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Banca de QUALIFICAÇÃO: ANDREZANNATTA DE ALENCAR CAMPOS

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANDREZANNATTA DE ALENCAR CAMPOS
DATA: 02/02/2026
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do Museu de Arqueologia e Paleontologia
TÍTULO: TERRITORIALIDADE E MEMÓRIA: TESSITURAS SOBRE O PATRIMÔNIO MATERIAL, PAISAGENS E IDENTIDADES ÀS MARGENS DO PARNAÍBA - PI/MA
PALAVRAS-CHAVES: territorialidade da Vila da Manga; patrimônio material; Parnaíba como eixo mnemônico; paisagem afetiva; identidade fronteiriça.
PÁGINAS: 129
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Arqueologia
SUBÁREA: Arqueologia Histórica
RESUMO:

Esta dissertação desvenda as tramas entre territorialidade, patrimônio cultural e memória coletiva na Vila da Manga, povoado ribeirinho transfronteiriço entre Piauí e Maranhão, banhado pelo rio Parnaíba, epicentro de dinâmicas coloniais e pastoris que forjaram na travessia do rio um entreposto comercial no sul-piauiense. Adota-se triangulação qualitativa – análise bardiniana de conteúdos orais, inventários fotográficos de currais, fazendas e rodas dialógicas comunitárias – para mapear apropriações espaciais fenomenológicas, onde o rio transcende barreiras jurídicas, emergindo como artéria mnemônica que unifica identidades subalternas em paisagens afetivas. Os objetivos centrais abrangem mapear bens patrimoniais (materiais/imateriais), decifrar apropriações espaciais ao longo do tempo e revelar como memórias coletivas forjam identidades em contextos de fluxo ribeirinho. A categorização temática – territorialidade/paisagem, patrimônio afetivo, memória/tradições – emerge de Bardin (2011), cruzando oralidade com visualidade para desvelar o Parnaíba como eixo mnemônico e o curral como metonímia do poder aristocrático. A categorização temática – paisagem hibridizada, patrimônio material, tradições identitárias – cruza oralidade com visualidade, expondo o Parnaíba como pivô existencial que dissolve dicotomias estado-comunidade. Achados configuram a Vila como palimpsesto ribeirinho: travessias diárias e narrativas ancestrais erigem territorialidades vivas, contrapondo cartografias oficiais com cartografias afetivas em contextos epistemológicos invisibilizados. Conclui-se pela urgência de políticas patrimoniais empoderadoras, que elevem vozes locais a guardiãs de legados materiais, fomentando identidades transfronteiriças resilientes.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2153338 - MARIA DO AMPARO ALVES DE CARVALHO
Interno - 2266305 - ANA LUISA MENESES LAGE DO NASCIMENTO
Interno - 1222853 - FERNANDA CODEVILLA SOARES
Interno - 423455 - SONIA MARIA CAMPELO MAGALHAES
Externo à Instituição - 737.***.***-34 - DOMINGOS ALVES DE CARVALHO JÚNIOR - IFPI
Externo à Instituição - 396.***.***-30 - MÁRCIO ANTÔNIO SOUSA DA ROCHA FREITAS - UESPI
Notícia cadastrada em: 10/02/2026 09:12
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