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Banca de DEFESA: BRUNO ARCANJO SILVA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: BRUNO ARCANJO SILVA
DATA: 26/08/2020
HORA: 14:00
LOCAL: Modo Remoto. Link a ser definido.
TÍTULO: RESISTÊNCIA GENÉTICA E SILÍCIO NO CONTROLE DA PODRIDÃO DO COLO DA PIMENTEIRA
PALAVRAS-CHAVES: Capsicum, controle genético, Sclerotium delphinii, silicato de sódio.
PÁGINAS: 58
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
RESUMO:

A podridão do colo da pimenteira é uma doença de difícil controle, pois tem como agente causal Sclerotium delphinii, patógeno polífago, cosmopolita e habitante natural do solo. A identificação de genótipos de Capsicum resistentes ao patógeno pode ser uma alternativa de controle. O objetivo deste estudo foi identificar fontes de resistência em 24 acessos de Capsicum spp. a S. delphinii, bem como avaliar o potencial do silício (Si) em induzir resistência. Três experimentos foram desenvolvidos: No experimento I foi avaliada a reação de resistência de Capsicum em casa de vegetação. O experimento foi conduzido em duas épocas do ano (julho e novembro de 2019). No experimento II foi avaliada a reação de resistência de Capsicum por meio de folhas destacadas. O experimento III foi avaliado o efeito do silicato de sódio na indução de resistência em casa de vegetação e em folha destacada. Para o teste em casa de vegetação o delineamento experimental utilizado no experimento I foi em blocos ao acaso em fatorial 2 (isolados) x 24 (acessos), com cinco repetições. Para o experimento II adotou-se delineamento inteiramente ao acaso em esquema fatorial 2 x 24, através da inoculação de um escleródio no centro de folhas retiradas de plantas com 30 dias de idade. Para o experimento III foram selecionados 6 acessos com respostas contrastantes de resistência observados nos experimentos I e II em fatorial 1 (isolado) x 6 (acessos) x 4 (doses: 0,0, 0,025, 0,05 e 0,1 mL vaso-1). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. Os genótipos BGH 71, BGH 80 e BAGC 134 apresentaram maior resistência ao patógeno. A época de estudo influenciou a reação de resistência de Capsicum ao patógeno. As doses de Si não tiveram efeito significativo na reação de resistência. Diante do exposto, os genótipos BGH 71, BGH 80 e BAGC 134 possuem potencial para serem utilizados em programas de melhoramento genético de pimentas e pimentão quanto à resistência a S. delphinii para possível controle da podridão do colo.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2058623 - JOSE EVANDO AGUIAR BESERRA JUNIOR
Externo à Instituição - KEDMA DA SILVA MATOS - UFRR
Externo à Instituição - SAMI JORGE MICHEREFF - UFCA
Notícia cadastrada em: 06/07/2020 15:25
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - STI/UFPI - (86) 3215-1124 | © UFRN | sigjb04.ufpi.br.instancia1 18/06/2021 09:30