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Banca de DEFESA: FILIPI ALEXANDRE DO NASCIMENTO SILVA

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: FILIPI ALEXANDRE DO NASCIMENTO SILVA
DATA: 15/09/2021
HORA: 08:30
LOCAL: Apresentação online
TÍTULO: HEMOSTASIA DO COTO UTERINO COM O LIGAMENTO LARGO E REDONDO DO ÚTERO EM GATAS.
PALAVRAS-CHAVES: Ovario-histerectomia, Castração, Resistência, Histologia, Felino.
PÁGINAS: 56
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Medicina Veterinária
SUBÁREA: Clínica e Cirurgia Animal
ESPECIALIDADE: Clínica Cirúrgica Animal
RESUMO:

Desde a década de 1970, foram implantados programas de controle populacional de cães e gatos em todo o mundo, objetivando a adoção responsável. Isso tornou a ovário-histerectomia (OH) em cadelas e gatas, o procedimento cirúrgico eletivo mais realizado na rotina da Medicina Veterinária. Com a evolução do conhecimento cirúrgico na medicina veterinária, surgiram várias técnicas de hemostasia do pedículo ovariano e coto uterino que são utilizadas nas cirurgias de esterilização de gatas e cadelas, oferecendo, cada uma das técnicas vantagens e desvantagens para o paciente e para o cirurgião. A utilização de materiais que se assemelha ao tecido ou estrutura orgânica do paciente vem sendo cada vez mais procurada na medicina humana por conta das reações teciduais gerada por implantes sintéticos. Na Medicina Veterinária, é comum relato de reações inflamatórias aos materiais utilizados na hemostasia do complexo arteriovenosos (CAVO) ou coto uterino, que, dependendo da técnica, pode desencadear a formação de granulomas ou fistulas a longo prazo. Nesse projeto utilizou-se o ligamento largo e redondo do útero da própria gata (autólogo) na confecção do nó cirúrgico para efetuar a hemostasia do coto uterino, bem como, a realização de teste de biomecânica e histologia dos ligamentos uterinos. Foram realizadas 20 OH, divididas em dois grupos: OH tradicional e OH experimental. Durante a exérese uterina, para quantificar uma possível perda de sangue, foi realizada a compressão do coto uterino com gazes, verificando-se que, em ambas as técnicas, não houve diferença estatística quanto à massa das gazes após a compressão (p= 0,63). Com relação à avaliação de dor no pós-cirúrgico não houve diferença entre o método convencional e a técnica de hemostasia com ligamento largo e redondo utilizando a Escala de dor de Glasgow modificada. Todos os pacientes receberam analgésico durante a internação e receberam alta (no terceiro dia após a cirurgia). No retorno para retirada dos pontos cirúrgicos, todas as gatas passaram por avaliação clínica e de imagem na qual não se demonstrou nenhuma alteração na cavidade abdominal após 15 dias de alta. Conclui-se que essa técnica de hemostasia pode ser incorporada na rotina cirúrgica em OH de gatas. Entretanto, é necessário o treinamento do cirurgião como ocorrem em todas as técnicas novas.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 423281 - IVETE LOPES DE MENDONCA
Externo ao Programa - 2950215 - WAGNER COSTA LIMA
Externo ao Programa - 1176520 - MARCELO CAMPOS RODRIGUES
Externo à Instituição - JOÃO MOREIRA DA COSTA NETO - UFBA
Externo à Instituição - NATALIE BERTELIS MERLINI - UNIPAR
Externo à Instituição - ANA MARIA QUESSADA - UNIPAR
Notícia cadastrada em: 30/08/2021 18:40
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