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Banca de DEFESA: LINDALVA DE MOURA ROCHA
Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LINDALVA DE MOURA ROCHA
DATA: 30/04/2024
HORA: 15:00
LOCAL: Auditório da Ineagro (CAMPUS MINISTRO PETRONIO PORTELA - SOCOPO – TERESINA)
TÍTULO: POTENCIALIDADE DA AMÊNDOA DO COCO BABAÇU (Orbignya phalerata Martius): DO ÓLEO, TORTA E SEUS DERIVADOS COM APLICAÇÃO ALIMENTÌCIA
PALAVRAS-CHAVES: Amêndoa de Babaçu; Extrato vegetal, torta de babaçu.
PÁGINAS: 99
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Nutrição
RESUMO:

O babaçu é uma palmeira explorado como um bem extrativista, suas potencialidades são inúmeras e um dos produtos que pode ser aproveitado a partir dele é o “extrato aquoso de amêndoa de babaçu”, também conhecido no Norte e Nordeste do Brasil como “leite de coco babaçu (LCB)”. O objetivo foi avaliar as poterncialidades da amendoa de coco babaçu (Orbignya phalerata Mart.) a partir da torta e de seus derivados, aplicados à produção de alimentos para a nutrição humana. O levantamento bibliográfico foi realizado para determinar o aproveitamento do babaçu. A metodologia aplicada esta descrita no artigo publicado, “Potencialidade na aplicação de complexos poliméricos em extrato vegetal do coco babaçu (Orbignya sp.)”, Capitulo 1. Em função de projeto aprovado junto FINEP teve inicio o processo produtivo do Extrato vegetal do babaçu para ser aplicado no desenvolvimento de produtos alimentares. Em Paralelo, outros editais para financiamentos de ideias inovadoras foram apresentados. A proposta do projeto de doutorado foi submetido e aprovado inicialmente no Edital Centelha/FAPEPI/FINEP. Este projeto considerado inovador abriu as portas para inumeras outras proposta conforme descrito no artigo publicado “Empreendedorismo acadêmico: uma experiência de empreender na Pós-Graduação” Capitulo 2. O LCB foi obtido após a extração do óleo das amendoas, utilizando-se a torta que foi suspensa em água formando o extrato vegetal. A partir desta solução aquosa foram feitas as formulações dos produtos alimentícios. Os aspectos tecnológicos, industriais e econômicos da produção do coproduto “extrato vegetal” foram analisados durante o desenvolvimento do produto. A terceira etapa (Capítulo 3), foi a caracterização do extrato quanto as seguintes análises: caracterização Sólidos Solúveis Totais (SST), potencial hidrogeniônico (pH), acidez, texturométricas, composição centesimal (umidade, cinzas, proteínas, lipídios),  difração de Raios-X, Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e as caracterizações Térmica (TG) e Termogravimetria Derivada (DTG), além das caracterisação microbiologicas de Salmonella, Enterobacteriaceae, Bolores e Levedur as, descritos no Artigo publicado “Desenvolvimento e caracterização de um extrato vegetal à base de amêndoas de babaçu (Orbignya phalerata Martius) Capitulo 3. A revisão bibliográfica mostrou que o babaçu ainda tem potencialidades para gerar produtos (artigos e/ou patentes). A geração de produtos alimenticios inovadores e isentos de restrições alimentares permitiu a aprovação em projetos e a captação de recursos para implementação da empresa e comercialização dos alimentos (Projetos: Centelha, PEIEX, Catalisa I, II, II, Mulheres Empreendedoras, IDEIAZ, Banco do Nordeste. A caracterização do extrato vegetal apresentou os resultados adequados e de acordo com  a instruções normativas n° 161, de 01 de julho de 2022,  sendo indicado ao consumo alimentício.    


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 423287 - JOSE RIBEIRO DOS SANTOS JUNIOR
Interno - 1512631 - LIVIO CESAR CUNHA NUNES
Externo ao Programa - 423411 - MARIA CHRISTINA SANCHES MURATORI
Externo ao Programa - 2179247 - MICHELLI FERREIRA DOS SANTOS
Externo ao Programa - 927.639.283-15 - ROBSON ALVES DA SILVA - IFPI

Cadastrada em: 15/04/2024
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SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - STI/UFPI - (86) 3215-1124 | © UFRN | sigjb03.ufpi.br.sigaa 18/05/2024 13:56