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Banca de DEFESA: JOSÉ HENRIQUE FURTADO CAMPOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSÉ HENRIQUE FURTADO CAMPOS
DATA: 31/10/2012
HORA: 09:00
LOCAL: NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS
TÍTULO:

DETECÇÃO DA INFECÇÃO DE Leishmania spp. EM Rhipicephalus sanguineus COLETADOS DE CÃES NATURALMENTE INFECTADOS COM LEISHMANIOSE VISCERAL.


PALAVRAS-CHAVES:

Leishmania  spp, Rhipicephalus sanguineus, DNA


PÁGINAS: 58
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Medicina Veterinária
SUBÁREA: Reprodução Animal
RESUMO:

A Leishmaniose Visceral é uma zoonose de grande impacto na saúde pública, afetando milhares de pessoas em todo o mundo, sendo o Brasil o país de maior incidência nas Américas, causada pelo protozoário Leishmania (Leishmania) chagasi. O cão é o principal reservatório da doença no meio urbano, e a transmissão primaria ocorre pela picada do flebotomíneo  Lutzomyia longipalpis. No Brasil essa transmissão também está sendo atribuída ao Lu.  cruzi, no Mato Grosso do Sul e a Lu. welcomei e Lu. pifanoi no Rio de Janeiro. Entretanto existem outros meios de transmissão entre cães, dentre elas a participação do Rhipicephalus sanguineus, que  em virtude de sua importância epidemiológica na transmissão de várias doenças para cães e ser o ectoparasita de maior prevalência em cães na zona urbana, tem sidos estudados atualmente na epidemiologia da Leishmaniose Visceral. Eles já foram encontrados naturalmente infectados por L. (L.) chagasi no Brasil.  Além disso, sob condições experimentais foram  capazes de transmitir o parasito para roedores, assim como,  atuarem como vetores mecânicos. O  DNA de Leishmania sp. foi detectado  por meio da técnica de PCR, nos estádios de ninfas e adultos do R.  sanguineus.  Em virtude destas características do R. sanguineus  nosso objetivo nesse trabalho foi detectar a presença de DNA de Leishmania spp.  em carrapatos coletados  de cães naturalmente infectados por Leishmania (Leishmania) chagasi. Foram utilizados 20  animais de ambos os sexos e idades desconhecidas parasitologicamente positivos e 10 animais negativos como controle. O diagnóstico de leishmaniose nos cães foi realizado por meio de exames sorológicos (ELISA,  RIFI e TR - DPP) e parasitológico ( biopsia de pele e medula). Os Rhipicephalus sanguineus coletados desses cães foram processados pela técnica de PCR para detecção de DNA de Leishmania spp. Dos vinte pools de carrapatos dos animais estudados 4 (20%) apresentaram DNA de Leishmania spp. Concluímos que a detecção de DNA de leishmania spp.  nas amostras coletadas dos R. sanguineus  mostra a possível participação no ciclo zoonótico da Leishmaniose Visceral Canina.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 423172 - FRANCISCO ASSIS LIMA COSTA
Externo à Instituição - JOSE ADAIL FONSECA DE CASTRO - UESPI
Externo à Instituição - MARIA DAS GRAÇAS PRIANTI - CNPq
Notícia cadastrada em: 09/10/2012 08:48
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