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Banca de DEFESA: JAMILLY ÉRICA SOUSA CAMPÊLO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JAMILLY ÉRICA SOUSA CAMPÊLO
DATA: 18/04/2018
HORA: 16:00
LOCAL: Auditório do PPG Ciência Animal
TÍTULO: AVALIAÇÃO DA TOXICIDADE REPRODUTIVA E SISTÊMICA DO ÁCIDO ELÁGICO EM RATOS WISTAR
PALAVRAS-CHAVES: espermatogênese; ovário, utero; fertilidade; fotoquímico; tanino
PÁGINAS: 83
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Medicina Veterinária
SUBÁREA: Reprodução Animal
ESPECIALIDADE: Fisiopatologia da Reprodução Animal
RESUMO:

O objetivo deste estudo foi investigar os possíveis efeitos da administração oral do ácido elágico (AE) sobre os parâmetros reprodutivos e sistêmicos de ratos Wistar, machos e fêmeas contribuindo com conhecimentos sobre a utilização do mesmo, de forma a indicar o grau de segurança como agente terapêutico. Para os protocolos experimentais de toxicidade nos machos foram utilizados 40 ratos Wistar e 40 ratas Wistar para acasalamento, os machos foram divididos em 4 grupos de acordo com as doses do AE: grupo controle (água destilada) / (GC) e os grupos tratamento de 3,10 e 30 mg/kg do AE, nos quais se realizaram os seguintes testes: consumo de água e ração, massa corpórea, alterações comportamentais, coleta dos órgãos e pesagem e avaliação da fertilidade. Para os protocolos experimentais nas fêmeas foram utilizadas 32 ratas Wistar e 16 ratos Wistar para acasalamento, as fêmeas foram divididas em 4 grupos de acordo com as doses do AE: grupo controle (água destilada) / (GC) e os grupo tratamentos de 3,10 e 30 mg/kg do AE.  Nos quais se realizaram os seguintes testes: avaliação do ciclo estral, toxicidade gestacional, avaliação da ninhada, consumo de água e ração, massa corpórea, alterações comportamentais, coleta dos órgãos e pesagem. Os dados foram avaliados por análise de variância seguida pelo teste Student Newman-Keuls (p<0,05). Os resultados para o protocolo nos machos demonstraram que o AE não alterou o ganho de peso dos animais tratados. Houve uma diminuição na massa relativa dos órgãos, baço e rins no grupo de 30 mg/kg quando comparado ao GC, porém os animais não apresentaram sinais comportamentais de toxicidade. Não houve diferença significativa na morfologia espermática. A concentração espermática teve redução significativa nos grupos de 10 e 30 mg/ kg quando comparado ao GC. A análise histopatológica dos órgãos reprodutivos não apresentou alterações quando comparado ao GC. Para o protocolo nas fêmeas, os resultados demonstraram que o AE reduziu o consumo de ração e água na dose de 10 mg/kg, porém não alterou o ganho de peso nem a massa relativa dos órgãos dos animais tratados quando comparado ao GC. Na análise histopatológica dos órgãos reprodutores não houve alterações quando comparados ao GC. Os animais não apresentaram sinais comportamentais de toxicidade. Não houve diferença significativa nas variáveis: ciclo estral e toxicidade gestacional. Os filhotes apresentaram um aumento significativo no ganho de peso no grupo de 3 mg/kg no dia 4. Conclui-se que o ácido elágico não provocou toxicidade reprodutiva e sistêmica relevantes nas fêmeas, dentro do intervalo de doses e no período de tempo utilizado. No macho, provocou pequena redução na concentração espermática, sem prejudicar a capacidade de fecundação.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 423174 - AMILTON PAULO RAPOSO COSTA
Externo ao Programa - 002.527.793-63 - ALESSANDRA CAMILLO DA SILVEIRA CASTELLO BRANCO - FSA
Externo ao Programa - 2156452 - JAMYLLA MIRCK GUERRA DE OLIVEIRA
Notícia cadastrada em: 02/04/2018 10:03
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