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Banca de DEFESA: ANA CATHARINA NUNES FERNANDES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANA CATHARINA NUNES FERNANDES
DATA: 25/08/2014
HORA: 09:00
LOCAL: CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
TÍTULO:

Análise da situação vacinal de crianças pré-escolares em Teresina-PI


PALAVRAS-CHAVES:

Imunização; Cobertura vacinal; Saúde da Criança; Enfermagem; Enfermagem em Saúde Comunitária


PÁGINAS: 90
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Saúde Coletiva
SUBÁREA: Epidemiologia
RESUMO:

INTRODUÇÃO: A imunização infantil é uma ação prioritária do Ministério da Saúde, porém, estudos evidenciam aumento de atrasos vacinais e não vacinação. OBJETIVO: Analisar a situação vacinal de crianças pré-escolares em Teresina-PI. METODOLOGIA: Estudo seccional envolvendo 542 crianças de 2 a 6 anos matriculadas na rede pública municipal de ensino, oriundas de quatro Centros Municipais de Educação Infantil selecionados aleatoriamente, obedecendo a divisão proporcional por regiões da cidade. Os dados foram coletados por meio de formulário pré-codificado e pré-testado, além da digitalização da caderneta de vacina da criança. Realizou-se análise estatística descritiva univariada, utilizou-se o teste qui-quadrado de Pearson e exato de Fisher para análise bivariada e procedeu-se regressão logística múltipla, pelo aplicativo SPSS versão 17.0. O estudo obedece preceitos éticos conforme legislação vigente. RESULTADOS: O perfil dos sujeitos apresentam em sua maioria: cuidadores com idade adulta (94,6%); crianças com idade entre 4 a 6 anos (57,7%); cuidadores sendo a própria mãe da criança (82,8%); crianças do sexo feminino (51,1%); moradia de alvenaria (90,6%); cuidadores casados ou em união estável (66,6%); cuidadores alcançando, no máximo, o ensino médio incompleto (61,5%).  A frequência de atraso vacinal/não vacinação foi de 24,9%. Destes, a média de vacinas não administradas foi de 1,7 (DP±1,2) e de vacinas atrasadas de 3,3 (DP±1,6). O modelo de regressão logística binomial revelou associação significativa (p<0,05) entre os cuidadores jovens (até 24 anos) e a baixa frequência em consulta de puericultura com atraso vacinal/não-vacinação. CONCLUSÕES: Saber que crianças que não frequentam as consultas de puericultura têm mais chances de atrasar suas vacinas comprova que a melhor estratégia para resolver essa situação é: garantir e fortalecer as próprias ações de atenção básica, sobretudo, a Estratégia Saúde da Família, fazer o controle da cobertura vacinal em sua área e a busca ativa de crianças faltosas.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1167593 - KEILA REJANE OLIVEIRA GOMES
Interno - 1167746 - REGILDA SARAIVA DOS REIS MOREIRA ARAUJO
Externo à Instituição - RICARDO QUEIROZ GURGEL - UFS
Externo ao Programa - 1167764 - TELMA MARIA EVANGELISTA ARAUJO
Notícia cadastrada em: 13/08/2014 10:51
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