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Banca de DEFESA: LUIS MAGNO VERAS OLIVEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LUIS MAGNO VERAS OLIVEIRA
DATA: 25/09/2018
HORA: 15:00
LOCAL: Sala Video Conferencia CCHL
TÍTULO: CONTINGÊNCIA E LIBERDADE NA REPRESENTAÇÃO RELIGIOSA DA OBRA FENOMENOLOGIA DO ESPÍRITO DE HEGEL
PALAVRAS-CHAVES: Contingência, Liberdade, Religião, Representação, Eticidade.
PÁGINAS: 140
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Filosofia
SUBÁREA: Epistemologia
RESUMO:

O objetivo deste trabalho é apresentar as representações religiosas, a dialética da religião, na Fenomenologia do espírito, a partir da compreensão do movimento dialético da contingência e a liberdade, na Ciência da Lógica, segundo a Dialética das modalidades. Entende-se também que este devir histórico do espírito religioso efetiva uma determinação religiosa, porém, que tem como sentido teleológico a efetividade da religião segundo a constituição de uma eticidade dada na representação do Absoluto. Na Ciência da lógica, Hegel mostra o caminho dialético da contingência e a liberdade como dialética da modalidade, pelo qual o Absoluto se expõe segundo a modalidade formal, modalidade efetiva e a modalidade absoluta, isto é, o espírito que se expressa como contingência, possibilidade, efetividade e necessidade. No entanto, esta dissertação defende que mesmo não sendo de forma clara, a contingência e a liberdade, participam no processo de formação da consciência religiosa na obra Fenomenologia do espírito, no desdobramento do movimento do espírito representativo por meio da “Religião natural”, da “Religião da arte” e da “Religião revelada”. Neste sentido, para comprovação desta interpretação, será promovido uma aproximação destes momentos da dialética da representação religiosa, na Fenomenologia do espírito, conforme a apresentação no segundo capítulo, com a dialética modal, conforme a Ciência da lógica, segundo exposto no primeiro capítulo. Portanto, esta relação, da dialética modal com a dialética da religião, ostenta apontar uma semelhança que demonstra o devir dialético da contingência e a liberdade manifestadas na dialética da representação religiosa, segundo a principal obra de Hegel em Iena, no ano de 1807. Por fim, exibir-se-á que esta presença da dialética modal, o devir da contingência e a liberdade na dialética da religião, tem por resultado teleológico um devir ético revelado pela representação religiosa. De modo que, a determinação imediata da representação religiosa por meio de figuras divinas históricas, enquanto fruto do espírito dado como elemento contingente, transcorre o mesmo caminho que a dialética modal experimenta, porém, entende-se que a representatividade efetivada na realização dos momentos da consciência religiosa (Religião natural, Religião da arte, Religião revelada), tem como fundamento um operador modal ético: a eticidade (Sittlichkeit).


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1571966 - GUSTAVO SILVANO BATISTA
Externo ao Programa - 1550705 - LUIZIR DE OLIVEIRA
Presidente - 025.363.687-69 - WELLINGTON LIMA AMORIM - UFMA
Notícia cadastrada em: 13/09/2018 07:59
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