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Banca de DEFESA: ADRIANE CAMILA BATISTA DE SOUSA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ADRIANE CAMILA BATISTA DE SOUSA
DATA: 29/03/2016
HORA: 08:30
LOCAL: Auditório do Núcleo de Pós-Graduação em Ciências Agrárias
TÍTULO:

Avaliação deterrente do Líquido da Castanha do Caju – LCC sobre fêmeas da Lutzomyia longipalpis


PALAVRAS-CHAVES:

inseticidas; controle de vetores; Liquido da castanha do Caju; ação deterrente


PÁGINAS: 56
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Medicina Veterinária
RESUMO:

O uso de inseticidas químicos no controle de vetores não vem tendo resultados satisfatórios uma vez que, o mesmo tem efeito residual curto e os mosquitos vêm adquirindo resistênciaquímica frente aos mesmos, assim,a busca por novos compostos, tendo como base extratos vegetais vêm ganhando destaque nas pesquisas. O presente estudo objetivou avaliar a açãodeterrente do Liquido da Castanha do Caju – LCC, frente ao Lutzomyialongipalpis - adulto. O Líquido da Castanha do Caju - LCC foi extraído a partir da própria castanha e em seguida realizados testes com mosquitos silvestres e criados em laboratório nas concentrações de: 10 mg/ml, 25 mg/ml e 75 mg/ml. Estasconcentrações de LCC foram borrifadas em diferenteshamsters previamente anestesiados e em seguida, os mesmos, colocados em gaiolas contendo fêmeas de Lutzomyialongipalpis para a realização do repasto sanguíneo, durante 60 min. Logo após, as fêmeas foram aspiradas para potes de plásticos e levadas ao freezer, objetivando a estagnação de sua atividade metabólica a fim de que as mesmas pudessem ser montadas em lâminas e seu intestino observadoao microscópio, confirmando a realização do repasto sanguíneo. Para a análise dos dados, foi realizada análise de variância seguida pelo teste SNK, utilizando o programa S.A.S aceitando probabilidade de erro de 5%. Os resultados indicaram um efeito deterrentenas fêmeas criadas em laboratório com o tratamento de 75 mg/ml, não houve diferença significativa com as fêmeas provenientes do campo, da mesma forma que, ao avaliar o efeito de dose- dependência houve uma diferença significativa somente na maior concentração (75 mg/ml) com as fêmeas criadas em laboratório. Dessa forma, esses resultados sugerem que o extrato de LCC apresentou ação deterrentesobre as fêmeas de Lutzomyialongipalpiscriadas em laboratório,e que este estudo serve como base para outros, os quais, poderá focar em concentrações superiores a do presente trabalho ou nas fases de desenvolvimento da fêmea de Lutzomyia longipalpis.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1167750 - FERNANDO AECIO DE AMORIM CARVALHO
Externo à Instituição - FRANCIELLE ALLINE MARTINS - UESPI
Presidente - 423281 - IVETE LOPES DE MENDONCA
Notícia cadastrada em: 29/02/2016 16:53
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