Notícias

Banca de QUALIFICAÇÃO: KELTON ALMEIDA MACHADO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: KELTON ALMEIDA MACHADO
DATA: 29/11/2019
HORA: 16:00
LOCAL: Sala de Defesa - Nº 317/CCHL
TÍTULO: A EXECUÇÃO DA DOUTRINA DE POLÍCIA COMUNITÁRIA E SUA RELAÇÃO COM A REDUÇÃO DOS ÍNDICES DE CRIMINALIDADE VIOLENTA: ANÁLISE DE DADOS DO PROJETO SÓCIO-EDUCATIVO-PREVENTIVO "MIRIM CIDADÃO" DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ
PALAVRAS-CHAVES: Polícia Comunitária. Criminalidade Violenta. Polícia Civil. Polícia Militar. Confiança. Projetos. Políticas públicas. Piauí.
PÁGINAS: 25
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Sociologia
RESUMO:

O presente trabalho tem como tem como foco ampliar as pesquisas e o debate sobre a aplicação da doutrina de Polícia Comunitária, já adotada em diversos países do mundo como Alemanha e Japão, na prática das polícias estatais brasileiras, em especial as Polícias Militares e Polícias Civis, como alternativa à redução dos índices de criminalidade violenta. Além da pesquisa exploratória bibliográfica, fazendo usos das teorias sociológicas, políticas públicas, História, Direito e outros, também faremos análise de dados de um projeto sócio-educativo-preventivo denominado “Mirim-Cidadão”, gerenciado pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Piauí, onde tal projeto visa, através da relação entre membros das forças de segurança estaduais (policiais militares, policiais civis e bombeiros militares) e a sociedade, estabelecer uma relação de confiança, nos moldes defendidos pela doutrina de Polícia Comunitária, no intuito de convencer crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, a abandonarem voluntariamente condutas que possam leva-los à prática de infrações criminosas, bem como o estímulo à busca por evolução na escola que frequentam e melhoria na relação interpessoal familiar. Assim, resultando numa nova maneira da sociedade  interpretar o papel do(a) policial na comunidade, deixando de ser visto(a) simbolicamente apenas como representante de um órgão estatal repressor-coercitivo, para vê-lo(a) como um(a) parceiro(a) facilitador(a) na sensação de segurança entre as pessoas e como co-executor(a) de políticas públicas que melhorem a qualidade de vida da sociedade em que está inserido, ao tempo que o(a) policial também mude a interpretação que tem acerca dos meios de enfrentamento das pessoas e fatos relacionados à criminalidade violenta, culminando numa relação mútua de parceria e confiança, e não de combate bélico e animosidade como ocorre atualmente no Brasil. 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1167739 - CARLOS ANTONIO MENDES DE CARVALHO BUENOS AYRES
Interno - 1167589 - FRANCISCO DE OLIVEIRA BARROS JUNIOR
Externo ao Programa - 1167777 - MANOEL RICARDO ARRAES FILHO
Notícia cadastrada em: 14/11/2019 10:41
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - STI/UFPI - (86) 3215-1124 | © UFRN | sigjb06.ufpi.br.instancia1 05/12/2019 15:04