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Banca de QUALIFICAÇÃO: RAYANE DA SILVA LIMA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: RAYANE DA SILVA LIMA
DATA: 23/07/2025
HORA: 11:00
LOCAL: SALA DE AULA DA COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE DA MULHER
TÍTULO: Suplementação na prematuridade de recém-nascidos: O impacto sobre as condições clínicas.
PALAVRAS-CHAVES: Prematuridade; leite materno; suplementação alimentar
PÁGINAS: 53
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Saúde Coletiva
RESUMO:

A prematuridade, caracterizada pelo nascimento antes de 37 semanas de gestação, está relacionada a riscos aumentados de morbimortalidade e dificuldades no crescimento e desenvolvimento dos recém-nascidos (RN). A alimentação adequada nas primeiras horas de vida, especialmente o aleitamento materno exclusivo (AME), é fundamental devido aos seus benefícios nutricionais, imunológicos e emocionais. No entanto, prematuros enfrentam limitações na sucção e digestão, exigindo estratégias específicas como o Método Canguru, nutrição enteral e, em casos graves, parenteral.Objetivo: Analisar a relação entre as condições maternas e clínicas de RN prematuros internados em uma Unidade de Cuidados Intermediários Canguru (UCINCa) e a dieta.
Metodologia:Estudo observacional, de coorte retrospectiva e abordagem quantitativa, realizado na Unidade de Cuidados Intermediários Canguru (UCINCa) da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina-PI. Foram analisados 154 prontuários de RN prematuros internados entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025. Variáveis clínicas e maternas foram relacionadas aos tipos de dieta, com ênfase no AME.Resultados:A amostra apresentou predominância de partos cesáreos, prematuros moderados (31–36 semanas), e mães entre 20 e 39 anos. A maioria dos RN tinha peso ao nascer entre 1500g e 2499g, sendo 65% apropriados para a idade gestacional. O peso médio ao nascer foi de 1588g, com ganho médio de 300g até a alta. RN que receberam AME apresentaram maiores médias de peso e comprimento ao nascer, início mais precoce da dieta enteral e menor tempo de internação. Não houve associação significativa entre características maternas e AME, embora mães mais jovens e com parto vaginal tenham amamentado mais. Já entre os fatores neonatais, idade gestacional superior a 34 semanas e peso ao nascer entre 1500g e 2499g foram associados a maiores taxas de AME. RN com menor peso ou condições clínicas mais graves, como internação em UTI Neonatal e uso de cateter umbilical, apresentaram menor prevalência de AME. Conclusão:Fatores neonatais, como peso ao nascer e idade gestacional, influenciam significativamente a manutenção do aleitamento materno exclusivo, mais do que fatores maternos. Mesmo em contextos de instabilidade clínica, o incentivo ao AME é viável e essencial para a recuperação e desenvolvimento do RN prematuro, reforçando a importância do suporte multiprofissional nas unidades neonatais.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 4363803 - CARLA PATRICIA DE CARVALHO OLIVEIRA
Interno - 1581960 - DANIELA REIS JOAQUIM DE FREITAS
Presidente - 1268874 - GIRZIA SAMMYA TAJRA ROCHA
Externo à Instituição - 201.***.***-15 - JOSÉ FRANCISCO RIBEIRO - UESPI
Notícia cadastrada em: 22/07/2025 16:12
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