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Banca de QUALIFICAÇÃO: SNAYLLA NATYELLE DE OLIVEIRA ALMENDRA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SNAYLLA NATYELLE DE OLIVEIRA ALMENDRA
DATA: 25/11/2016
HORA: 09:30
LOCAL: Auditório dos Programas de Pós-Graduação em Ciências Agrárias
TÍTULO: ZINCO E ARGININA EM DIETAS PARA FRANGOS DE CORTE MANTIDOS EM AMBIENTE DE ESTRESSE POR CALOR
PALAVRAS-CHAVES: aminoácido, deposição de nutrientes, desempenho produtivo, metabolizabilidade, mineral orgânico, nutrientes funcionais
PÁGINAS: 50
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Zootecnia
SUBÁREA: Nutrição e Alimentação Animal
RESUMO:

O manejo nutricional, de dietas de frangos de corte, por meio do uso de minerais antioxidantes e aminoácidos funcionais, vem se mostrando como uma excelente alternativa para amenizar os efeitos deletérios das altas temperaturas sobre as aves. Então, objetivou-se avaliar o efeito da suplementação de dietas com zinco, na forma orgânica, associado à arginina, sobre os parâmetros de desempenho e fisiológicos, a metabolizabilidade de nutrientes e a deposição de nutrientes na carcaça de frangos de corte, no período de 1 a 21 dias de idade, mantidos em ambiente de estresse por calor. Foram realizados dois ensaios experimentais, um de desempenho produtivo na fase de 1 a 7 e 1 a 21 dias de idade e outro de metabolizabilidade de nutrientes na fase de 11 a 17 dias de vida das aves. No ensaio de desempenho produtivo foram utilizados 720 pintos machos da linhagem Ross, com um dia de idade. No ensaio de metabolizabilidade dos nutrientes foram alojadas 180 aves em gaiolas metabólicas. O delineamento experimental adotado, no ensaio de desempenho, foi o em blocos casualizados, e, no ensaio de metabolizabilidade de nutrientes, o inteiramente casualizado; em esquema fatorial 3 x 2 + 1, sendo três níveis de zinco, associados a dois níveis de arginina, uma dieta controle e cinco repetições. Os galpões (ensaios de desempenho) constituíram os blocos. Os níveis de zinco testados serão: 0, 60 e 120 ppm de zinco na forma orgânica e os de L-arginina, 1 e 2%, adicionados em substituição ao material caulim. As variáveis estudadas, no ensaio de desempenho produtivo, foram: consumo de ração; ganho de peso; conversão alimentar; viabilidade criatória; índice de eficiência produtiva; rendimento de carcaça e cortes nobres (peito, coxa e sobrecoxa); empenamento e resistência da pele; peso de órgãos digestivos e coração e peso de órgãos linfoides. Avaliou-se, ainda, após o término do ensaio de desempenho, o teor de amônia volatilizada, o pH e a  umidade da cama das aves; a composição química da química e a deposição de nutrientes na carcaça dos frangos de corte aos 21 dias de idade. No ensaio de metabolizabilidade de nutrientes verificou-se: os coeficientes de metabolizabilidade da matéria seca, da proteína bruta, do extrato etéreo e da energia bruta, além do coeficiente de retenção de zinco e a energia metabolizável aparente corrigida para o balanço de nitrogênio. Os resultados foram avaliados, estatisticamente, através do Programa Statistical Analysis System (SAS). Foi adotado α = 0,05. Na avaliação do desempenho produtivo, verificou-se que, no período de 1 a 7 dias, a associação de 1% de arginina com 120 ppm de zinco proporcionou, segundo o Teste de Dunnett, maior consumo de ração e pior conversão alimentar nas aves que receberam rações suplementadas com esses nutrientes, quando comparadas às aves do tratamento controle. Já na fase de 1 a 21 dias, verificou-se efeito quadrático dos níveis de zinco sobre o consumo de ração das aves, melhorando até o nível estimado de 64,28 ppm de zinco. A suplementação de 2% de arginina promoveu piora na conversão alimentar das aves nesta fase. Não houve efeito dos tratamentos para o peso em jejum, peso da carcaça eviscerada, rendimento de carcaça e para o rendimento de peito das aves aos 21 dias de idade. Houve interação entre o mineral orgânico e o aminoácido funcional,  estudados, para peso de fígado; entretanto, o peso dos órgãos linfoides não foram influenciados pelos tratamentos. Na avaliação da metabolizabilidade dos nutrientes observou-se que o zinco melhorou de forma quadrática o coeficiente de metabolizabilidade da matéria seca das dietas, até o nível de 54,47 ppm de zinco e promoveu piora no coeficiente de metabolizabilidade da proteína bruta que foi reduzido até o nível de 55,35 ppm de zinco nas dietas. Houve interação entre o zinco e a arginina para a energia metabolizável aparente corrigida para o balanço de nitrogênio das dietas experimentais e para a deposição de zinco na carcaça das aves. A suplementação de 2% de arginina piora a deposição de matéria seca e matéria mineral e reduz o valor da energia bruta nas carcaças de frangos de corte, aos 21 dias de idade, mantidos em ambiente de estresse por calor.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 423289 - JOAO BATISTA LOPES
Externo ao Programa - 423442 - AGUSTINHO VALENTE DE FIGUEIREDO
Externo ao Programa - 423174 - AMILTON PAULO RAPOSO COSTA
Externo à Instituição - SANDRA REGINA GOMES DA SILVA - NENHUMA
Notícia cadastrada em: 14/11/2016 09:01
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