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Banca de DEFESA: GISELE VIANA DE MOURA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: GISELE VIANA DE MOURA
DATA: 05/03/2026
HORA: 15:00
LOCAL: HU UFPI TELE 1
TÍTULO: A RELAÇÃO ENTRE ADEQUAÇÃO CALÓRICA E PROTEICA DO SUPORTE NUTRICIONAL COM O ÍNDICE DE IMUNO INFLAMAÇÃO EM PACIENTES INTERNADOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA COM DOENÇAS CARDIOVASCULARES”
PALAVRAS-CHAVES: Adequação calórica e proteica, Suporte nutricional enteral, Unidade de terapia intensiva, Imunonutrição, Doenças cardiovasculares.
PÁGINAS: 56
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Ciência e Tecnologia de Alimentos
RESUMO:

O conhecimento acerca da relação entre nutrição
e inflamação nas doenças cardiovasculares pode contribuir para otimizar mecanismos aptos a
evitar o aumento do estresse metabólico, da inflamação e impactar positivamente os desfechos
clínicos durante a hospitalização. Objetivo: Avaliar a adequação do aporte nutricional enteral
calórico e proteico e sua associação com o índice de imuno inflamação em pacientes com doenças
cardiovasculares internados na Unidade de Terapia Intensiva. METODOLOGIA: Trata-se de um
estudo transversal, realizado com 80 pacientes submetidos à terapia nutricional enteral (TNE),
internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário da Universidade
Federal do Piauí (HU-UFPI). Foram obtidas informações demográficas (idade, sexo), condições
clínicas, desfecho e parâmetros relacionados à TNE, incluindo tempo até atingir meta calórica e
proteica. Para a comparação de variáveis contínuas entre dois grupos independentes foram
utilizados os testes de Mann–Whitney U, e o teste de Kruskal–Wallis, o nível de significância
adotado foi de p < 0,05. RESULTADOS: A amostra incluiu 80 pacientes (62,5% homens, idade
média de 67,1 ± 14,5 anos). Embora 67,5% tenham alcançado a meta calórica, 27,5% nunca
alcançaram e apenas 17,5% a sustentaram por oito ou mais dias. O índice de imuno inflamação
médio foi de 2.020,0 ± 1.702,0, com 51,2% classificado como alto risco inflamatório. Pacientes de
alto risco nutricional apresentaram índice de imunoinflamação significativamente mais elevado
(2.634,8 ± 1.910,2 versus 1.640,5 ± 1.320,4; p = 0,033), maior tempo para adequação calórica (p =
0,004) e proteica (p = 0,006) e maior mortalidade (71,4% versus 12,0%; p = 0,001). A
monitorização temporal do índice de imunoinflamação revelou trajetórias opostas entre
sobreviventes e não sobreviventes. CONCLUSÃO: Existe associação entre a adequação do suporte
nutricional enteral e a resposta imunoinflamatória nessa população, sendo o índice de imuno
inflamação um biomarcador promissor para a monitorização longitudinal de pacientes
cardiovasculares criticamente enfermos.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - 227.***.***-34 - ANDREA FERNANDA LOPES DOS SANTOS - SESAPI
Presidente - 423582 - BETANIA DE JESUS E SILVA DE ALMENDRA FREITAS
Externo ao Programa - 3261030 - KYRIA JAYANNE CLÍMACO CRUZ
Externo à Instituição - 714.***.***-34 - RAIMUNDA SHEYLA CARNEIRO DIAS - HU
Notícia cadastrada em: 23/02/2026 11:57
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