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Banca de DEFESA: DOMINGOS URQUIZA DE CARVALHO FILHO

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DOMINGOS URQUIZA DE CARVALHO FILHO
DATA: 20/02/2014
HORA: 08:30
LOCAL: Auditório da Pós-Graduação Ciência Animal
TÍTULO:

Fitase na Nutrição de Frangos de Corte


PALAVRAS-CHAVES:

Coeficiente de retenção, estresse por calor, fitato, poluição ambietal


PÁGINAS: 62
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Zootecnia
SUBÁREA: Nutrição e Alimentação Animal
ESPECIALIDADE: Exigências Nutricionais dos Animais
RESUMO:

RESUMO - Dois ensaios de metabolimos e dois de desempenhos foram conduzidos para avaliar o efeito de diferentes níveis de inclusão de fitase em dietas para frangos de corte com redução de 20% do fósforo disponível. Nos ensaios de metabolismos avaliou-se a energia metabolizável aparente corrigida para o balanço de nitrogênio, coeficiente de metabolizabilidade da matéria seca, consumo, excreção e coeficiente de retenção aparente do nitrogênio, do cálcio e do fósforo, em frangos de corte sob estresse por calor. Para as fases inicial e de crescimento foram selecionados, respectivamente, 125 e 100 frangos machos, da linhagem Ross, mantidos em dietas que atendiam suas exigências, e no 13º dia (fase inicial) e 23º dia de vida (fase de crescimento) foram alojados em gaiolas metabólicas preparadas com comedouros e bebedouros tipo calha e bandejas coletoras de excretas. As aves foram distribuídas em delineamento de blocos ao acaso e tratadas com cinco níveis de fitase (0, 1000, 2000, 3000 e 4000 UFT/kg da dieta) e cinco repetições. A unidade experimental foi constituída de 5 aves na fase inicial  e 4 na fase de crescimento. As aves receberam dietas isonutritivas à base de milho e farelo de soja, formuladas para atender as exigências nutricionais, exceto pelo fósforo disponível, que foi reduzido em 20% da exigência. Cada período experimental teve duração de oito dias, sendo quatro para adaptação das aves às gaiolas e às dietas e quatro para a coleta das excretas. As dietas suplementadas com fitase reduzem a energia metabolizável aparente corrigida para o balanço de nitrogênio e diminuem a excreção de fósforo, em frangos de corte em estresse por calor, nas fases inicial e de crescimento. Os ensaios de desempenhos foram conduzidos com aves alojadas em ambientes com climatização diferente, e avaliou-se as variáveis de desempenho, viabilidade da criação, índice de eficiência produtiva, incorporação de proteína bruta, cálcio e fósforo na carcaça e teores de nitrogênio, cálcio e fósforo na cama das aves aos 21 e 41 dias de idade, além disso, a temperatura média da pele, rendimento de carcaça e dos principais corte para os frangos aos 41 dias. Para cada ensaio foram selecionados 640 pintos de um dia que foram alojados em boxes distribuídos uniformemente em dois galpões, ambos equipados com ventiladores e apenas um continha nebulizadores. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 5 x 2, cinco níveis de fitase (0, 1000, 2000, 3000 e 4000 UFT/kg de ração), associados a dois ambientes (galpão com ventilação e nebulização e galpão com ventilação sem nebulização), quatro repetições e 16 aves na unidade experimental. As aves receberam dietas isonutritivas à base de milho e farelo de soja, formuladas para atender as exigências nutricionais, exceto pelo fósforo disponível, que foi reduzido em 20% da exigência. Aos 21 dias o ambiente com ventilação e nebulização melhora o ganho de peso, a viabilidade da criação e o índice de eficiência produtiva, além de aumentar a incorporação de proteína bruta e fósforo na carcaça. Os níveis crescentes de fitase, em dietas com redução de 20% do fósforo disponível aumentam progressivamente o ganho de peso, o índice de eficiência produtiva e a incorporação de proteína bruta na carcaça, e reduzem os teores de fósforo total na cama. Níveis de fitase de 2514,26 e 2598,21 UFT/kg proporcionam, respectivamente, maior incorporação de cálcio e fósforo na carcaça nesta fase. Aos 41 dias o ambiente com ventilação e nebulização reduz a temperatura média da pele, melhora a viabilidade da criação e as variáveis de desempenho de frangos de corte, além de aumentar a incorporação de proteína bruta e fósforo na carcaça das aves, porém, eleva os teores de nitrogênio, cálcio e fósforo na cama, em relação ao ambiente com apenas ventilação. Os níveis crescentes de fitase em dietas com fósforo disponível reduzido em 20% da exigência aumentam progressivamente o rendimento de peito dos frangos de corte.

 

 

 


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 423442 - AGUSTINHO VALENTE DE FIGUEIREDO
Externo à Instituição - FERNANDO GUILHERME PERAZZO COSTA - UFPB
Externo à Instituição - LIDIANA DE SIQUEIRA NUNES RAMOS - IFPI
Externo à Instituição - MARCOS ANTONIO DELMONDES BOMFIM - UFMA
Externo ao Programa - 1167376 - MARIA DE NASARE BONA DE ALENCAR ARARIPE
Notícia cadastrada em: 31/01/2014 09:28
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