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Banca de DEFESA: ILUSKA MARTINS PINHEIRO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ILUSKA MARTINS PINHEIRO
DATA: 05/12/2014
HORA: 15:00
LOCAL: Auditório do Curso de Farmácia
TÍTULO:

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DE EMULGEL DE ANFOTERICINA B: ESTUDO DE PRÉ-FORMULAÇÃO E TRATAMENTO DE LEISHMANIOSE CUTÂNEA EM MODELO EXPERIMENTAL


PALAVRAS-CHAVES:

Anfotericina B, emulgel, liberação cutânea, Leishmania major.


PÁGINAS: 95
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
SUBÁREA: Análise e Controle de Medicamentos
RESUMO:

A leishmaniose cutânea é uma doença parasitária negligenciada, cujo tratamento é de difícil acesso. Dentre os fármacos que tem utilidade clínica no tratamento da leishmaniose destaca-se a anfotericina B (AmB), que tem sua utilização por via oral e parenteral limitada pela sua toxicidade. Assim, o desenvolvimento de formulação tópica como alternativa terapêutica é essencial para permitir maior adesão e efetividade ao tratamento. O presente estudo tem por objetivo o desenvolvimento de emulgel de AmB com a finalidade de aumentar a permeação do fármaco e minimizar problemas relacionados à toxicidade. Nesse estudo, preparou-se organogel com AmB e diferentes promotores químicos de permeação cutânea. Realizou-se ensaios de estabilidade preliminar (ciclo gelo-degelo a temperatura de 5 ± 0,5ºC e 45 ± 0,5 °C) e validou-se metodologia analítica por espectrofotometria no UV/Vis e por cromatografia líquida de alta eficiência para quantificação do princípio ativo na formulação, segundo RE n° 899/2003 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Além disso, realizou-se cinética de liberação in vitro utilizando membrana artificial de celulose 5µm com células de difusão tipo Franz. Por fim, investigou-se estudo in vivo utilizando camundongos BALC/c e acompanhou-se a evolução das lesões através dos seguintes parâmetros: tamanho das lesões, recuperação de parasitos em fragmentos de pele e realização de histopatológico. A formulação de emulgel de AmB com ácido oléico 5% resistiu à estabilidade preliminar e no ensaio de cinética de liberação apresentou desempenho 6X superior à formulação controle. In vivo, essa formulação apresentou regressão significativa no tamanho das lesões, menor recuperação de parasitos em fragmentos de pele e maior tempo de recidiva da patologia após término do tratamento. Com isso, o bom desempenho do emulgel obtido viabiliza a formulação para novas investigações como promessa de tratamento alternativo eficaz para leishmaniose cutânea.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1668358 - ANDRE LUIS MENEZES CARVALHO
Externo ao Programa - 1167750 - FERNANDO AECIO DE AMORIM CARVALHO
Interno - 1549662 - HERCILIA MARIA LINS ROLIM
Externo à Instituição - MARIGILSON PONTES DE SIQUEIRA MOURA - UNIVASF
Notícia cadastrada em: 21/11/2014 16:28
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