os Seminários (2ª e 3ª Nota):

 

Estrutura relatório (10,0):

1. Introdução - exposição do tema, traçando elementos históricos e de importância para discutir Suicídio e Automutilação - 2,0

2. Fundamentar teoricamente o tema abordando os principais conceitos, compreensões e aspectos teóricos: atenção ao comportamento suicida e de automutilação - 3,0

3. Expor em termos práticos elementos técnicos relacionados ao tema – 3,0

4. Refletir sobre a Psicologia no fortalecimento do trabalho de atenção ao comportamento suicida e de automutilação - 2,0


Apresentação (10,0):

- É obrigatória a participação de todos os integrantes do grupo na sua respectiva apresentação. 

- Cada grupo deve entregar o relatório antes da sua respectiva apresentação. 

 

Observações: 

1. O conteúdo do relatório deverá demonstrar a fundamentação teórica em que o grupo apoiou o desenvolvimento de cada sessão do trabalho, acompanhado do sistema de citação direta e indireta e referências, seguido de capa com o tema e nome dos integrantes do grupo. 

2. Proibido uso de programas de inteligência artificial para produzir o relatório. Caso seja descoberto, o trabalho será zerado.

3. O alcance da nota máxima na segunda e na terceira avaliação da referida disciplina está condicionado aos seguintes indicadores:

# Participação ativa nas aulas.

# Assiduidade nas aulas.

# Senso crítico e reflexivo.

 

Textos de apoio:

https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2013/12/Suicidio-FINAL-revisao61.pdf

https://www.scielo.br/j/physis/a/ww63phNnnNVmJVv8fjpVMkC/?format=html&lang=pt

https://www.scielo.br/j/ep/a/BQzSdhJ48JZ48DbDqtwLynf/?format=html&lang=pt

29. Remanejamento do Seminário 4 - Cuidado em rede em saúde mental e acompanhamento terapêutico (01/12/2025 - 01/12/2025)

Camila Vitória, Júlia, Maria Eduarda, Jasthya e Cecília

Orientações para os Seminários (2ª e 3ª Nota):

 

Estrutura relatório (10,0):

1. Introdução - exposição do tema, traçando elementos históricos e de importância para discutir a Cuidado em Rede e Acompanhamento Terapêutico - 2,0

2. Fundamentar teoricamente o tema abordando os principais conceitos, compreensões e aspectos teóricos: Cuidado em Rede e Acompanhamento Terapêutico - 3,0

3. Expor em termos práticos elementos técnicos relacionados ao tema – 3,0

4. Refletir sobre a Psicologia no fortalecimento do trabalho da Cuidadoem Rede e Acompanhamento Terapêutico enquanto ferramentas de trabalho na saúde mental - 2,0


Apresentação (10,0):

- É obrigatória a participação de todos os integrantes do grupo na sua respectiva apresentação. 

- Cada grupo deve entregar o relatório antes da sua respectiva apresentação. 

 

Observações: 

1. O conteúdo do relatório deverá demonstrar a fundamentação teórica em que o grupo apoiou o desenvolvimento de cada sessão do trabalho, acompanhado do sistema de citação direta e indireta e referências, seguido de capa com o tema e nome dos integrantes do grupo. 

2. Proibido uso de programas de inteligência artificial para produzir o relatório. Caso seja descoberto, o trabalho será zerado.

3. O alcance da nota máxima na segunda e na terceira avaliação da referida disciplina está condicionado aos seguintes indicadores:

# Participação ativa nas aulas.

# Assiduidade nas aulas.

# Senso crítico e reflexivo.

 

Textos de apoio:

https://www.scielo.br/j/reben/a/9y6L86XbqzRHmjfCP9FGcZJ/?lang=pt

https://www.scielo.br/j/pcp/a/6tRZ4PxBCJjgLxWCLkKGb9b/?format=html&lang=pt

https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1415-11382006000200013&script=sci_arttext&tlng=pt

30. Seminário 7 - Atenção em saúde mental aos usuários com problemas decorrentes do uso de Álcool e outras Drogas (05/12/2025 - 05/12/2025)

Grupo: Alayse, Anna Caroline, Ana Luisa, Jhully e Phellip

Orientações para os Seminários (2ª e 3ª Nota):

 

Estrutura relatório (10,0):

1. Introdução - exposição do tema, traçando elementos históricos e de importância para discutir o campo AD - 2,0

2. Fundamentar teoricamente o tema abordando os principais conceitos, compreensões e aspectos teóricos: cuidado álcool e outras drogas - 3,0

3. Expor em termos práticos elementos técnicos relacionados ao tema – 3,0

4. Refletir sobre a Psicologia no fortalecimento do trabalho de atenção à questão AD - 2,0


Apresentação (10,0):

- É obrigatória a participação de todos os integrantes do grupo na sua respectiva apresentação. 

- Cada grupo deve entregar o relatório antes da sua respectiva apresentação. 

 

Observações: 

1. O conteúdo do relatório deverá demonstrar a fundamentação teórica em que o grupo apoiou o desenvolvimento de cada sessão do trabalho, acompanhado do sistema de citação direta e indireta e referências, seguido de capa com o tema e nome dos integrantes do grupo. 

2. Proibido uso de programas de inteligência artificial para produzir o relatório. Caso seja descoberto, o trabalho será zerado.

3. O alcance da nota máxima na segunda e na terceira avaliação da referida disciplina está condicionado aos seguintes indicadores:

# Participação ativa nas aulas.

# Assiduidade nas aulas.

# Senso crítico e reflexivo.

 

Textos de apoio:

https://www.scielo.br/j/csc/a/N7fjsQbtcMYvnBmPXLznnMN/?format=html&lang=pt

https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2019/09/AlcooleOutrasDrogas_web-FINAL.pdf

Frequências da Turma
# Matrícula AGO SET OUT NOV DEZ Total
11 15 18 22 25 29 01 05 12 15 19 22 26 03 06 10 13 20 31 03 07 10 14 21 24 28 01 05
1 2023905**** 0 0 0 0 2 0 0 2 2 2 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 14
2 2023905**** 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 2 0 0 2 0 2 0 0 2 0 12
3 2023903**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2
4 2023904**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 4 0 8
5 2023903**** 0 0 0 2 2 0 0 0 2 2 0 0 0 2 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 14
6 2023904**** 0 0 0 0 2 0 0 0 2 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 2 0 10
7 2023904**** 0 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 2 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 2 0 0 12
8 2023904**** 0 0 0 2 0 0 0 0 2 2 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 2 2 0 0 0 0 2 0 14
9 2023904**** 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 2 0 2 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 12
10 2023905**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 0 0 0 0 8
11 2023904**** 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 6
12 2023904**** 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 2 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 8
13 201390**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 2
14 2023905**** 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 4 0 10
15 2023905**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 2 0 0 2 0 0 0 0 0 6
16 2023905**** 0 0 0 0 0 2 0 2 0 2 0 2 0 0 2 2 0 0 2 0 1 0 0 0 0 0 0 0 15
17 2023904**** 0 0 0 0 2 2 2 0 2 2 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 14
18 2023905**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 2 0 0 4
19 2023905**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 0 0 0 0 2 0 0 0 2 0 2 10
20 2023905**** 0 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 2 2 2 0 14
21 2023904**** 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 2 2 0 0 2 0 2 2 0 0 0 0 0 12
22 2023904**** 0 0 0 0 0 2 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 6
23 2023904**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 8
24 2020902**** 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 0 0 8
25 2023904**** 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 8
26 2023905**** 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 2 0 0 0 2 0 0 10
27 2023904**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 2 0 0 0 0 0 4
28 2023904**** 0 0 0 0 0 2 0 2 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 2 0 0 10
29 2023905**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 2 0 0 6
30 2016906**** 0 0 0 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 0 2 2 2 2 2 2 2 2 4 2 50
31 2023904**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 2 2 0 0 8
32 2023904**** 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 0 2 0 2 2 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 2 0 0 14
33 2023904**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 2
34 2023904**** 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 10
35 2023904**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 4 0 10
36 2023904**** 0 0 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 0 2 0 0 0 0 2 0 0 0 0 2 0 0 0 0 12
37 2023904**** 0 0 0 0 0 2 0 0 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 2 0 0 10
38 2023904**** 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 0 0 0 0 0 2 0 0 8
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Unid. 2 Unid. 3 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2023904**** 8,5 10,0 9,0 9.2 0 AM
2 2023904**** 4,5 10,0 10,0 8.2 0 AM
3 2023904**** 8,0 10,0 9,5 9.2 0 AM
4 2023905**** 6,5 9,5 9,5 8.5 0 AM
5 2023904**** 6,5 10,0 9,5 8.7 0 AM
6 2023904**** 2,5 10,0 9,0 7.2 0 AM
7 2023904**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
8 2023904**** 9,5 10,0 9,5 9.7 0 AM
9 2023904**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
10 2016906**** 0,0 0,0 0,0 0.0 0 RN
11 2023905**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
12 2023904**** 6,5 10,0 10,0 8.8 0 AM
13 2023904**** 10,0 8,0 8,0 8.7 0 AM
14 2023905**** 6,5 10,0 10,0 8.8 0 AM
15 2023904**** 6,0 9,5 9,5 8.3 0 AM
16 2020902**** 7,0 10,0 9,0 8.7 0 AM
17 2023904**** 6,0 10,0 9,0 8.3 0 AM
18 2023904**** 5,5 10,0 9,0 8.2 0 AM
19 2023904**** 3,5 8,0 8,0 9.0 7.8 0 EF
20 2023905**** 8,5 10,0 9,5 9.3 0 AM
21 2023905**** 4,5 8,0 8,0 9.0 7.9 0 EF
22 2023905**** 8,0 10,0 10,0 9.3 0 AM
23 2023904**** 4,0 9,5 9,5 7.7 0 AM
24 2023905**** 6,0 9,5 9,5 8.3 0 AM
25 2023905**** 9,5 10,0 10,0 9.8 0 AM
26 201390**** 5,0 10,0 9,5 8.2 0 AM
27 2023904**** 10,0 10,0 9,5 9.8 0 AM
28 2023904**** 8,5 10,0 10,0 9.5 0 AM
29 2023905**** 3,0 8,0 8,0 5.7 6.0 0 EF
30 2023904**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
31 2023904**** 7,5 10,0 9,5 9.0 0 AM
32 2023904**** 7,0 10,0 10,0 9.0 0 AM
33 2023904**** 8,5 9,5 9,5 9.2 0 AM
34 2023903**** 5,5 10,0 9,5 8.3 0 AM
35 2023904**** 9,5 10,0 10,0 9.8 0 AM
36 2023903**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
37 2023905**** 9,0 10,0 9,5 9.5 0 AM
38 2023905**** 7,0 10,0 9,5 8.8 0 AM

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Data
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início das aulas dia 11 de agosto - atividades remotas 09/08/2025

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