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Banca de DEFESA: ANTONIA LAIRES DA SILVA SANTOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANTONIA LAIRES DA SILVA SANTOS
DATA: 02/03/2016
HORA: 14:30
LOCAL: Departamento de Química
TÍTULO:

"IDENTIFICAÇÃO DE ARIL ISOPRENÓIDES E CAROTENÓIDES AROMÁTICOS EM ROCHAS GERADORA E RESERVATÓRIO DO SISTEMA PETROLÍFERO MESODEVONIANO-EOCARBONÍFERO DA PORÇÃO OESTE DA BACIA DO PARNAÍBA"


PALAVRAS-CHAVES:

Bacia do Parnaíba, Devoniano, Carotenóides Aromáticos, Zona Euxínica, Maturação


PÁGINAS: 100
GRANDE ÁREA: Ciências Exatas e da Terra
ÁREA: Química
SUBÁREA: Química Orgânica
ESPECIALIDADE: Química dos Produtos Naturais
RESUMO:

A Bacia do Parnaíba localizada na região nordeste do Brasil tem como principal sistema petrolífero incluso na sequência mesodevoniana-eocarbonífera. A geração de hidrocarbonetos é atribuída aos folhelhos negros da Formação Pimenteiras (FP), enquanto a rocha reservatório são os arenitos de origem deltaica da Formação Cabeças (FC), e as rochas selantes os folhelhos da Formação Longá (FL). No presente trabalho, estudou-se pela primeira vez a distribuição de carotenóides aromáticos e subsequentes produtos diagenéticos e catagenéticos da fotossíntese de sulfobactérias verdes (Chlorobiaceae), a fim de avaliar as condições redox e grau de maturação da matéria orgânica presente em amostras das Formações Pimenteiras e Cabeças, aflorantes na região de Pedro Afonso, Estado do Tocantins, Borda oeste da Bacia do Parnaíba. Para melhor identificação desses biomarcadores as frações foram separadas por Cromatografia em Camada Delgada Preparativa (CCDP) impregnada com nitrato de prata (AgNO3) e analisadas por Cromatografia Gasosa acoplada a Espctrometria de Massas sequencial (GC-MS-MS), Cromatografia Gasosa acoplada a Espectrometria de Massas de Alta Resolução (GC-TOF/MS), Carbono Orgânico Total (COT) e Pirólise Rock-Eval. Com identificação e distribuição de aril isoprenóides e carotenóides aromáticos foi possivel sugerir diferentes padrões de substituições: 2,3,6-; 2,3,4-; 3,4,5-; 2,4,6-;2,3,5- e 3,4,5- TMA (Trimetil Aril). A abudância relativa destes compostos na amostra PA-P1 (Formação Pimenteiras) é indicativo de baixo grau de evolução térmica da Matéria Orgânica (MO) e ambiente deposicional redutor, compatível com a deposição de folhelhos com matérica orgânica preserva na zona de offshore. Resultados de COT e Rock-Eval, como: Índice de Produtividade (IP) ˂ 1, Índice de Hidrogênio (IH) ˂ 200 e  Tmáx ˂ 435 , corroboram para avaliação do baixo grau de maturação em ambas as amostras (P1 e P2). Aril Isoprenóide e Carotenóides não foram identificados ou estão em baixíssima abundância relativa na amostra PAC-1 (Formação Cabeças), isso devido a estes compostos serem dificilmente preservados em ambientes altamente oxidantes como o contexto costeiro desta unidade, fato este observado pelo alto valor de IO (Índice de Oxigênio) igual a 143 mg de CO2/ g de COT. Estes resultados são consistentes com estudos geológicos e geoquímicos prévios, sugerindo que amostras das Formações Pimenteiras (FP) e Cabeças(FC) apresentam baixo grau de maturação e são depositadas em diferentes ambientes depocisionais.

 

Palavras-Chave: Bacia do Parnaíba, Devoniano, Carotenóides Aromáticos, Zona Euxínica, Maturação.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1549302 - SIDNEY GONCALO DE LIMA
Interno - 1167257 - ANTONIA MARIA DAS GRACAS LOPES CITO
Externo ao Programa - 1888044 - GERARDO MAGELA VIEIRA JUNIOR
Externo à Instituição - LUZIA KOIKE - UNICAMP
Notícia cadastrada em: 18/02/2016 14:12
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