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Banca de DEFESA: GEORGIA BRENDA BARROS ALVES

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: GEORGIA BRENDA BARROS ALVES
DATA: 30/06/2015
HORA: 09:00
LOCAL: AUDITORIO DO PROGRAMA DE POS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL
TÍTULO:

MARCADORES DE LESÃO GLOMERULAR NA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA


PALAVRAS-CHAVES:

Glomerulopatia. Cães. Colágeno tipo IV. MCP-1. PDGF.


PÁGINAS: 107
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Medicina Veterinária
SUBÁREA: Patologia Animal
ESPECIALIDADE: Anatomia Patologia Animal
RESUMO:

As nefropatias associadas à Leishmaniose Visceral (LV) são muito frequentes. Os cães apresentam lesões semelhantes a humanos, por isso têm sido considerados bons modelos para o estudo da patogenia das nefropatias na LV. Em cães infectados, a lesão glomerular leva a insuficiência renal, a principal causa de morte em Leishmaniose Visceral Canina (LVC). A deposição de imunocomplexos tem sido incriminada como o único mecanismo envolvido. O estudo de marcadores de lesão glomerular é de singular importância para melhor compreender a patogênese das glomerulopatias na LVC. Objetivou-se com este trabalho, estudar os possíveis marcadores de lesão glomerular em cães naturalmente infectados por Leishmania (Leishmania) infantum chagasi. Foram elaborados dois artigos a serem enviados para publicação: uma revisão de literatura, e um ensaio envolvendo marcadores de lesão glomerular em LVC. A literatura foi revisada em artigos publicados nos últimos 14 anos sobre o tema. Para a realização do ensaio, treze cães sintomáticos fizeram parte do estudo. Após a necrópsia, fragmentos de tecido renal foram coletados e conservados em formol tamponado (pH=7,4) para exame histopatológico e imunoistoquímico, e em RNA-holder para biologia molecular. Foram realizadas as seguintes análises: análise de ureia e creatinina no soro; histopatologia (H-E, Masson, PAS e PAMS); imunoistoquímica (antígeno de Leishmania sp., imunoglobulinas IgG, IgM, IgA e Colágeno tipo IV); e Real Time-PCR para análise da expressão de Colágeno tipo IV, MCP-1 e PDGF-B. Os cães infectados apresentaram valores de ureia e creatinina significativamente maiores em relação ao grupo controle. A celularidade glomerular, imunomarcação de IgA na região periglomerular e marcação de Colágeno tipo IV glomerular foram significativamente maiores em animais infectados em relação aos cães controles. O número de células T CD4+ parece ser maior em glomérulos de cães infectados em relação aos controles. A técnica de PCR em Tempo Real mostrou uma significativa expressão de mRNA de Colágeno tipo IV, MCP-1 e PDGF-B em região cortical de cães naturalmente infectados por Leishmania (Leishmania) infantum chagasi. Conclui-se que em cães naturalmente infectados há participação de outros mecanismos nas glomerulopatias. Células T CD4+, deposição de Colágeno tipo IV, MCP-1 e PDGF-B parecem participar dos mecanismos de lesão glomerular em cães naturalmente infectados.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 423624 - SILVANA MARIA MEDEIROS DE SOUSA SILVA
Interno - 1167750 - FERNANDO AECIO DE AMORIM CARVALHO
Externo ao Programa - 053.615.748-05 - MARIA DAS GRAÇAS PRIANTI - USP
Externo à Instituição - HIRO GOTO - USP
Externo à Instituição - SILVIA DE ARAÚJO FRANÇA - UFPI
Notícia cadastrada em: 11/06/2015 09:26
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