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Banca de DEFESA: PATRICIA CARVALHO MOREIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: PATRICIA CARVALHO MOREIRA
DATA: 25/03/2013
HORA: 18:00
LOCAL: CCHL- PPGAARq
TÍTULO:

A VIDA CONTINUA...: uma antropologia sobre morte e luto em cartas psicografadas em centros espíritas de Teresina


PALAVRAS-CHAVES:

Morte. Luto. Kadercismo.


PÁGINAS: 190
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Antropologia
RESUMO:

"A VIDA CONTINUA...: uma antropologia sobre morte e luto em cartas psicografadas em centros espíritas de Teresina" é uma disser5tação desenvolvida no PPGAARq/UFPI (2011-2013) que problematiza o significado de cartas psicografadas para a vivência do processo de luto, para enlutados que buscam este serviço e para médius que psicigrafam as mensagens. Portanto, o estudo tem por objetivo compreender o significado das cartas piscografadas para a vivência do processo de luto experiência em Centros Espíritas de Teresina. Tem como objetivos específicos: apresentar as práticas do Espiritismo kardecista nos espaços espíritas: Lar Espírita Casa do Samaritano, Sociedade Espírita João nunes Maia, Sociedade Espírita Casa da Oração e Caridade Luz de Nazaré; conhecer o significado da morte e do luto para os médius pisicógrafos e enlutados, antes e depois de receber as mensagens piscografadas e analisar a experiência da seesão pública de cartas psicografadas para a vivência do processo de luto. A metodologia desta pesquisa é constituída: por um campo estnográfico formado por participantes de três centros espíritas  (médius e enlutados que procuram os serviços de cartas psicografadas e demais membros que compõem estes centros espíritas). Com o método antropológico da observação participante (Malinowski, 1978), utilizo os seguintes procedimentos: registro em diário de campo, aplicação de questionário e entrevista semi-estruturada, com captação de imagens, gravação de áudio e escaneamento das carta psicografadas. O referencial teórico é constituído por autores que discutem morte, luto, emoções e religiosidade como: Durkheim, 1971; Weber, 1971; Le Goff, 1993; Geertz, 2008,1999; Turner, 2004; sobre antropologia da experiência ( Van Gennep, 2010; Ariés, 1977, 1990; Thomas, 1983; Elias, 2001; Reis, 1991; Morin, 1988; Rodrigues, 1983, Koury, 2004;obras espíritas de Allan Kardec dentre outros. A morte tem sido parte integral da existência humana, em épocas antigas, o homem parece ter se preocupado sobre a sua finitude. A consciência de que tudo que é vivo irá morrer é vista por diversos pesquisadores como uma característica universal da humanidade e por esta razão, é um assunto que traz profunda preocupação para alguns seres humanos que se debruçam sobre a experiência do luto ou da morte e do morrer. O estudo apontapara uma percepção de que a morte terá seu significado de acordo com a cultura em que o incivíduo está inserido, particularmente, a cultura religiosa é norteadora de uma "geografia do além". Portanto, para uns a morte é o fim de tudo, mas para outros, dentre eles os espíritas, a morte é o limiar de uma vida melhor. Parece ser no Kardecismo que a emoção da experiência do luto (enlutados) ou da comunicação com quem morreu (médiuns) que o sofrimento encontra um "espaço" e um "tempo" para ser vividopublicamente e socialmetne de forma diferenciada.

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1520279 - FRANCISCA VERONICA CAVALCANTE
Interno - 1167589 - FRANCISCO DE OLIVEIRA BARROS JUNIOR
Externo à Instituição - MAURO GUILHERME PINHEIRO KOURY - UFPB
Interno - 1726142 - MAY WADDINGTON TELLES RIBEIRO
Notícia cadastrada em: 11/03/2013 11:23
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