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Banca de DEFESA: JOSÉ LUCAS VIEIRA PINHEIRO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSÉ LUCAS VIEIRA PINHEIRO
DATA: 10/07/2026
HORA: 08:30
LOCAL: Bom Jesus, PI, CPCE/UFPI/Sala 2 do Bloco da Pós graduação - https://meet.google.com/mko-eirf-mts
TÍTULO: MODELAGEM DE COPA E ESPAÇO VITAL PARA O CRESCIMENTO DO MOGNO-AFRICANO E SUAS IMPLICAÇÕES NO MANEJO FLORESTAL
PALAVRAS-CHAVES: Khaya grandifoliola, Khaya senegalensis, arquitetura de copa, densidade de povoamento, desbaste.
PÁGINAS: 85
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Recursos Florestais e Engenharia Florestal
RESUMO:

Esta pesquisa teve como foco compreender a dinâmica de crescimento, a arquitetura de copa e o manejo de povoamentos de mogno-africano, visando fornecer subsídios técnicos para o planejamento silvicultural e a otimização da produção florestal. No Capítulo 2, foi avaliada a simetria de copa de duas espécies de mogno-africano, Khaya grandifoliola e Khaya senegalensis, em diferentes plantações localizadas nos estados de Minas Gerais e Goiás, Brasil. O estudo investigou o número mínimo de medições de raios de copa (R) necessárias para estimar com precisão o diâmetro de copa (DC) e analisar sua relação com o diâmetro do tronco (D). Os resultados mostraram que ambas as espécies apresentaram copas predominantemente simétricas, embora K. grandifoliola tenha desenvolvido copas maiores que K. senegalensis. Verificou-se que a realização de pelo menos quatro medições sistemáticas de R, distribuídas em ângulos superiores a 45°, é suficiente para estimar adequadamente o DC. Além disso, foi constatado que o número e a disposição dos raios medidos influenciam diretamente as relações alométricas utilizadas para modelar o crescimento das árvores. No Capítulo 3, o estudo avançou para a definição da densidade ótima de árvores em plantios de K. grandifoliola, determinando o número máximo de indivíduos que podem ser mantidos por unidade de área antes do início da competição intensa entre árvores. A partir de relações alométricas entre D, DC, idade e incremento médio anual diamétrico, foram estabelecidas classes de produtividade e simulados diferentes regimes de desbaste para variados espaçamentos de plantio. Os resultados indicaram que o manejo baseado na manutenção da densidade próxima ao limite máximo suportado pelo povoamento permite controlar a competição, promover o crescimento diamétrico e planejar intervenções ao longo da rotação florestal. As simulações mostraram a necessidade de remoções graduais de árvores por meio de desbastes sucessivos, variando conforme a produtividade do sítio e o espaçamento inicial, possibilitando estimativas de produção e apoio à tomada de decisão técnica. Enquanto o Capítulo 2 estabelece procedimentos confiáveis para a mensuração e modelagem da copa, o Capítulo 3 utiliza essas informações para definir densidades de manejo e estratégias de desbaste que favoreçam o crescimento das árvores e a produtividade dos plantios.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2059560 - ANDRESSA RIBEIRO
Interno - 1084972 - ANTONIO CARLOS FERRAZ FILHO
Externo à Instituição - 086.***.***-99 - RAFAELLA CARVALHO MAYRINCK - UNB
Externo à Instituição - 092.***.***-07 - XIMENA MENDES DE OLIVEIRA - UFSCAR
Notícia cadastrada em: 30/06/2026 11:25
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