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Banca de DEFESA: IARA KATRYNNE FONSECA OLIVEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: IARA KATRYNNE FONSECA OLIVEIRA
DATA: 17/02/2020
HORA: 15:00
LOCAL: NÚCLEO DE COMPUTAÇÃO DE ALTO DESEMPENHO
TÍTULO: Circunferência do pescoço como preditor de riscos cardiometabólicos e obesidade tronco-superior em pessoas vivendo com HIV.
PALAVRAS-CHAVES: HIV; AIDS; Pescoço; Antropometria; Doenças Cardiovasculares
PÁGINAS: 57
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Nutrição
RESUMO:

INTRODUÇÃO: Pesquisas têm sugerido que a circunferência do Pescoço (CP) está associada a riscos
cardiometabólicos e obesidade tronco-superior, no entanto não existe consenso nacional e internacional sobre os valores
de corte para esse indicador. O objetivo deste estudo foi investigar a relação da CP com outros indicadores
antropométricos e avaliar o risco cardiometabólico e a obesidade tronco-superior por meio de pontos de cortes
propostos para pessoas que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV). MÉTODOS: Estudo transversal
incluindo 233 pessoas com HIV, assistidas em um centro de referência em doenças infectocontagiosas em Teresina,
Piauí. Foram coletados dados sociodemográficos, socioeconômicos, hábitos de vida, clínicos e antropométricos
utilizando um questionário estruturado. A avaliação antropométrica incluiu medidas de peso, estatura, CC, CP e dobras
cutâneas tricipital e subescapular. As análises estatísticas foram realizadas pelo pacote estatístico Stata® versão 12 e
curvas ROC foram construídas para determinar a acurácia da CP em predizer risco cardiometabólico em pessoas que
vivem com HIV. RESULTADOS: A amostra estudada foi composta por 57,5% de pessoas do sexo masculino, com
média de idade (IC 95%) de 38,4 anos (37,2 – 39,7). A CP apresentou correlação positiva e estatisticamente significa (p
<0,05) com todas as variáveis antropométricas analisadas, exibindo maior força de correlação com a CC e o IMC. O
ponto de corte de CP selecionado como preditor de risco de complicações cardiometabólicas e obesidade troncosuperior
nas mulheres foi ≥ 32,4 cm, levando em consideração ambos, CC e IMC. Para os homens, os pontos de corte
de CP foram diferentes quando considerados a CC (≥ 39,6 cm) e o IMC (≥38,1 cm) como referência. Vale ressaltar que
a CP apresentou ótimo desempenho na análise das curvas ROC em relação aos demais indicadores diagnósticos
considerados neste estudo. CONCLUSÃO: A CP revelou-se como indicador promissor na avaliação da nutrição e da
saúde de pessoas vivendo com HIV, mostrando ser um instrumento de rastreamento capaz de identificar o risco de
complicações cardiometabólicas e o acúmulo de gordura tronco-superior provocado tanto pela terapia antirretroviral
como pelos hábitos de vida das pessoas com HIV.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1794569 - ADRIANA DE AZEVEDO PAIVA
Externo ao Programa - 1670565 - JOILANE ALVES PEREIRA FREIRE
Externo ao Programa - 1642393 - KAROLINE DE MACEDO GONCALVES FROTA
Externo ao Programa - 3033534 - VANESSA BATISTA DE SOUSA LIMA
Notícia cadastrada em: 10/02/2020 09:42
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