| Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: |
A avaliação das pessoas discentes é prioritariamente formativa, com foco no processo de desenvolvimento de competência para atuar na Estratégia Saúde da Família, conforme matriz que orienta o currículo e inclui também a dimensão somativa. Ao finalizar as atividades educacionais correspondentes a cada um dos objetivos específicos de uma disciplina, a pessoa docente responsável deve realizar a avaliação do processo de ensino aprendizagem das pessoas discentes em duas dimensões: 1ª. Frequência: 75% e participação nas atividades previstas para a disciplina. 2ª. Desempenho: escala de 0 (zero) a 10 (dez), com mínimo de nota 7 (sete) nas avaliações das estratégias educacionais desenvolvidas. A avaliação de desempenho envolverá uma série de atividades e/ou produtos desenvolvidos pelas pessoas discentes, a partir e durante as estratégias educacionais da disciplina. A seguir, listam-se as estratégias educacionais que serão avaliadas com os respectivos produtos: Participação (somente a presença não garante a pontuação por turno, também serão avaliados o envolvimento e a participação) - 1,0 Ponto; Estudo dirigido (produtos técnicos e tecnológicos) - 2,0 Pontos; Painel Integrado (referenciais teóricos e metodológicos no desenvolvimento de produtos técnicos e tecnológicos) 2,0 Pontos; Atividade orientada (Pitch) 3,0 Pontos; Oficina (Ateliê - Avaliação de PTT) 1,0 Ponto; Autoavaliação - 1,0 Ponto. |
| Bibliografia:
| BRAGA, Caroline Cordeiro de Carvalho; PARADA, Cristina Maria Garcia de Lima. Usabilidade da plataforma ConectAPS-CRIE para gestão de imunobiológicos especiais na Atenção Primária à Saúde. Revista Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre, v. 46, esp., e20240359, 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/1983-1447.2025.20240359.pt. Acesso em: 15 jun. 2025.
BRASIL. Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Manual básico para proteção por patentes de invenções, modelos de utilidade e certifi cados de adição. Brasília: INPI, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/inpi/pt-br/servicos/patentes/guia-basico/ManualdePatentes20210706.pdf. Acesso em: 15 jun. 2025.
BRASIL. Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Manual do usuário para o registro eletrônico de programas de computador. Brasília: INPI, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/inpi/pt-br/servicos/programas-de-computador/arquivos/manual/manual-e-software-2022.pdf. Acesso em: 15 jun. 2025.
BRASIL. Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Manual para depositante de patentes. Brasília: INPI, 2015. Disponível em: https://www.gov.br/inpi/pt-br. Acesso em: 15 jun. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Política nacional de gestão de tecnologias em saúde. 1. ed., 1. reimpr. Brasília: Ministério da Saúde, 2011.
CAPES. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Derwent Innovations Index (DII): guia de uso da base de dados de patentes internacionais. Brasília: CAPES, 2021. Disponível em: https://www.periodicos.capes.gov.br/images/documents/Derwent%20Innovations%20Index%20 DII%20(guia).pdf. Acesso em: 15 jun. 2025.
CAPES. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Relatório de grupo de trabalho de produção técnica. Brasília: CAPES, 2019.
COSTA, Laís Silveira; BAHIA, Ligia Giovanella. Geração e trajetórias de inovação nos serviços de saúde. In: GADELHA, Carlos Augusto Grabois et al. (org.). Brasil saúde amanhã: complexo econômico-industrial da saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2017. p. 2360. DOI: https://doi. org/10.7476/9786557080924.0003. Acesso em: 15 jun. 2025.
ECHER, Isabel Cristina. Elaboração de manuais de orientação para o cuidado em saúde. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 13, n. 5, p. 754757, out. 2005. DOI: https://doi. org/10.1590/S0104-11692005000500022.
FAHY, Nick; MAUER, Nicole; PANTELI, Dimitra. Th e diff erent types of innovation in health. In:FAHY, Nick; MAUER, Nicole; PANTELI, Dimitra (org.). From ideas to reality: generating and implementing innovation in health systems. Copenhagen: European Observatory on Health Systems and Policies; WHO Regional Office for Europe, 2025. p. 723.
FILATRO, Andrea; CAIRO, Sabrina. Produção de conteúdos educacionais: design instrucional, tecnologia, gestão, educação e comunicação. São Paulo: Saraiva, 2017.
GARBIN, Maria Helena. Repensando a ciência e a inovação: uma análise pela perspectiva decolonial em diálogo com a teoria ator-rede. Estudos de Sociologia, Araraquara, v. 28, n. 00, e023024, 2023. DOI: https://doi.org/10.52780/res.v28i00.16909.
GODINHO, Manuel Mira. Estratégias de proteção da inovação. In: SANTOS, Wagna Pires de Castro (org.). Conceitos e aplicações de propriedade intelectual. 1. ed. Salvador: EDIFBA, 2019. v. 2, p.461499. Disponível em: https://profnit.org.br/wp-content/uploads/2018/08/PROFNIT-Serie-Prospeccao-Tecnologica-Volume-1-1.pdf. Acesso em: 15 jun. 2025.
GUIMARÃES, Reinaldo. Bases para uma política nacional de ciência, tecnologia e inovação em saúde. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 9, n. 2, p. 375387, 2004. DOI: https://doi. org/10.1590/S1413-81232004000200014.
KOERICH, Graciele Vicentini; CANCELLIER, Éverton Luís Pellizzaro de Lorenzi. Inovação frugal: origens, evolução e perspectivas futuras. Cadernos EBAPE.BR, Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 10791093, 2020. |