Notícias

Banca de DEFESA: LÍLIA RAQUEL FÉ DA SILVA

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LÍLIA RAQUEL FÉ DA SILVA
DATA: 17/07/2015
HORA: 08:00
LOCAL: Pós-Graduação em Ciência Animal
TÍTULO:

Manutenção e estabilidade do inóculo ruminal cultivado in vitro a partir do conteúdo ruminal de ovinos para avaliação de alimentos usando a técnica de produção de gases


PALAVRAS-CHAVES:

Inóculo alternativo; fermentação, metano, degradabilidade


PÁGINAS: 68
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Zootecnia
SUBÁREA: Nutrição e Alimentação Animal
ESPECIALIDADE: Avaliação de Alimentos para Animais
RESUMO:

Objetivou-se com esse estudo avaliar a manutenção e a estabilidade do inóculo cultivado no laboratório (inóculo amplificado in vitro) em três tempos de incubação (24, 48 e 72 horas) e o seu efeito sobre à fermentação ruminal, degradabilidade, produção de metano (CH4) e contagem de bactérias e protozoários utilizando-se um sistema semiautomático de produção de gás (GP) por 24h. Utilizou-se como doadores de inóculo ruminal quatro ovinos adultos Santa Inês providos de cânulas ruminais adaptados para uma dieta constituída de 40% de feno de tifton e 60% de concentrado. Como substrato para o preparo do inóculo amplificado in vitro e para a produção de gases foi utilizado dietas formuladas com vagens de faveira (Parkia platycephala Benth) em substituição ao grão de milho com 0, 25, 50, 75 e 100%. O inóculo amplificado in vitro foi preparado com 300 mL da fração ruminal dos ovinos fistulados + 600 mL de solução nutritiva com adição de CO2 e colocado na incubadora in vitro a 39 °C por 72 horas. Após o preparo do inóculo adaptado in vitro realizou-se ensaio de produção de gases por 24 h. Avaliou-se a degradabilidade e as características de fermentação ruminal (produção de gás (PG) produção de metano (CH4), N-NH3, ácidos graxos (AGCC), e contagem de bactérias e protozoários) nos ensaio de produção de gases. Utilizou-se o delineamento em blocos completos ao acaso (animais) utilizando modelos mistos, sendo os tratamentos (dietas) considerados efeito fixos e o resíduo (inóculo) efeito aleatório, adotando-se o procedimento MIXED do SAS. Quando significativas, as médias dos tratamentos foram comparadas pela diferença mínima significativa de Fisher , adotando-se o procedimento LSMEANS do SAS, ao nível de probabilidade P ≤ 0.05. A amplificação dos inóculos sofreu efeito na população de microrganismos. O pH dos inóculos amplificados diferiram  no tempo de incubação com melhor resultado para o inóculo 24 horas. Para a concentração de AGCC, houve maior produção de acetado no tempo de 72h. Considerando os três tempos de incubação (24, 48 e 72 horas) o acetato, propionato e o butirato tiveram um aumento a partir das 48 horas de incubação. Para a produção de gás, as dietas contendo 75 e 100% de vagem de faveira apresentaram maior PG (mL/g MS). A produção de CH4 (mL por g MS) foi maior para as dietas 25, 75 e 100%. A dieta 25 e 50% resultaram em maiores valores para o fator de partição, porém não houve efeito para a MOVD entre as dietas. O uso dos inóculos amplificados e o in vivo influenciaram na produção de gás com o inóculo in vivo apresentando os melhores valores para a produção de gás e a produção de CH4, porém com o valor inferior do fator de partição comparado aos dos inóculos amplificados 25 e 75. Não houve diferença entre as dietas para os parâmetros de fermentação ruminal, exceto o pH que teve o menor resultado para dieta 100%. O inóculo amplificado apesar de apresentar algumas características fermentativas ele não proporciona a mesma eficiência de fermentação pela técnica de produção de gases , comparado ao inóculo de líquido de rúmen.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1268003 - VANIA RODRIGUES VASCONCELOS
Interno - 1167667 - ARNAUD AZEVEDO ALVES
Externo à Instituição - HENRIQUE NUNES PARENTE - UFMA
Externo à Instituição - HÉLDER LOUVADINI - USP
Externo à Instituição - MICHELLE DE OLIVEIRA MAIA PARENTE - UFMA
Notícia cadastrada em: 24/06/2015 16:03
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - STI/UFPI - (86) 3215-1124 | © UFRN | sigjb06.ufpi.br.instancia1 14/06/2024 21:34