Metodologia de Ensino e Avaliação
| Metodologia: |
Para alcance dos objetivos serão utilizadas diversas estratégias (aula expositiva e dialogada, aulas práticas, visita técnica, mapa conceitual, seminários, oficina, além de vídeo e entrevista). |
| Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: |
- O sistema adotado pela referida disciplina está baseado na Resolução nº 177/2012 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPEX) da UFPI. <br />- Serão realizadas ao longo do período letivo 4 (quatro) avaliações parciais e o exame final, se necessário. Os resultados serão expressos em notas numa escala de 0 (zero) a 10 (dez). <br /> <br />- A primeira avaliação (A1): será a nota do primeiro teste teórico, relacionado ao conteúdo da Unidades I. <br />- A segunda avaliação (A2): será a nota do segundo teste teórico, relacionado ao conteúdo da Unidade II. <br />- A terceira avaliação (A3): será a nota do seminário (6,0 pontos) + miniteste individual (4,0 pontos), totalizando 10,0 pontos. <br />- A quarta avaliação (A4): será a nota das atividades desenvolvidas na disciplina e no território/prática. <br />Sobre os SEMINÁRIOS: A apresentação do seminário valerá 6 (seis) pontos e ocorrerá das 7h30min às 9h30min. Após cada seminário será aplicado, individualmente, miniteste no valor de 1,0 (ponto), totalizando 4,0 (quatro) pontos. Essas duas atividades correspondem a terceira avaliação. Para as apresentações serão sorteados, no dia, 2 alunos responsáveis pela apresentação do seminário. Os grupos serão divididos no primeiro dia de aula, assim como os temas e datas (cronograma) também, no primeiro dia de aula. O aluno que não comparecer no dia da apresentação do grupo ao qual pertence terá nota zero (seminário + miniteste). O aluno que faltar nas apresentações dos seminários dos outros grupos terá meio ponto (0,5pt) a menos (em cada seminário que faltar) e se faltar no miniteste também perderá mais 1,0pt. As faltas devem ser justificadas de acordo com as normas vigentes na Resolução no 177/2012 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPEX) da UFPI.<br />Destaca-se que no cronograma da disciplina (ANEXO) possui todas as orientações/especificações das aulas e atividades que serão desenvolvidas durante a disciplina. <br /> <br /> Será considerado aprovado na disciplina o aluno que: <br />- Obtiver frequência igual ou superior a 75 % da carga horária da disciplina; <br />- Obtiver média aritmética igual ou superior a 7 (sete) nas avaliações propostas em A1, A2, A3 e A4. <br />- Se o aluno não obtiver a média 7 (sete) submeter-se-á ao exame final; <br />- Se submetido ao exame final, deverá alcançar média aritmética igual ou superior a 6 (seis), resultante da soma do exame final mais a média aritmética das avaliações anteriores. <br />- O exame final versará sobre TODO o conteúdo estudado durante a disciplina. <br />- O aluno que não comparecer às verificações parciais e / ou ao exame final, terá direito a requerer o exame de 2ª chamada seguindo as orientações da Resolução de nº 177/2012.<br /> |
| Horário de atendimento:
| Da disciplina - Terça-feira e Quinta-feira |
| Bibliografia:
| 1. FIGUEREDO, N. M. A. (Org.). Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Caetano do Sul, SP. Difusão Enfermagem, 2013. <br />2. IYDA, M. Cem anos de Saúde Pública: a cidadania negada. São Paulo: ABDR, 2011. <br />3. SAVANI, D. Política e Educação no Brasil. São Paulo: EAA, 2009. <br />4. SINGER, P. Prevenir e Curar: controle social através do serviço de saúde. Rio de Janeiro. Forense Universitária, 2008. <br />1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão de Investimentos em Saúde. Departamento de gerenciamento de investimentos. Guia do Conselheiro: Ministério da Saúde. Brasília. Ministério da Saúde, 2010. <br />2. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional da Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. <br />3. ______. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Cadernos de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. <br />4. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia Política Nacional de Atenção Básica Módulo 1: Integração Atenção à Saúde e Vigilância em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. <br />5. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Guia prático sobre a hanseníase. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. <br />6. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. <br />7. SILVA-JÚNIOR, F. J. G. (Org.). Políticas, epidemiologia e experiências no Sistema Único de Saúde (SUS): possibilidades e desafios do cenário brasileiro. Curitiba: CVR, 2020. <br />8. SOUZA, M. C. M. R; HORTA, N. C. Enfermagem em Saúde Coletiva. Teoria e Prática. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2012. <br />9. AGUIAR NETO, Z. (Org.). Sistema Único de Saúde: antecedentes, percurso, perspectivas e desafios. Martinari: São Paulo, 2011. <br />10. SANTOS, A. L.; RIGOTTO, R. M. Território e territorialização: incorporando as relações produção, trabalho, ambiente e saúde na atenção básica à saúde. Trab. educ. saúde (Online), Rio de Janeiro, v. 8, n. 3, p. 387-406, 2010. <br />Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S198177462010000300003&lng=en&nrm=iso>. Access on 01 Aug. 019. http://dx.doi.org/10.1590/S198177462010000300003. <br />11. FARIA, R. M. A territorialização da atenção primária à saúde no sistema único de saúde e a construção de uma perspectiva de adequação dos serviços aos perfis do território urbano. Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, v. 9, n. 16, p. 121 - 130, 2013. <br /> |