Dissertações/Teses

2026
Descrição
  • NATHANAEL LEAL SANTANA
  • Influência do treinamento resistido de corpo inteiro e fracionado na relação entre alterações no BDNF sérico e na variabilidade da frequência cardíaca em homens saudáveis
  • Data: 09/02/2026
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  • Este estudo investigou os efeitos crônicos do
    treinamento resistido de corpo inteiro e fracionado sobre o BDNF
    sérico e os índices de variabilidade da frequência cardíaca (VFC)
    em homens saudáveis e não treinados, bem como a relação entre
    essas variáveis. Métodos: Os participantes foram randomizados
    em dois grupos: Corpo Inteiro (CI, n = 17), no qual todos os
    grupos musculares foram treinados em todas as sessões, ou Corpo
    Fracionado (CF, n = 15), no qual os grupos musculares foram
    treinados de forma alternada, ambos com frequência de três
    sessões semanais (divisão A/B). Os dados de VFC foram obtidos
    por eletrocardiograma, enquanto o BDNF sérico (sBDNF) foi
    analisado no momento basal e após seis semanas de treinamento
    resistido (TR) com cargas de 10–12 RM. Resultados: Não foram
    observadas interações significativas entre tipo de treinamento e
    tempo para o sBDNF e os índices de VFC (p > 0,05). Entretanto,
    no grupo CI, as alterações no sBDNF apresentaram correlação
    positiva com as alterações na potência de baixa frequência (LF; r
    = 0,62; p = 0,010) e correlação negativa com as alterações na
    potência de alta frequência (HF; r = −0,62; p = 0,010). No grupo
    CF, não foram observadas associações significativas. Conclusão:
    Após seis semanas de TR, não foram observadas diferenças
    significativas entre as estruturas de treinamento em corpo inteiroe fracionado quanto às alterações no sBDNF ou na VFC em
    homens saudáveis. No entanto, o treinamento em corpo inteiro
    pode promover uma resposta neuroautonômica mais sincronizada,
    na qual as flutuações no sBDNF acompanham mudanças no
    balanço autonômico, enquanto o treinamento fracionado não
    parece induzir o mesmo padrão coordenado.

  • MARIA CAROLINA ISAÍAS OLIVEIRA
  • COMPARAÇÃO DE UM DINAMÔMETRO DE PREENSÃO MANUAL DESENVOLVIDO NO BRASIL COM O PADRÃO OURO: CONFIABILIDADE TESTE-RETESTE DAS MEDIÇÕES
  • Orientador : JOAO GUSTAVO DE OLIVEIRA CLAUDINO
  • Data: 06/01/2026
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  • Introdução: A força de preensão manual (FPM) é amplamente utilizada para avaliação do desempenho físico em diversas áreas, desde o alto rendimento esportivo até o envelhecimento humano. A confiabilidade de dinamômetros que avaliam a FPM é essencial para Pesquisadores e Profissionais que atuam na prática, uma vez que a escolha do equipamento afeta diretamente a precisão dos dados, influenciando diagnósticos, intervenções e/ou treinamentos. Um dinamômetro confiável precisa garantir medições consistentes e reprodutíveis, independentemente do momento da avaliação ou do avaliador. Sem essa confiabilidade, a validade das informações obtidas fica comprometida, destacando a necessidade de instrumentos rigorosamente testados e validados. Atualmente, o dinamômetro Jamar® é considerado o padrão ouro. No entanto, no melhor do nosso conhecimento, a confiabilidade de um dinamômetro para avaliar a FPM produzido no Brasil ainda não foi determinada e comparada ao padrão ouro. Objetivo: Avaliar a confiabilidade do dinamômetro de preensão manual nacional (Crown®) em comparação ao padrão ouro (Jamar®) no contexto brasileiro. Métodos: Este estudo metodológico quantitativo teve como amostra um grupo composto por 50 estudantes de Educação Física (18-32anos) sendo 25 homens e 25 mulheres. O protocolo de coleta dos dados foi realizado em duas fases distintas: a familiarização e o teste-reteste separadas por até 48 horas. Em todas as fases os participantes foram orientados sobre o uso de ambos os dispositivos e a execução correta dos testes. Desse modo, os participantes foram posicionados sentados, com os membros superiores alinhados conforme o protocolo de Hamilton et al. (1992) para o dinamômetro Jamar, enquanto para o Crown, seguiram as instruções do fabricante, com apoio sobre uma mesa ajustada com auxílio de um goniômetro. Cada participante realizou no mínimo três tentativas de preensão manual por mão, com duração de 3 segundos, respeitando intervalos de 30 segundos entre tentativas da mesma mão e 120 segundos entre dispositivos. O teste foi conduzido com um comando verbal padronizado e um cronômetro visual para garantir a precisão das medições. A análise estatística foi conduzida no software SPSS® versão 20 e Excel utilizando as métricas de confiabilidade (erro padrão de medida absoluto e relativo, coeficiente de correlação intraclasse, coeficiente de variação, diferença mínima) e para testar a diferença ou não entre os grupos e dinamômetros foi utilizada a ANOVA two way (2 grupos x 2 Dinamômetros) com medidas repetidas. Os resultados foram apresentados em termos de média, desvio padrão, frequências absolutas e relativas, considerando p<0,05 como nível de significância. 

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