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Banca de DEFESA: AYRTON GALVÃO DE ARAÚJO JÚNIOR
Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: AYRTON GALVÃO DE ARAÚJO JÚNIOR
DATA: 27/09/2021
HORA: 14:30
LOCAL: Plataforma Meet (Google)
TÍTULO: CARREAMENTO DE ESTREPTOCOCOS RESISTENTES À AMOXICILINA NA BOCA DE CRIANÇAS – UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
PALAVRAS-CHAVES: Estreptococos, boca, crianças, amoxicilina.
PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
RESUMO:

A bacteremia por estreptococos que ocorre durante procedimentos odontológicos invasivos pode ocasionar casos de endocardite infecciosa (EI) em pacientes com determinadas cardiopatias. Em crianças, essa condição é rara, porém, quando do seu acometimento, o índice de mortalidade é considerado alto. Deste modo, precedendo tais procedimentos, é recomendada uma profilaxia antibiótica com amoxicilina (AMX). Entretanto, a presença de estreptococos resistentes a esse antibiótico na boca acarreta em um aumento da susceptibilidade à EI, mesmo após a administração de AMX. O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão sistemática sobre o carreamento de estreptococos resistentes à AMX na boca de crianças. As bases de dados consultadas foram MedlinePubmed, Web ofScienc, MedlineEbsco e Scopus, para abrangerem a busca de trabalhos entre os anos de 2000 e 2020, seguindo os critérios da declaração PRISMA. Todos os artigos foram analisadospara a verificação do enquadramento nos critérios da pesquisa e a extração de dados, bem como a análise da qualidade metodológica, que foi realizada por meio de formulário padronizado. De um total de 41 artigos pesquisados, 6 se enquadraram nos critérios de inclusão proposto e 5 foram adicionados de forma manual por terem relação com o tema abordado, o que os tornam indispensáveis a este levantamento. Dos achados, podemos destacar que 63% dos manuscritos avaliaram prevalência de cepas estreptocócicas resistentes à AMX na boca de crianças e desses, 42,8% mostram que há relação proporcional entre quantidade total de cepas e a quantidade de resistentes. Para tanto, testes microbiológicos foram realizados seguindo os critérios do CLSI, tais como o de microdiluição (54,6%), difusão em disco (27,2%) e o E-test (18,2%). As cepas do grupo viridans mais encontradas foram as de S. salivarius, S. mitis, S. sanguinis e S. oralis; e as resistentes mais isoladas forram as de S. mitis e S. sanguinis. Conclusão: A maioria dos artigos revisados foi classificada como de alta qualidade, sendo que os dados provenientes da análise de todos os selecionados fomentam uma evidência atual do carreamento de cepas de estreptococos com diferentes níveis de resistência à AMX na cavidade bucal de crianças, com destaque para o S. mitis, S. oralis, S. sanguinis e S. salivarius.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ALYNE RODRIGUES DE ARAUJO - UFDPar
Interno - 1750086 - DANIEL FERNANDO PEREIRA VASCONCELOS
Interno - 1960448 - GLAUBER CAMPOS VALE
Presidente - 913.010.843-87 - PATRICK VERAS QUELEMES - UFPI

Cadastrada em: 15/09/2021
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