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Banca de DEFESA: MARCELO XISTO RIBEIRO

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARCELO XISTO RIBEIRO
DATA: 22/02/2024
HORA: 08:00
LOCAL: Banca remota
TÍTULO: A fotoestabilidade do catalisador na remoção de poluentes persistentes: uma abordagem renovável para síntese de TiO2 usando diferentes gomas
PALAVRAS-CHAVES: polissacarídeos, semicondutores, poluentes persistentes
PÁGINAS: 89
GRANDE ÁREA: Ciências Exatas e da Terra
ÁREA: Química
SUBÁREA: Físico-Química
ESPECIALIDADE: Cinética Química e Catálise
RESUMO:

: As gomas têm sido vistas, em sínteses de nanoestruturas, como alternativas favoráveis ao ambiente. São biopolímeros de cadeia longa, com alto peso molecular, translúcidos e amorfos, usados devido a ação estabilizadora que confere às nanopartículas. Pode ser obtida de extratos de algas marinhas, de sementes, de exsudatos vegetais e de microorganismos, criando, por isso, condições para uma síntese mais ecológica e renovável. Neste contexto, esta tese foi produzida com o objetivo de investigar o efeito de diferentes gomas na formação de TiO2 nanoestruturado para aplicações fotocatalíticas. Inicialmente, foi feita uma prospecção relacionando o uso de gomas à processos de remoção de poluentes persistentes. Foi possível constatar que, o uso de gomas por esses processos, apesar de promissor, é recente e ainda precisa ser mais investigado, visto os poucos artigos e patentes identificados. Em seguida, TiO2 foi sintetizado usando diferentes quantidades de goma gelana (GGT) para degradação de corante sob luz UV. A fase anatase foi confirmada por XRD, SEM, EDS e as propriedades texturais demonstraram a formação de mesoporos. A maior fotodegradação de corante foi obtida quando a menor quantidade de goma foi usada. Este fato foi atribuído aos radicais fotogerados e à área de superfície específica. A fotoestabilidade do catalisador após ciclos sucessivos foi demonstrada por FTIR e testes de toxicidade não demonstraram toxicidade após a degradação do corante. Por fim, TiO2 foi novamente sintetizado, mas usando a goma do cajueiro (CGT). A caracterização estrutural, morfológica e óptica foi realizada para verificar o efeito da goma no crescimento da nanoestrutura e a fase anatase foi novamente identificada. Os testes fotocatalíticos foram executados para poluentes diferentes (corante e fármaco), também sob irradiação UV. Os resultados mostraram a maior eficiência para remoção do corante em detrimento do fármaco e, a partir do teste de inibidores, os elétrons foram apontados como as espécies diretamente envolvidas na degradação. A partir do exposto nos dois artigos, foi possível sugerir que a área da superfície pode ter contribuído para a remoção dos poluentes em função da ocorrência dos processos na interface sólido-líquido. Isto sugere tanto a goma gelana quanto a goma do cajueiro como promissores auxiliares em sínteses renováveis de nanoestruturas para aplicações fotocatalíticas.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1718303 - DURCILENE ALVES DA SILVA
Interno - 1722880 - JOSY ANTEVELI OSAJIMA FURTINI
Interno - 704.608.714-80 - RAMON RAUDEL PEÑA GARCIA - UFRPE
Externo à Instituição - FRANCISCA PEREIRA DE ARAUJO - UFPI
Externo à Instituição - GILVAN MOREIRA DA PAZ - IFPI
Externo à Instituição - MARIA ALEXSANDRA DE SOUSA RIOS - UFC
Notícia cadastrada em: 22/02/2024 08:15
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