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Banca de DEFESA: MARIA CLARA ESTRELA OLIVEIRA ALMEIDA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA CLARA ESTRELA OLIVEIRA ALMEIDA
DATA: 11/01/2019
HORA: 10:00
LOCAL: Sala de Reunião do Departamento de Comunicação Social
TÍTULO: Televisão sob demanda: as estratégias da TV aberta no Brasil para reposicionamento no mercado de nicho
PALAVRAS-CHAVES: Economia Política da Comunicação; Globoplay; Televisão; Vídeo Sob Demanda
PÁGINAS: 202
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Comunicação
RESUMO:

Os hábitos de consumo de conteúdo audiovisual dos brasileiros têm sofrido mudanças ao longo do tempo e nos últimos anos este processo se intensificou mais ainda graças ao investimento em tecnologia, aliado à iniciativa do capital em reproduzir-se por meio da criação de produtos e material que atendem às demandas individuais. Compreende-se que a audiência não é mais uma massa generalizada, mas sim grupos de interesse dentro de um segmento maior. É a partir desta noção que grupos tradicionais de mídia, que se consolidaram em modelos de comunicação pautados na generalização e na emissão, desenvolvem catálogos de conteúdo e ofertam material multimídia sob demanda, que atendam aos gostos e a disponibilidade de cada um. Posto isto, e compreendendo que os investimentos em novas plataformas são, antes de tudo, movimentos políticos e econômicos, o presente trabalho se propõe a discutir como o meio tradicional televisão tem se adequado a este modelo de comunicação emergente que é o sob demanda, a partir de um estudo de caso da plataforma Globo Play, pertencente ao principal grupo de mídia televisiva do país, a Rede Globo. Para se ter uma visão holística do observável, foram selecionadas como recorte amostral duas atrações de entretenimento e duas atrações jornalísticas: respectivamente, Big Brother Brasil 2018 e Malhação Viva a Diferença; Jornal Hoje e Jornal Nacional. O período de análise compreende os três primeiros meses de 2018, com um total de 12 semanas e 36 edições contempladas. A hipótese central é a de que as ferramentas on-demand, neste caso o Vídeo Sob Demanda, entram no mercado não para substituir a TV, mas para complementá-la e adequar seu modelo produtivo às novas exigências do público e do mercado. Têm-se em mente que a entrada dos novos players propõe uma série de mudanças na cadeia produtiva e nas negociações entre os agentes que compõem o setor. Portanto, para entender como a TV se apropria do VoD, emprega-se como base teórica a Economia Política da Comunicação (EPC), que se dedica a conhecer as relações de poder determinantes para a conformação do cenário mercadológico.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1167672 - JACQUELINE LIMA DOURADO
Interno - 876.437.153-00 - JAISON CASTRO SILVA - IFPI
Externo à Instituição - JOÃO CANAVILHAS - UBI
Interno - 1213357 - JULIANA FERNANDES TEIXEIRA
Notícia cadastrada em: 19/12/2018 14:20
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